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Jornal Nacional

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 30.05.08 18:17

Terramoto em Lisboa provocaria cerca de 10.000 mortos

Cerca de 10.000 vítimas mortais, 1.600 feridos graves e mais de 273 mil pessoas desalojadas, seria este o trágico balanço no caso de um terramoto na região de Lisboa, segundo o Plano Especial de Emergência de Risco Sísmico da Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes (PEERS AML CL) a que a Lusa teve acesso.
Os números de feridos a necessitar de cuidados hospitalares poderiam aumentar em cerca de 107 mil no caso de o sismo se verificar entre as 19:30 da tarde e as 6:30 da manhã, período em que mais pessoas estão em suas casas, de acordo com aquele estudo.

O PEERS AML CL datado de 25 de Outubro de 2007 «não é um documento definitivo e está sempre em aberto», até porque ainda este ano serão realizados dois exercícios, o primeiro, decorre até hoje, para testar «as comunicações e comando», e o segundo em Novembro, afirmou a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), através do seu gabinete de imprensa.

A ANPC considerou como hipótese de planeamento um cenário de magnitude moderada a elevada igual a 6.6/6.7 na escala de Richter, com epicentro no Vale Inferior do Tejo, do qual resultaria uma área afectada com um raio superior a 40 quilómetros, envolvendo 26 concelhos, mais de 433 mil edifícios, 1,1 milhões de alojamentos familiares e quase três milhões de habitantes.

O Plano de emergência indica para «perdas económicas directas cerca de 4,5 milhões de euros», repercutindo-se «num forte impacto na capacidade produtiva nacional durante um longo período de tempo».

O PEERS AML CL identifica também os edifícios que numa situação hipotética de sismo forte seriam afectados, apontando para cerca de 9.907 as estruturas colapsadas, e para 24.170 as construções com danos severos, na Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes.

Estes números incluem equipamentos escolares, hospitais, rede viária, infra-estruturas de abastecimento de água, electricidade, gás, comunicações e a própria rede de protecção civil e socorro.

No cenário desenvolvido prevê-se também uma forte afectação das unidades de produção de energia termoeléctrica localizadas no Carregado e em Setúbal, para além de diversas subestações e transformadores de energia eléctrica.

Em caso de sismo a rede de comunicações fica afectada, inutilizando entre 10 a 20 por cento das centrais telefónicas, assim como a rede de distribuição de gás devido ao colapso de alguns troços, nomeadamente os localizados em terrenos que apresentam susceptibilidade à liquefacção, como os de Seixal, Almada, Barreiro e Moita.

Os concelhos de Lisboa, Almada, Seixal, Loures, Vila Franca de Xira, Barreiro e Moita seriam os mais afectados nesse hipotético sismo de magnitude moderada a elevada, sendo nestes concelhos que se concentrariam mais de 90 por cento das vítimas humanas, entre mortos e feridos graves.

Seria aqui também que mais se verificariam edifícios colapsados ou com danos severos, valores que foram calculados pelos autores do estudo com base na população residente e no edificado que constam dos censos de 2001/1991.

Das cinco zonas sismogénicas mais importantes que afectam Portugal, o Banco de Gorringe e a falha do Vale inferior do Tejo são as que directamente se fazem sentir na região de Lisboa e Vale do Tejo, e que já afectaram esta região, em 63 A.C., 1356, 1531 por duas vezes, 1755, 1858, 1909 e 1969, onde se verificaram, no seu todo, dezenas de milhares de mortos e a destruição de parte da cidade de Lisboa.

A Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes (AML CL), engloba os distritos de Lisboa, Santarém e Setúbal, ocupa uma superfície de 4.881 Km2, onde residem cerca de 2 milhões e 900 mil habitantes, distribuídos por 281 freguesias e representa cerca de 28 por cento do total da população de Portugal Continental.

Para além da sua dimensão territorial esta é uma região de grande importância política, económica e social para todo o país, concentrando as principais instituições político-administrativas, incluindo a Presidência da República, Assembleia da República e Governo, considera aquele estudo.

Do mesmo modo, e ao nível económico, o documento salienta que a AML CL concentra cerca de 33 por cento do total das actividades económicas de Portugal Continental, sendo que 79 por cento pertencem ao sector terciário.

Em 2005 a riqueza produzida na AML CL representou um valor de 40 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), e acresce que é nesta região do País que se localiza grande parte das sedes e filiais de instituições bancárias, seguradoras e de outras empresas, tanto nacionais como estrangeiras, incluindo a Bolsa de Valores de Lisboa.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 02.06.08 14:41

População portuguesa aumentou 5,2% em 10 anos ...

A população portuguesa aumentou 5,2 por cento entre 1997 e 2007, de 10 para 10,6 milhões de habitantes, um crescimento superior à média da União Europeia, que foi de 3,4 por cento, revela um relatório divulgado hoje em Bruxelas.
O relatório «A Europa em Números», elaborado pelo Eurostat, gabinete oficial de estatísticas da UE, indica que a população de Portugal aumentou de 10,073 milhões em 1997 para 10,599 milhões em 2007, o que representa um crescimento superior em quase dois pontos percentuais àquele verificado em média na União Europeia, cuja população aumentou de 478,6 milhões para 495,1 milhões nos últimos 10 anos.

O Estado-membro que registou um maior crescimento foi a Irlanda (18 por cento, de 3,6 milhões para 4,3 milhões), enquanto no extremo oposto se registaram mesmo alguns declínios, o maior dos quais na Bulgária (-7,9 por cento, de 8,3 para 7,6 milhões).

O relatório lembra ainda que em 2005 a população mundial era de 6,5 mil milhões de pessoas, mais do dobro que os 03 mil milhões de 1960.

