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Jornal Nacional

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por goleador em 16.03.09 12:18

isso acontece sempre no último fim de semana de março... cheers

novidade era se não alterasse... study

penso eu de que... scratch
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goleador
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 18.03.09 17:20

Número estrangeiros altamente qualificados duplicou em 2008


O número de cidadãos estrangeiros altamente qualificados de fora do espaço europeu que chegaram a Portugal em 2008 duplicou em relação a 2007, sendo a maioria de nacionalidade brasileira, segundo dados hoje divulgados pelo Ministério da Administração Interna.

Portugal atraiu "533 estrangeiros altamente qualificados de fora do espaço europeu em 2008, mais do dobro do que em 2007", referem dados do Grupo de Contacto, criado em 2006 para a promoção da simplificação do processo de contratação de docentes, investigadores e outros estrangeiros altamente qualificados, no âmbito do Programa Simplex. Estes imigrantes altamente qualificados chegaram de mais de 40 países, com "especial relevo para as nacionalidades brasileira (223 vistos concedidos), chinesa (39), indiana (34) e norte americana (24)”.

Entre os vistos de residência e de estada temporária concedidos em 2008, encontram-se os de 88 investigadores, 132 docentes do ensino superior e 313 nomeadamente de quadros de empresas, profissões médicas e paramédicas, informáticos, engenheiros electrotécnicos, químicos, profissões jurídicas e profissionais liberais.

Segundo dados do Grupo de Contacto, que integra representantes dos ministérios dos Negócios Estrangeiros, da Administração Interna (MAI) e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o tempo médio para a obtenção dos vistos "tem vindo continuamente a ser reduzido", tendo-se atingido "um mínimo de cerca de 11 dias no segundo semestre de 2008, face a 12 dias no primeiro semestre de 2008 e uma média que ainda rondava os 20 dias em 2007".

O MAI refere, em comunicado, que estes objectivos foram possíveis de alcançar graças aos "mecanismos previstos na nova lei dos estrangeiros e das regras do espaço Schengen que facilitam a circulação de quadro técnicos qualificados e das medidas especiais de reforço da articulação dos ministérios e serviços envolvidos".

"Trata-se da concretização de mais um passo no quadro do 'Compromisso com a Ciência', neste caso adaptando a legislação de imigração e os mecanismos de acolhimento de imigrantes de alto nível científico e técnico, assegurando condições competitivas de entrada, fixação e reagrupamento familiar", lê-se no comunicado.

Neste contexto, os cidadãos estrangeiros com o perfil descrito podem entrar e permanecer em território nacional, nomeadamente, se "tiverem da entidade contratante uma promessa ou contrato de trabalho, uma proposta ou contrato de prestação de serviços ou uma bolsa de investigação científica numa instituição de I&D", lembra o MAI.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 22.03.09 11:51

Empresa de Ponte de Lima constrói casas amovíveis de granito



Tem 24 toneladas de peso, podem ser deslocadas de um lado para o outro, não precisam de alicerces, ficam prontas em três meses e custam 60 mil euros. São casas pré-fabricadas em granito, "made in" Ponte de Lima.

"São casas modulares, que normalmente não pagam impostos, embora esta não seja uma questão linear, já que há diferentes interpretações de câmara municipal para câmara municipal", disse, à Lusa, José de Brito, um dos administradores da "Graniminho", empresa com sede em Arcozelo, Ponte de Lima.

Além desta questão, o empresário sublinhou que a grande vantagem destas casas em relação às convencionais é que as pessoas as podem levar com elas, sempre que decidirem mudar de morada.

"É quase aquilo a que se chama andar com a casa às costas. Imagine que instala a casa num determinado local e chega à conclusão que não gosta da vizinhança. É só pegar nela e levá-la para um outro local, mais sossegado", acrescentou.

A casa tipo é um T2, com 48 metros quadrados e 24 toneladas de peso, e o seu custo ronda os 60 mil euros.

Denominada "granihouse", pode ser utilizada como casa de campo, de praia, apoio à piscina, abrigo de montanha, bungalow, camping, anexo "ou tudo o que a imaginação do cliente desejar".

"Em três meses, a casa fica pronta a habitar, num conceito chave na mão. Nós levamos a casa ao terreno do cliente e instalámo-la, ou em cima de uma pequena laje de betão ou em pilares de granito. Se um dia, por acaso, o cliente decidir mudar de ares, é só contactar-nos que nós trataremos de lhe levar a casa para a sua nova morada", disse ainda José de Brito.

Com estrutura de aço no interior, a casa é revestida, no exterior, com uma camada de 20 centímetros de granito e é "servida" totalmente equipada com móveis de cozinha, forno, placa, exaustor, roupeiros dos quartos, sanitários, mobiliário da casa de banho, isolamento térmico e acústico e todas as redes eléctrica, de águas e de esgotos.

Neste momento, a Galiza, em Espanha, é o principal mercado da Graniminho, uma empresa em funcionamento há cerca de um ano e que também já "exportou" casas pré-fabricadas em granito para França.

"No mercado português ainda estamos agora a penetrar, lentamente, que a vida não está fácil, mas penso que, aos poucos, as pessoas se vão aperceber que esta é uma casa que vale a pena", disse ainda José de Brito.

O empresário garantiu que, até agora, a fábrica nunca foi contactada para fazer a mudança de qualquer casa.

"Quer melhor prova do que esta de que os clientes ficam mesmo satisfeitos com a casa que lhe levamos a casa?", rematou, com algum humor.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 23.03.09 11:36

José Sócrates apela à compra de painéis solares


O primeiro-ministro apelou hoje à compra de painéis solares pelos portugueses, no âmbito do programa do Governo de incentivo ao uso de energias renováveis, destacando o impacto positivo que terá na economia a vários níveis.

«Se [os portugueses] querem dar um bom contributo para, em primeiro lugar, reduzirem a sua factura energética e gastarem menos dinheiro com o aquecimento da água, se querem dar um contributo para o seu país, para haver mais emprego e mais dinamismo económico, por favor instalem painéis solares nas suas casas, aproveitem este programa do Governo», afirmou José Sócrates durante uma visita à empresa produtora de painéis solares termodinâmicos Energie, na Póvoa de Varzim.

Segundo salientou, o programa de incentivo à aquisição de painéis solares prevê a comparticipação, pelo Governo, de 50 por cento do investimento. «Se o fizerem, estão a dar um estímulo para transformar Portugal num país melhor, estarão a dar mais oportunidade de emprego a compatriotas seus e estarão a dar mais oportunidades às empresas portuguesas, como a Energie, e mais oportunidades de emprego e de actividade às micro-empresas a quem é subcontratada a instalação dos painéis solares», afirmou Sócrates.

Por outro lado, o aproveitamento da energia solar «é um excelente contributo para aumentar a eficiência e a autonomia energética do país», disse.

Apontando a aposta do Governo nas energias renováveis como uma «forma de combate à crise», o primeiro-ministro admitiu que «2009 vai ser um dos anos economicamente mais difíceis» em Portugal, «como em todo o mundo».

«Tenho 51 anos e nunca vivi uma situação como esta, nem há hoje nenhum político ou empresário no activo que possa dizer que viveu situações como a que estamos a viver, em que ao mesmo tempo os EUA, o Japão, a Europa, a Rússia e todos os países em desenvolvimento estão a enfrentar as maiores dificuldades», sustentou Sócrates.

«Pela primeira vez a economia do mundo tem uma previsão de crescimento negativo para 2009», salientou.

Face a este cenário, José Sócrates defende que há que «cerrar os dentes» e «estar na frente da batalha, ao lado daqueles que querem agir».

«Há muita gente que se queixa da crise, gosta de comentar a crise e até aproveita a crise, mas o dever do Governo é agir sobre a crise e uma das formas é estando ao lado dos empresários e daqueles que têm iniciativa e querem assumir riscos», disse.

Também presente na visita à Energie, durante a qual foi lançada a primeira pedra da segunda fase do complexo industrial da empresa, o ministro da Economia destacou o programa do Governo para instalação de painéis solares como «mais um marco no futuro das energias renováveis», onde, considerou, Portugal «está na linha da frente».