No entanto, enquanto em 1960 a população da actual UE a 27 representava 13,3 por cento da população mundial, em 1995 esse número caiu para 7,5 por cento.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 03.06.08 9:25

Ateus, Agnósticos e cépticos criam primeira Associação Ateísta Portuguesa

Perto de uma centena de ateus, agnósticos e cépticos criaram a primeira Associação Ateísta Portuguesa (AAP) para divulgar esta "filosofia" de vida e combater a "discriminação e os preconceitos pessoais e sociais" de que dizem ser alvo.

A criação da associação coincide com uma "generalizada ofensiva clerical a que Portugal não ficou imune, apesar de o ateísmo não se definir pela mera oposição à religião e ao dogmatismo, em nome da liberdade, da igualdade e da defesa dos direitos individuais", refere a AAP.

Em declarações hoje à agência Lusa, o presidente da comissão instaladora da AAP, Carlos Esperança, disse que os ateus estão a ser "atacados publicamente, de forma violenta", nomeadamente pela religião católica.

"Foi o Papa Bento XVI e depois o Cardeal Patriarca, D. José Policarpo, que considerou o ateísmo o maior drama da humanidade", sublinhou Carlos Esperança.

Para os ateístas, "o grande drama da humanidade é a fome, a guerra, o analfabetismo e o terrorismo", justificou.

Carlos Esperança adiantou que a associação surgiu da necessidade da defesa da laicidade do Estado e de todas as correntes religiosas".

"Não podemos sofrer represálias por mudar de crença ou ser anti-crente", sustentou à Lusa.

A AAP defende "os interesses comuns a todos os que escolhem viver sem religião, defendendo o direito a essa escolha e a laicidade do Estado, e combatendo a discriminação e os preconceitos pessoais e sociais que possam desencorajar quem quiser libertar-se da religião que a sua tradição lhe impôs", conforme refere o "Manifesto Ateísta" da associação.

"O direito de não ter religião, ou de ser contra, é igual ao direito inalienável de crer, deixar de crer ou mudar de crença, sem medos, perseguições ou constrangimentos", sublinha o manifesto.

No "Manifesto Ateísta", a associação saúda ainda "todos os livres-prensadores: ateus, agnósticos e cépticos", que "dispensam qualquer deus para viverem e promoverem os valores da liberdade, do humanismo, da tolerância, da solidariedade e da paz".

"O direito de não ter religião, ou de ser contra, é igual ao direito inalienável de crer, deixar de crer ou mudar de crença, sem medos, perseguições ou constrangimentos", acrescenta.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 03.06.08 10:17

Verão vai ser mais quente que a média dos últimos 25 anos



Os modelos meteorológicos de previsão a médio prazo para Junho, Julho e Agosto em Portugal continental apontam para menos chuva e temperaturas ligeiramente acima da média, atendendo aos últimos 25 anos, segundo o Instituto de Meteorologia (IM).
O presidente do IM, Adérito Serrão, advertiu à agência Lusa que esta previsão a três meses é uma «previsão probabilística», não sendo possível datar «episódios extremos» nem saber a sua duração.

Os modelos meteorológicos disponíveis hoje para os três meses apontam para a possibilidade de temperaturas mais elevadas em cerca de 0,5 graus Celsius acima da média.

A subida de temperatura deverá ser registada mais a Centro e Sul de Portugal continental.

«Os modelos indicam que poderão ocorrer temperaturas mais elevadas que o normal, mas não é possível saber quando vão ocorrer ou qual o seu período de duração», sublinhou Adérito Serrão.

Quanto à precipitação, a previsão probabilística indica que o período destes três meses será mais seco do que a média dos últimos 25 anos.

Neste caso, a região Norte será onde se poderá registar o Verão mais seco.

O ano passado, a temperatura média em Junho foi de 18,78 graus Celsius, em Julho de 21,58 graus e em Agosto de 21,77 graus.

Em 30 anos, entre 1971 e 2000, a média da temperatura média diária de Junho foi de 19,43 graus Celsius, em Julho de 22,17 graus e em Agosto de 22,15 graus.

A previsão a médio prazo fornecida segunda-feira pelo IM para Junho, Julho e Agosto refere um aumento ligeiro da temperatura e um Verão mais seco, mas atendendo aos últimos 25 anos.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 04.06.08 14:44

Violência escolar relacionada com «charros» mais fortes

A violência nas escolas e o alto nível de abandono escolar em Portugal podem estar relacionados com o consumo de «charros» mais fortes, devido ao maior índice do princípio activo da canabis, segundo o presidente da Associação Portugal Livre das Drogas.
Em declarações à Agência Lusa, Manuel Pinto Coelho referiu que actualmente se encontra entre cinco a 25 por cento de tetrahidrocanabinol (THC) nos denominados «charros», enquanto anteriormente a percentagem do princípio activo da canabis rondava os dois a três por cento. Por isso, o responsável garante não fazer sentido a diferenciação entre drogas duras e leves.

O presidente da Arisco, Instituição para a Promoção Social e da Saúde, Lúcio Santos, concorda com a definição de que «drogas são drogas» e nesta definição devem ser incluídos ainda «consumos descontrolados» de álcool e tabaco.

O psicólogo, que já integrou um projecto de prevenção nomeadamente da toxicodependência em várias escolas, garantiu ainda que problemas como a violência ou o abandono escolares têm que ser explicados sempre por «conjugação de factores», que podem ir desde a esfera familiar até à social.

«Nas situações relatadas pelos professores e outros profissionais das escolas, muitas das situações nem sequer estão relacionadas com o consumo de haxixe», notou Lúcio Santos, para quem é também importante analisar os consumos como consequências e não apenas como origem dos problemas.

O médico Manuel Pinto Coelho referiu, por seu lado, que a concentração maior de THC deve-se a métodos de biotecnologia e mutações genéticas.

«Mais de metade dos estudantes do secundário e universitário consome drogas leves, embora essa distinção já não faça sentido porque as drogas são todas duras, segundo as determinações das Nações Unidas. A agressividade nas escolas pode estar relacionada com esse consumo de cigarros de canabis, que chegam a ter 10 vezes mais THC que anteriormente», alertou.

Segundo Pinto Coelho, mais THC provoca mais «agressividade e um síndrome amotivacional, que passa pela apatia, indolência, o que leva à desmotivação, maior dificuldade em reter os conhecimentos e a uma repercussão no rendimento escolar».

«Portugal é recordista europeu no abandono escolar», com 38 por cento, enquanto a taxa europeia é de 14 por cento«, referiu a mesma fonte, acrescentando que um estudo publicado no ano passado na revista científica Lancet registou um aumento de tratamentos hospitalares de esquizofrenia e psicoses relacionado com o consumo de canabis.

O presidente da Arisco questionou ainda qual pode ser o peso da adulteração das drogas nos comportamentos amotivacionais e promotores de violência.

Recuperando a ideia já defendida de usar »kits« de detecção de drogas nas escolas, Pinto Coelho defendeu terem uma »dupla vantagem«: »óptimo pretexto para os jovens recusarem fumar um charro sem serem vistos como 'caretas' e serve para detectar de forma precoce a toxicodependência e encaminhar os casos para tratamento«.

Já Lúcio Santos teme efeitos perversos da medida, que podem passar por uma »promoção do absentismo« para evitarem serem testados e encontrar formas para «adulterar os resultados».

«O argumento para o consumo também deve vir de dentro e não de fora. Por isso, a prevenção deve ser feita em linha com o desenvolvimento individual, familiar e social», afirmou.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por zebofas em 04.06.08 14:52

So faxada!
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 05.06.08 12:05

Comunidade Lusa representa 16% da população no Luxemburgo



A comunidade portuguesa no Luxemburgo está a crescer desde 2004 em cerca de três mil pessoas/ano e representa 16 por cento da população do país, revelam estatísticas oficiais.

Segundo estatísticas divulgadas em Maio último, dos 483,8 mil habitantes no Luxemburgo, 205,9 mil são estrangeiros, dos quais 76,6 mil são portugueses, número que está já desactualizado, dado que o Consulado português estima que actualmente a comunidade lusa ronde os 80 mil.

De 2007 para 2008, o saldo de portugueses no Luxemburgo voltou a ser positivo, com a chegada ao país de 2.900 emigrantes.

Nos últimos cinco anos, a comunidade lusa aumentou a uma média de três mil pessoas por ano.

A maior parte dos emigrantes portugueses no Luxemburgo é originária do distrito de Coimbra, seguindo-se na lista dos mais representativos Braga, Vila Real, Viseu e Porto.

O salário mínimo no país é de 1.609,53 euros, sendo que os trabalhadores qualificados recebem pelo menos 1.931,44 euros.

O arrendamento de um apartamento com um quarto e uma sala custa mais de 1.000 euros por mês.

Uma família com um filho recebe 185,60 euros de abono mensal, 440,72 se forem dois filhos, valor que aumenta para os 1.526,3 euros por cinco filhos.

Nos últimos dois anos, segundo dados do Consulado português, nasceu uma média de cerca de 1400 crianças portuguesas no Luxemburo. Este ano já nasceram seiscentas e trinta.

O valor de referência das pensões de reforma no Luxemburgo é de 1.595,25 euros, sendo que a pensão mínima que um trabalhador recebe aos 65 anos ou com 40 anos de descontos é de 1.435,72 euros.

Considerando que em Fevereiro último o Estado luxemburguês pagou pensões a 6.036 reformados residentes em Portugal, isto representa um valor mensal estimado entre os 07 e os 10 milhões de euros.

O distrito de Coimbra é onde residem a maior parte destes pensionistas (1.532), seguido do de Viseu (739).

Lusa


Última edição por Johny89 em 06.06.08 11:32, editado 1 vez(es)
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Edscp em 05.06.08 12:11

so 16% ? parace ser mais xD...
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 06.06.08 11:36

Número de portugueses no Reino Unido ascende a 300 mil

O Reino Unido acolhe actualmente mais de 300 mil portugueses, mais do dobro daqueles registados nos consulados e nove vezes superior ao número oficial britânico, reflexo de um intenso fluxo migratório registado nos últimos anos.
A estimativa da dimensão da comunidade portuguesa a habitar «com carácter de estabilidade» nas ilhas britânicas foi dada à agência Lusa pelo cônsul-geral em Londres, Miguel Pires.

Todavia, as incrições nos dois consulados portugueses - Londres e Manchester - rondam apenas as 140 mil e o último recenceamento da população britânica, em 2001, contava pouco mais de 36 mil portugueses.

O diplomata atribui a diferença de números ao facto de o acesso ao país e ao mercado de trabalho ser hoje livre e sem grande burocracia.

«O universo de pessoas que está no Reino Unido já trabalha, tem número de segurança social e não precisa dos serviços do consulado», resume Miguel Pires.

Isto só acontece sobretudo quando precisam de registar o nascimento de filhos ou de um casamento, renovar o bilhete de identidade ou passaporte e recorrer ao notário para lavrar procurações para tratar de assuntos em Portugal.

Mas a disparidade de números deve-se também ao aumento da migração de portugueses, atraídos pela «prosperidade económica do Reino Unido e pelas oportunidades de trabalho», explica.

O volume deste fluxo é difícil de contabilizar, tanto pelas autoridades portuguesas como pelas britânicas, que incluem os movimentos dos portugueses numa categoria geral de cidadãos europeus.

Durante três gerações, a ilha da Madeira foi o principal manancial da comunidade portuguesa no Reino Unido, na maioria sem grandes qualificações literárias ou profissionais.

Hoje chegam também do território continental e uma grande parte das grandes cidades, como Lisboa, Porto e Coimbra, diz Miguel Pires.

Muita da mão-de-obra continua a ser pouco especializada e é absorvida pelas indústrias da construção, agrícola ou alimentar, sobretudo no norte e centro do país, e pode disparar em certas épocas do ano, como a das colheitas da fruta.