«Vivemos uma grande crise e temos de reagir, e uma das formas de reagir é estimulando este tipo de programas pela possibilidade de criar emprego e investimento», afirmou Manuel Pinho.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 24.03.09 16:50

Bióloga portuguesa descobre duas espécies de escaravelhos desconhecidas mundialmente


Duas novas espécies de escaravelhos, até aqui desconhecidas mundialmente, foram descobertas pela bióloga portuguesa Sofia Reboleira em grutas da Serra d’Aire e Candeeiros, o único habitat destes insectos que se conhece em todo o mundo.

«Só se conhecia uma espécie de escaravelho cavernícola do maciço calcário estremenho [característico da Serra d’Aire e Candeeiros e passamos a conhecer três», afirmou à agência Lusa a bióloga e espeleóloga da Universidade de Aveiro, Sofia Reboleira.

No âmbito da realização da sua Tese de Mestrado, a cientista desceu a cerca de cem metros de profundidade e foi surpreendida com a descoberta de dois novos escaravelhos que habitam exclusivamente no subsolo das grutas da Serra d’Aire e Candeeiros.

«Só existem numa parte daquelas grutas e em mais lado nenhum do mundo», frisou.

Sofia Reboleira explicou tratar-se de «espécies em vias de extinção», uma vez que pelo facto de estarem confinadas a um único habitat têm uma «população extraordinariamente reduzida» e são muito «sensíveis à poluição e às alterações do habitat» .

Por outro lado, «não sobrevivem» à superfície e «apenas se reproduzem no interior das grutas», fazendo depender dessa condição de isolamento e privação da luz algumas das suas características, como o aspecto despigmentado ou os olhos reduzidos, a que a própria evolução da espécie os conduziu.

As três espécies de escaravelhos, que se distinguem pelas características genitais do macho, provêem contudo de uma espécie ancestral comum que se foi reproduzindo, criando diferenças que deram origem a novas espécies.

As duas novas espécies do escaravelho do maciço calcário estremenho vão ser pela primeira vez divulgadas à comunidade científica mundial, num artigo que irá ser publicado em Maio numa revista alemã da especialidade.

A descoberta remonta ao ano de 2007, altura em que a revista National Geographic publicou um artigo sobre o trabalho de campo desenvolvido pela bióloga no âmbito da tese de mestrado (no Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro), que veio a apresentar em Dezembro do mesmo ano, sob a orientação científica dos docentes Fernando Gonçalves, do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, e Artur Serrano, da Faculdade de Ciências de Lisboa.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 26.03.09 13:05

Adolescentes portugueses são dos europeus que menos fumam


Os estudantes portugueses de 15 e 16 anos são dos jovens europeus que menos fumam cigarros, segundo um estudo que compara os consumos de álcool, tabaco e outras drogas naquelas idades em 35 países.
O ESPAD/2007, que se realiza a cada quatro anos e é hoje apresentado publicamente em todos os países participantes, analisa ainda a evolução desses consumos desde 1995, em cada país e no contexto europeu.

Em Portugal - assim como na Arménia, Chipre, Grécia, Islândia e Roménia - o consumo global de tabaco, álcool e drogas por estudantes de 15 e 16 anos situa-se abaixo da média do conjunto dos países analisados. Já em países como a Áustria, República Checa, Dinamarca, Alemanha, Eslováquia e Reino Unido o consumo é superior à média.

Em média, 58% dos estudantes de todos os países relatou já ter fumado cigarros pelo menos uma vez e 29% assumiu tê-lo feito nos últimos 30 dias. Destes, 2% tinham fumado pelo menos um maço de cigarros diariamente no mês anterior.

Áustria, Bulgária, República Checa e Letónia registam a maior prevalência de consumo de tabaco entre estes jovens, com percentagens na ordem dos 40 a 45%, enquanto Portugal, Arménia, Islândia e Noruega são os que têm menor consumo (7 a 19%).

Segundo o inquérito, não existe nenhum padrão geográfico óbvio, mas os estudantes da Europa Central e do Leste revelam taxas mais elevadas de consumo de tabaco.

Já relativamente ao álcool, dois terços dos estudantes inquiridos nos 35 países bebeu pelo menos uma vez durante a sua vida.