Um exemplo são as centenas de portugueses que trabalham em unidades de transformação de carne na região de East Anglia, e que estiveram em destaque há um ano devido devido ao foco de gripe das aves registado numa das companhias.

Mas o perfil de portugueses a chegar é presentemente mais variado, com jovens qualificados a procurar complementar formação de ensino superior ou prosseguir a carreira profissional.

Consultores financeiros, arquitectos, engenheiros, investigadores científicos ou artistas portugueses chegam regularmente ao território britânico e ingressam em multinacionais ou universidades locais.

«As razões», afirma Miguel Pires, «deixaram de ser só económicas para serem também culturais e de desenvolvimento pessoal».

Ao mesmo tempo, existe um «grande esforço de integração, com formação e cursos de língua inglesa» diferente daquele feito e exigido às gerações anteriores, realça.

Outra grande diferença da comunidade portuguesa é a relação que mantém com Portugal.

Graças à facilidade das telecomunicações (telefone ou Internet) e aos voos de baixo-custo, o número de visitas por ano deixou de ser apenas uma ou duas para passar a quatro ou cinco vezes.

Isto faz com que, cada vez mais, os portugueses no Reino Unino sejam hoje menos emigrantes para ser o que o cônsul define como «expatriados temporários».

«A grande maioria não precisa imediatamente do consulado», constata.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 06.06.08 12:01

Acne tem consequências tão sérias como asma, epilepsia ou diabetes ...



A acne, doença que afecta 80% dos jovens adolescentes, tem consequências psicossociais tão sérias como a asma, a epilepsia, a diabetes ou a artrite, segundo um comunicado da Mediahealth.

«Taxas mais elevadas de insucesso escolar e de desemprego, depressão e ansiedade, rejeição social e isolamento são algumas das principais repercussões negativas desta patologia», de acordo com o comunicado.

Esta é a principal causa que leva a maior parte dos jovens às consultas de dermatologia. Mas apenas 10 a 15% dos casos são considerados graves, segundo o Dr. António Massa, Dermatologista e Membro do Portuguese Acne Advisory Board.

A acne é uma doença crónica da pele causada por influências hormonais e genéticas que, por ser tão frequente, é considerada pelos especialistas dermatológicos quase universal durante a adolescência.

Costuma surgir entre os 14 e os 17 anos nas raparigas e entre os 16 e 19 entre os rapazes, diminuindo até desaparecer por volta dos 25 anos. Mas por vezes também pode persistir na fase adulta.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por LorDrummeR em 06.06.08 14:32

Este é o meu pior inimigo... o acne Mad
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por blitz0 em 06.06.08 14:38

Eu por acaso não tenho, também ainda tou no fruto da idade dele mas espero não vir a ter ..
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 08.06.08 16:34

Mercado argelino é da maior importância para o país - Sócrates



O primeiro-ministro, José Sócrates afirmou hoje, em Argel, que as relações económicas com a Argélia já atingiram "um ponto de maturidade" e considerou o mercado argelino como sendo "da maior importância para Portugal".

José Sócrates participa hoje e segunda-feira, em Argel, na II Cimeira Luso Argelina, estando neste país acompanhado pelos ministros de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, e pelo ministro da Economia, Manuel Pinho.

Estava prevista também a presença em Argel do ministro Mário Lino, mas o titular das pastas das Obras Públicas, Transportes e Comunicações ficou em Lisboa.

Falando à chegada a Argel, o chefe do Governo português defendeu que as relações entre Portugal e Argélia, na sequência da primeira cimeira política entre os dois países, atingiram já "um nível de maturidade significativo".

"Para Portugal, as relações com os países do Magreb são prioritárias, não apenas por razões políticas e de segurança, mas também por razões económicas", salientou José Sócrates.

O primeiro-ministro vincou depois que Portugal já realiza cimeiras anuais com a Argélia, Marrocos e Tunísia e que recentemente abriu uma embaixada na Líbia.

"A Argélia é o grande fornecedor a Portugal de gás natural e é um parceiro económico da maior importância. Por outro lado, as exportações portuguesas para a Argélia, nos primeiros três meses deste ano, quase que duplicaram. Ou seja, já começamos a ter resultados", sustentou.

Sobre as expectativas nacionais em relação à II Cimeira Luso Argelina, que hoje começa em Argel, Sócrates disse pretender em primeiro lugar "reforçar as relações políticas, agradecer a ajuda que o Governo da Argélia deu na organização da Cimeira entre União Europeia e África [em Dezembro, em Lisboa] e dar um contributo para que a relação económica bilateral continue a subir", apontou.

Ainda ao nível das relações económicas, o primeiro-ministro classificou o mercado argelino "da maior importância para Portugal".

Neste capítulo, Sócrates referiu que a II Cimeira Luso Argelina será marcada pela assinatura de alguns acordos bilaterais, mas frisou que "mais significativa é a relação empresarial já existente entre os dois países".

"No domínio da energia, tem corrido muito bem a relação entre a EDP e a Sonatrach, e Portugal está presente em várias áreas de actividade no mercado argelino, desde o sector bancário até à maquinaria", referiu.

No seu breve encontro com o seu homólogo argelino, o primeiro-ministro elogiou "a experiência" que teve "com os magníficos dias" de férias no deserto que gozou no período após o Natal deste ano.

"Foram dias fantásticos", disse Sócrates.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 09.06.08 5:35

Dois militares portugueses feridos em ataque próximo de Cabul

Dois feridos ligeiros e uma viatura danificada foi o balanço do ataque de rebeldes afegãos contra uma coluna militar portuguesa que regressava domingo a Cabul, informou hoje o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA) .

A coluna militar portuguesa foi atacada domingo à noite na província de Wardak, 80 quilómetros da capital, por rebeldes afegãos, tendo resultado dois feridos ligeiros quando esta fazia o trajecto de regresso à capital do Afeganistão, após um mês e meio de missão em Wardak, não tendo sido necessário prestar assistência médica imediata aos feridos no local.

O Estado-Maior General das Forças Armadas informa que "os dois feridos ligeiros prosseguiram a sua missão com normalidade, tendo a coluna da Força Nacional Destacada chegado a Cabul, ao aquartelamento nacional, sem mais incidentes, durante a madrugada de hoje".

A coluna militar, que partiu de Kandahar no dia 8 de Junho, era constituída por 92 militares e 22 viaturas e terminou o seu empenhamento a Sul do Afeganistão, após um mês e meio em missão na área de operações de Kandahar.

A 1ª Companhia de Comandos efectuou uma missão operacional na província de Kandahar, epicentro da insurreição talibã no sul do país.

O contingente português, que assume desde Março as funções de Força de Reacção Rápida do comando da Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF) da NATO, foi deslocado de Cabul para Kandahar, onde os comandos cumpriram um período de adaptação ao teatro operacional, antes de ocuparem posições em Maywand, um distrito daquela província do sul do Afeganistão.

Nesta região coube à 1ª Companhia de comandos apoiar o esforço de expansão das posições da NATO e do exército afegão (ANA) na região de Kandahar, a área de maior actividade operacional no Afeganistão, de forma a retirar espaço de manobra à insurreição.

«Como unidade de reserva do COMISAF (comandante da ISAF) pode a qualquer momento ser enviada para qualquer ponto do teatro afegão», afirmou, na ocasião, o porta-voz da ISAF, general Crlos Branco.

A área de Kandahar é um dos principais alvos do esforço de reforço do dispositivo de forças da NATO e dos EUA no Afeganistão (cerca de 60 mil homens no total).

O contingente nacional de comandos regressa a Portugal em Agosto.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 09.06.08 16:57

Paralisação dos camionistas ameaça cortar abastecimento de comida, alertam distribuidores ...

A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (Aped) e a Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares (Fipa) alertaram hoje que o prolongamento da paralisação dos transportadores poderá causar cortes nos abastecimentos ao público.

"A actual paralisação dos camionistas está a provocar enormes perturbações no sector agro-alimentar", alerta um comunicado da Fipa, que garante estar "eminente" a ruptura de reservas nos armazéns "caso a paralisação não seja travada imediatamente".

"Está já em causa o funcionamento de algumas fábricas", diz a federação, adiantando estar também em causa " a sobrevivência de milhões de animais que têm de ser alimentados todos os dias".

A Fipa faz apelo à intervenção "empenhada e urgente do Governo", para assegurar o abastecimento de matérias primas à indústria agro-alimentar.

Também em comunicado, a Apeda alerta que, se a situação de bloqueio não for resolvida, as empresas ficam sem hipótese de fornecer as lojas e os produtos deixarão de ser repostos, com as naturais consequências para o normal abastecimento da população".

A paralisação dos camionistas, que teve início às 00:00 de hoje, "está a impedir a saída das viaturas dos centros de distribuição de empresas associadas da Aped e já a prejudicar, gravemente, o normal abastecimento das lojas", disse a associação.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 11.06.08 8:51

Agricultores admitem associar-se a protesto dos camionistas

A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) admitiu hoje que o sector «possa vir a manifestar-se publicamente», em protesto conjunto com os camionistas, disse hoje à agência Lusa o seu presidente, João Machado.
Os agricultores «reivindicam exactamente o mesmo que os camionistas, gasóleo profissional ao preço de Espanha», e custos «mais baixos para os factores de produção», explicou João Machado.

A decisão de protesto dos agricultores ainda não está tomada, depende das resoluções saídas hoje do encontro entre o governo e os representantes dos transportadores pesados de mercadorias, disse o presidente da CAP.

A decisão de protesto será tomada dentro de poucos dias, conforme as soluções apontadas pelo Governo para resolver o problema dos elevados custos de produção, nomeadamente o preço do gasóleo, afirmou o representante da CAP.

Neste momento, é ainda prematuro tomar qualquer decisão, mas «os agricultores estão solidários com os camionistas», revelou João Machado.

Os agricultores estão com problemas reais em relação ao transporte e colocação dos produtos nos mercados e superfícies comerciais, estando vários profissionais do sector com problemas graves nas explorações ao nível da logística, concluiu o responsável.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 11.06.08 9:00

Supermercados da região Centro já apresentam algumas faltas

Em muitas médias e grandes superfícies comerciais da região Centro os efeitos da paralisação dos transportadores de mercadorias começam a fazer-se sentir, com as prateleiras a apresentarem já algum défice de produtos.
Assim, nas prateleiras de alguns supermercados de Coimbra escasseiam legumes, fruta, carne e peixe, embora não se note, para já, uma afluência de clientes acima do normal.

Em alguns casos, não há fruta nem mesmo batata ou cebola, e os legumes que ainda restavam durante a manhã eram pouco mais do que alguns repolhos e alho francês, como se verificou no Modelo.

No mesmo estabelecimento, havia uma banca com cerca de um metro quadrado de peixe e as prateleiras de carne encontravam-se praticamente vazias, sendo o frango o produto em maior quantidade.

A Lusa tentou contactar, sem sucesso, o responsável em permanência do referido supermercado, que na altura controlava a descarga de um camião com botijas de gás.

Também no Lidl da Pedrulha, os «stocks estão em baixa» e desde segunda-feira o estabelecimento não é abastecido por qualquer camião, disse à Lusa Rui Moura, adjunto chefe de loja.

«Ainda não se chegou à doidice da procura de enlatados», referiu aquele responsável, acrescentando que foram os legumes e a fruta os primeiros produtos a esgotarem.

No Continente do centro comercial Fórum de Coimbra era também notória, à hora do almoço, a quebra de produtos nas prateleiras de carne, peixe fresco, fruta e legumes.

Em Viseu, em algumas superfícies comerciais começam já a faltar alimentos, mas os clientes com quem a Lusa falou disseram que só se começarão a preocupar em se abastecer em maiores quantidades do que é habitual se a crise dos combustíveis durar mais dois ou três dias.