O estudo destaca ainda que o consumo de grandes quantidades de álcool num curto espaço de tempo (binge drinking) aumentou entre 1995 e 1999 e entre 2003 e 2007, especialmente entre as raparigas, quando tradicionalmente era um hábito que se centrava mais nos rapazes.

Este tipo de consumo é uma tendência crescente na Croácia, República Checa, Malta, Portugal e Eslováquia. O aumento mais pronunciado entre 2003 e 2007 verificou-se em Portugal, onde passou de 25 para 56%.

Outros países com aumentos significativos deste tipo de consumo foram Polónia, França, Croácia e Bulgária.

Já no que respeita à cannabis, o estudo revela que um terço dos jovens tem acesso facilitado a esta droga. Ao contrário, as anfetaminas e o ecstasy parecem ser menos acessíveis.

Em média, 23% dos rapazes e 17% das raparigas daquelas idades já experimentaram drogas ilícitas pelo menos uma vez.

O uso de drogas varia consideravelmente de país para país. Quase metade (46%) dos estudantes da República Checa afirmou usá-las, assim como um terço dos estudantes de França, Eslováquia e Suíça.

A maioria dos estudantes que experimentou drogas ilícitas consumiu cannabis. O ecstasy, a cocaína e as anfetaminas seguem em segundo lugar (3% cada).

O estudo analisou também o consumo dos chamados cogumelos mágicos e de esteróides anabolizantes. 3% dos estudantes dos 35 países em análise afirmaram consumir aquele tipo de cogumelos e 1% os esteróides.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 27.03.09 7:00

FAP intercepta avioneta suspeita de traficar droga


Uma avioneta foi hoje forçada a aterrar por um caça da Força Aérea no aeródromo da Praia Verde, no Algarve, por se «desconfiar que transportava droga», disse hoje à Lusa fonte militar.

A Força Aérea Portuguesa (FAP) interceptou a aeronave e obrigou o piloto a aterrar no aeródromo da Praia Verde, no sotavento algarvio.

A avioneta era «proveniente da costa do Norte de África», e foi seguida por um caça F-16 da Força Aérea Portuguesa após o «alerta do Sistema de Defesa Aérea Espanhol», disse à agência Lusa o tenente-coronel Paulo Gonçalves, daquele ramo militar.

A avioneta entrou primeiro em espaço aéreo espanhol, tendo «manobrado naquele território», e depois dirigiu-se para Portugal, altura em que o alerta foi enviado para a Força Aérea através do Sistema Integrado de Defesa da Europeu da NATO, explicou o oficial.

Após a aterragem da aeronave na pista de terra batida do aeródromo da Praia Verde, com cerca de 730 metros de comprimento, o piloto da avioneta fugiu do aparelho, tendo levado as autoridades a cercar aquela região.

As autoridades nacionais, através da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia Judiciaria (PJ), montaram um perímetro de segurança junto ao aeródromo, na freguesia de São Bartolomeu, perto de Monte Gordo, e evacuaram a zona, verificou a Lusa no local.

A GNR está à procura do piloto da aeronave com recurso a cães de busca

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 27.03.09 7:10

Mónica Sofia na primeira capa da Playboy Portugal

A modelo Mónica Sofia é a escolhida para a primeira capa da edição portuguesa da revista Playboy, que chega este sábado às bancas. Inicialmente o lançamento estava previsto para esta sexta-feira.

Já se sabe quem é a primeira cover girl da edição portuguesa da revista mensal Playboy. A escolhida foi a modelo Mónica sofia, conhecida pela sua participação no reality show televisivo Quinta das Celebridades, da TVI, e por ser uma das vozes da banda Delirium.

A Playboy chega às bancas no sábado e não na sexta-feira, como inicialmente previsto. Atrasos na conclusão e impressão da revista poderão ser a razão para a mudança da data.

Além de Mónica, os destaques da primeira Playboy vão para uma entrevista ao futebolista Costinha, outra mais reduzida ao cantor Pacman, dos Da Weasel, e ainda um ensaio fotográfico com a primeira playmate da revista, a modelo Rute Penedo.