«Vivo sozinha com a minha filha e não me estou a preocupar muito. Vim fazer as compras que faço sempre. Só que a minha filha só gosta dos iogurtes do Lidl e já não há», lamentou Manuela Lopes.

Também o casal Regina e Nelson Dias disse não ter receio da falta de alimentos, ainda que hoje já não tivesse podido comprar o peixe que queria no hipermercado Continente.

«Só há peixe de aquicultura. E desse não queremos. Mas levamos outra coisa para comer», contou Regina.

No talho, nota-se a falta de carne de porco, o que, como explicava o funcionário aos clientes, «se deve à situação dos camionistas».

Pouco preocupado estava o agricultor Daniel Esteves, de Rio de Loba (Viseu), que habitualmente apenas se desloca ao Continente para comprar arroz, massa, leite, sal e acúçar.

«Eu cultivo muita coisa e crio galinhas, coelhos e porco. Medo da fome eu não tenho», frisou.

Também na cidade da Guarda começam a sentir-se faltas em supermercados, embora ainda sem grande expressão, à excepção do verificado no Modelo.

«Começam a faltar principalmente os frescos», disse fonte do supermercado Modelo, que considerou a situação «bastante preocupante», adiantando que «carne e peixe fresco já não há nada desde ontem [terça-feira]».

Quanto a frutas e legumes «só há para hoje».A mesma fonte admitiu que caso não sejam feitos reabastecimentos nas próximas horas «vai haver quebras» em relação a outros produtos, sem especificar quais.

Na loja Mini-Preço «falta açúcar desde ontem de manhã», adiantou um elemento da direcção do supermercado.

Garantiu que «o resto há de tudo» e explicou que a falta de açúcar aconteceu porque «não havia em stock e era para vir nestes dias».

No supermercado Intermarché ainda não faltam alimentos.

«Hoje já recebemos carne e estamos à espera que nos chegue alguma coisa de peixe», disse à Lusa fonte da cadeia comercial.

No supermercado Feira Nova, o responsável Paulo Almeida, disse que não faltam produtos e que os «stocks ainda aguentam».

«Ontem os camiões ainda chegaram e a carne veio, mas devido ao que se está a passar, a situação pode ficar complicada para o fim-de-semana», admitiu o responsável.

Já nas grandes e médias superficies comerciais de Castelo Branco, as grandes faltas são os frescos, peixe e verduras, mas há também alguns espaços mais pequenos, como Mini-Preço, onde já faltam outros produtos.

No Jumbo entrou esta manhã um carregamento de peixe fresco e a zona de verdes está também sem faltas, uma vez que os responsáveis estão a recorrer a distribuidores locais, para evitar roturas.

Em Leiria, na cadeia de supermercado Ulmar, que tem lojas em diversas localidades da região, alguns lacticínios já começam a faltar nas prateleiras.

Também em pelo menos duas padarias da cidade, a falta de farinha está a condicionar a produção de pão.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por batista30 em 11.06.08 9:26

ya é verdade..no modelo e no lidl na minha terra não ha carne fresca, não ha legumes nem peixe fresco... Mad
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 11.06.08 9:50

Água e produtos frescos faltam nos hipermercados do Alentejo

A falta de embalagens de água e de peixe, carne, frutas e legumes frescos é hoje bem visível em muitas grandes superfícies comerciais de Évora, Beja e Portalegre, devido à greve dos transportadores de mercadorias.

Contactados pela agência Lusa, quase todos os responsáveis dos hipermercados das três capitais de distrito do Alentejo remeteram eventuais esclarecimentos para os departamentos centrais dos grupos de distribuição que representam.

Ainda assim, numa ronda efectuada pela Lusa em várias destas grandes superfícies, foi possível constatar os efeitos da paralisação, que está a deixar vazias algumas das prateleiras.

Numa das lojas Pingo Doce em Évora, por exemplo, poucos são os legumes que restam, estando também praticamente vazia a banca de fruta, com excepção de algumas espécies mais exóticas, como as mangas.

A parte do talho, por volta da hora do almoço, também quase não tinha carne e a bancada do peixe estava reduzida pela metade, ainda com algumas postas para vender.

"Já não há garrafões de água, nem carne, fruta ou legumes", lamentava Maria Antónia, enquanto o marido, Jorge Pratas, acondicionava os sacos das compras na bagageira do automóvel, já com o depósito devidamente abastecido.

Apesar de ter deixado algumas compras por fazer, devido à inexistência dos produtos, este casal de Évora disse compreender o protesto dos transportadores de mercadorias e não se mostrou preocupado caso a paralisação se prolongue por mais dias.

"Isto tem que partir por algum lado. A mim não me incomoda", afirmou Jorge, enquanto a esposa já faz contas aos cozinhados: "Tenho lá por casa um galinheiro com um pato e algumas galinhas. Se for preciso mato-os, mas à fome não morremos".

Já no Modelo de Évora, a peixaria não tem qualquer peixe fresco, estando a bancada "decorada" com vários bacalhaus secos salgados, e a água, exceptuando algumas garrafas de vidro de litro e meio, também acabou, estando as prateleiras preenchidas com refrigerantes.

Na secção de legumes, duas ou três alfaces davam ainda um "ar da sua graça", acompanhadas de alhos franceses, nabos, couves roxas e pouco mais, assim como algumas embalagens de salada.

"Já não consegui comprar carne de porco, nem de frango, legumes e água", disse à Lusa Joaquim Oliveira, acabado de sair do Modelo.

A escassez de embalagens de água também é visível no Lidl de Évora, apesar de ainda haverem garrafas de meio litro, e os legumes e a fruta estão "de resto".

"Do que vinha comprar, só não levo tomates e fruta", relatou a cliente Maria Emília Dias, tendo Henriqueta Pinto, a alguns metros de distância, lamentado a falta de garrafões de água, sem se preocupar muito com a hortaliça: "Não preciso, tenho no meu quintal".

Contactada pela Lusa, uma responsável do Ecomarché de Viana do Alentejo, a cerca de 30 quilómetros de Évora, reconheceu que a situação está "muito complicada, como em todo o país", tendo já acabado "a gasolina sem chumbo 95" no posto de combustível e, na loja, "alguns dos produtos frescos".

Um cenário semelhante foi apresentado por uma responsável do Modelo de Reguengos de Monsaraz, também perto de Évora: "Já não temos peixe, carne e verduras".

Quanto a Beja, a pior situação verifica-se na principal das três lojas Pingo Doce, na qual a oferta de frutas e legumes frescos está praticamente no fim e as prateleiras da fruta fresca estão ocupadas por latas de pêssego em calda e embalagens de cereais.

Naquela loja, não há peixe fresco à venda, apenas congelado e bacalhau seco, e as prateleiras frigoríficas do talho e da carne fresca embalada estão quase vazias.

As prateleiras de frutas e legumes também estão quase vazias e não há carne fresca embalada à venda no Lidl, onde se verificam ainda falhas nos stocks de algumas marcas de águas, cervejas, vinhos e refrigerantes.

À semelhança da loja Pingo Doce, no hipermercado Modelo também não há peixe fresco à venda, apenas congelado e bacalhau seco, e no Intermarché a bancada do marisco fresco está vazia.

Portalegre não foge à regra, estando o efeito da paralisação a sentir-se nas pequenas, médias e grandes superfícies comerciais, que apresentam défice de produtos.

"Não temos peixe desde segunda-feira, a carne deve acabar quinta-feira e estamos com uma situação complicada nos legumes", disse Carlos Araújo, gerente do Intermarché em Portalegre e em Ponte de Sor, avançando que, dentro de "24 a 48 horas", poderá deparar-se com uma "ruptura total de stocks".

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 12.06.08 16:32

Portugal com mais mulheres a trabalhar que a média europeia

A taxa de emprego das mulheres em Portugal atingiu os 61,9 por cento em 2007, mais 3,6 pontos percentuais que a média dos 27 países da União Europeia, segundo dados que o Eurostat hoje divulgou.

A taxa de emprego das mulheres em Portugal caiu 0,1 ponto percentual no ano passado, face a 2006, altura em que se situou nos 62 por cento.

A taxa média dos 27 países da União Europeia atingiu os 58,3 por cento em 2007, mais um ponto percentual que no ano anterior, um valor abaixo da meta definida na Estratégia de Lisboa, de atingir uma taxa de emprego de 60 por cento para as mulheres em 2010.

Portugal já ultrapassa o objectivo da Estratégia de Lisboa, a par de outros 14 países europeus.

A Dinamarca tem a maior taxa de emprego das mulheres (73,2 por cento), seguida da Suécia (71,8 por cento).

A Holanda tem uma taxa de 69,6 por cento, superando a Finlândia (68,5 por cento), Estónia (65,9 por cento), Reino Unido (65,5 por cento), Letónia (64,4 por cento), Áustria (64,4 por cento) e Alemanha (64 por cento).

Com taxas em torno dos 62 por cento, além de Portugal, encontram-se países como Eslovénia, Chipre e Lituânia.

Abaixo da média europeia situam-se países como a Bulgária (57,6 por cento) e a República Checa (57,3 por cento), seguidos da Bélgica (55,3 por cento) e Luxemburgo (55 por cento).

Depois da Espanha (54,7 por cento), encontram-se a Eslováquia (53 por cento), Roménia (52,8 por cento), Hungria (50,9 por cento) e Polónia (50,6 por cento).

Na cauda da Europa surgem a Grécia (47,9 por cento), Itália (46,6 por cento) e Malta (36,9 por cento).

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 13.06.08 14:49

Agricultores e táxis preparam protestos ...

Depois dos pescadores e camionistas, chega a vez dos agricultores e dos taxistas, todos contra o aumento dos preços dos combustíveis, um custo importante em cada uma daquelas actividades, destaca o jornal Público esta sexta-feira.
Os próximos deverão ser os agricultores, a partir de meados da próxima semana. Daqui a um mês, os taxistas prometem tomar o palco.

Já hoje, são os agricultores que começam a movimentar-se.

Em Coimbra, aonde se deslocará o primeiro-ministro, dirigentes da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) entregarão um «caderno de reivindicações» a José Sócrates.

Neste documento constará um apelo para que a comparticipação do Estado no gasóleo agrícola acompanhe a subida do preço dos combustíveis e que o Ministério da Agricultura volte a pagar 40% do consumo de energia das explorações - a chamada "electricidade verde" que foi suspensa por este Governo.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por danyro em 15.06.08 10:16


Bebé raptado em Penafiel encontrado em Felgueiras
Um bebé raptado, ontem, na maternidade do Hospital Padre Américo, em Penafiel, foi encontrado — "bem de saúde" — na freguesia de Cernande, em Felgueiras, onde mora a presumível raptora. As autoridades policiais suspeitam que o bebé tenha sido raptado por uma ex-funcionária do hospital, de onde desapareceu pelas 14h35 horas de ontem.
As primeiras informações indicavam que a raptora, uma mulher com idade entre os 20 e os 30 anos, se terá feito passado por enfermeira e abordou a mãe pedindo-lhe a criança com o objectivo de a levar para o pesar.
O rapto só seria detectado uma hora depois, quando um berçário foi encontrado abandonado num elevador.
As investigações ao rapto da criança foram conduzidas pela Polícia Judiciária (PJ), depois de a GNR (Guarda Nacional Republicana) local ter reforçado, na sexta-feira, a vigilância ao hospital, alertada por "rumores de que um rapto iria acontecer"
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 15.06.08 10:35

Boicote dos rebocadores deixa carros avariados nas bermas



A paralisação dos reboques do Algarve e Alentejo está a deixar vários carros parados nas bermas das estradas algarvias, mas o trânsito está a fluir normalmente na região, disse à Lusa fonte da Brigada de Trânsito da GNR.
A juntar à paragem dos caros pronto-socorro, este é para muitos do dia do regresso de férias ou do fim-de-semana alargado - terça-feira foi feriado nacional e sexta-feira houve feriado municipal em Lisboa -, pelo que são de esperar alguns problemas de circulação nas estradas, admitiu a mesma fonte.

Em declarações à Lusa, um dos dirigentes dos rebocadores do sul, Manuel Runa, reconheceu que a escolha das 00:00 horas de segunda-feira para o regresso ao trabalho - e não 24 horas antes - se deveu à tentativa de, dessa forma, pressionar as seguradoras a satisfazer as reivindicações do movimento.

«Com o regresso de férias, o Algarve vai ter mais movimento esta tarde e terá situações complicadas, portanto este adiamento de 24 horas do regresso à estrada é uma maneira de pressionarmos as companhias», enfatizou.

Todavia, admitiu que, até ao momento, não se registaram situações graves e que os veículos sinistrados ou avariados têm sido removidos com a ajuda dos reboques da PSP e GNR, das oficinas ou de outros veículos, «puxados por cordas».

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por batista30 em 16.06.08 3:24

Odor a estrume invade hospital e lar de idosos

Não há quem suporte o cheiro a estrume. Nos últimos dias, é e tal forma intenso que motivou a intervenção da delegada do Centro de Saúde local, bem como do director clínico do Hospital da Misericórdia da Mealhada.

"O cheiro era realmente perturbador, não é admissível que os excrementos sejam espalhados por uma tão grande área de terra, sem qualquer produto anti-odor", referiu Adelaide Capelão, delegada de Saúde, explicando que enviou um relatório ao Ministério da Agricultura, pedindo a sua intervenção.

Os excrementos oriundos de uma vacaria e de uma suinicultura foram espalhados num terreno agrícola do proprietário de ambas, mas que fica paredes meias com as duas unidades de saúde e muito próximo do núcleo urbano do centro da cidade.

"O (...) cheiro nauseabundo a detritos orgânicos (...) penetra nos corredores do Hospital. Porque os doentes aqui internados e os residentes no lar não têm alternativa para mudarem de local, porque este tipo de cheiros provém de materiais com matérias orgânicas prejudiciais à saúde, porque é indicador de contaminação microbiológica, não teremos meios de protecção ambiental, capazes de verificar as ocorrências e de actuar coerciva e preventivamente?", questiona Luís Oliveira, director do Hospital, numa carta enviada à GNR.

Segundo Paulo Serra, comandante do Destacamento da GNR de Anadia, a Brigada do Ambiente esteve no local a recolher informações, mas outros dados já foram requisitados à Direcção Regional de Agricultura.

"Há informações que têm ainda de ser prestadas, como se a empresa tirou as respectivas licenças, se usou o produto anti-odor a que é obrigado. Só perante estas informações é que saberemos se vamos levantar o auto", refere.

Carlos Cabral, presidente da Câmara da Mealhada, diz ter conhecimento da situação, mas não pode fazer muito. "O que se suspeita é que a produção seja superior à capacidade de tratamento dos efluentes destas explorações e que, por isso, o proprietário proceda aos despejos nas terras agrícolas", explica, para adiantar que "a Câmara não pode fazer nada a não ser alertar outras entidades", adiantou.

Paulo Afonso, proprietário das explorações pecuárias, garante, porém, agir dentro da legalidade: "Está tudo dentro da lei. Os terrenos são agrícolas e por isso têm que ser adubados". E assegura que apenas espalhou os excrementos durante uma tarde.

No que respeita a episódios futuros é peremptório: "Se não querem que cultive os terrenos, tornem-nos urbanos e urbanizem-nos. Enquanto forem agrícolas são para cultivo, porque a agricultura é a minha fonte de subsistência", sublinha.
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 16.06.08 16:28

Raptora vai aguardar julgamento em prisão domiciliária

A mulher que sábado raptou um bebé no Hospital Padre Américo, em Penafiel, vai aguardar julgamento em prisão domiciliária, por suspeita do crime de sequestro agravado, disse hoje fonte judicial.

Segundo o oficial de justiça, a mulher «fica obrigada a permanecer em casa, mediante vigilância de pulseira electrónica, além do termo de identidade e residência».

O oficial de justiça do Tribunal de Lousada confirmou que a moldura penal do crime de sequestro agravado vai de dois a dez anos de prisão.

A mulher chegou ao Tribunal de Lousada cerca das 11h00 e entrou pela porta principal, iludindo cerca de uma centena de pessoas que a aguardavam junto a uma entrada lateral, o que pode explicar o facto da sua entrada ter sido totalmente pacífica.

Uma fonte próxima da raptora revelou hoje aos jornalistas, enquanto aguardavam a decisão do juiz, que a mulher lhe contou que terá estado mesmo grávida, mas «perdeu o bebé em Dezembro».

A fonte acrescentou que o rapto ocorrido sábado terá sido realizado «por amor» ao companheiro e que a raptora «terá actuado sozinha».

O caso ocorreu cerca das 14h35 de sábado, mas o rapto apenas terá sido detectado uma hora mais tarde, quando foi encontrado um berço abandonado dentro de um elevador do hospital.

A Polícia Judiciária revelou que recebeu a informação sobre o rapto do bebé às 15h45, tendo de imediato deslocado para Penafiel várias equipas de investigação, coordenadas pelo inspector Gil Carvalho.

A alegada autora do crime, uma jovem de 21 anos residente em Lousada, foi detida em flagrante delito cerca de quatro horas depois do rapto.

A criança, do sexo masculino, encontrava-se bem cuidada e estava vestida com uma roupa diferente daquela que usava quando foi levada do hospital.

Este foi o segundo rapto ocorrido no Hospital Padre Américo em pouco mais de dois anos.

Em Fevereiro de 2006, uma mulher raptou naquela unidade hospitalar um recém-nascido que só foi encontrado em Maio do ano seguinte.

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