O humorista Nuno Markl, o escritor Pedro Paixão e o ilustrador Nuno Saraiva, são alguns dos nomes conhecidos de colaboradores da Playboy portuguesa, que vai custar 3,95 euros.

A primeira tiragem é de 100 mil exemplares, passando depois para 80 mil.

SOL
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 30.03.09 9:40

Jovem atingido por descarga eléctrica foi operado e está inconsciente


O jovem atingido domingo por uma descarga eléctrica em Faro foi submetido «a intervenções cirúrgicas para libertar pele não viável» e encontra-se inconsciente, sob o efeito de sedativos, disse hoje fonte do Hospital Dona Estefânia.

O rapaz de 14 anos terá «subido para cima de uma das carruagens do comboio intercidades» e mesmo sem tocar na catenária (que tem uma voltagem elevada) terá «sido cuspido» com a descarga eléctrica, conforme disse à Lusa fonte da REFER.

O adolescente apresenta cerca de 70 por cento da superfície corporal queimada e «várias lesões internas devido à passagem de corrente eléctrica», explicou hoje o director da área de cirurgia pediátrica do Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, Paulo Casella.

Segundo a mesma fonte hospitalar, o rapaz de 14 anos, que foi transferido de helicóptero do Hospital Central de Faro para aquela unidade em Lisboa, foi «imediatamente submetido a uma intervenção cirúrgica para libertar tecido não viável».

O jovem de Faro encontra-se internado nos cuidados intensivos do hospital, onde está ventilado e sedado, «por causa das dores», não havendo previsão da duração do internamento no serviço.

Segundo Paulo Casella, o rapaz de 14 anos vai ter de ficar internado «várias semanas» e ser submetido a «várias operações para remoção da pele não viável».

O prognóstico do paciente é reservado.

Fonte das relações públicas do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) tinha informado que as queimaduras se registaram nos «membros superiores, tórax e um dos membros inferiores».

Fonte da CP (Comboios de Portugal) adiantou que o acidente ocorreu na «linha seis da Estação de Faro, às 20h10», onde estava estacionado desde as 17h00, naquela mesma linha, um comboio intercidades.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 15.04.09 17:33

Objectos recuperados do Titanic em exposição em Lisboa


Mais de duzentos objectos recuperados do Titanic, o navio que se afundou há 97 anos no Atlântico, vão ser revelados ao público português numa exposição a inaugurar em Maio em Lisboa, disse o promotor à agência Lusa.

A exposição, intitulada «Titanic - The Artifact Exhibition», estará patente no Espaço Rossio, uma área expositiva com mais de mil metros quadrados localizada na Estação do Rossio e que se estreia com esta mostra.

«A exposição retrata ambientes diferentes do Titanic, terá objectos reais resgatados do fundo do mar e recriações fidedignas do navio, como um camarote de primeira classe», explicou José Cardoso.

Do luxuoso navio, que se afundou a 15 de Abril de 1912 - cumprem-se 97 anos -, serão mostrados pela primeira vez em Portugal cerca de 230 objectos, como peças de vestuário, joalharia e uma garrafa de champanhe intacta.

Segundo José Cardoso, a exposição contará ainda a história real dos passageiros, as expedições feitas ao fundo do mar onde o Titanic se afundou e relatará o que aconteceu naquela noite e madrugada de Abril de 1912.

Além da recriação de alguns dos espaços do navio, no Espaço Rossio será ainda simulado um iceberg com gelo real.

Esta é uma exposição para quem tem um «fascínio pela época do início do século [XX], pelo fenómeno da emigração para os Estados Unidos, pela criação das grandes metrópoles e pela própria história do Titanic», assinalou José Cardoso.

«Titanic - The Artifact Exhibition», que estará patente em Lisboa durante pelo menos três meses, já passou por cerca de 70 cidades e foi visitada por mais de 18 milhões de pessoas em todo o mundo.

A exposição está actualmente em Madrid, encerra no domingo e foi vista até agora por cerca de 80 mil pessoas.

A mostra é organizada pela empresa RMS Titanic Inc., que detém os direitos de recuperação e preservação dos mais de cinco mil objectos resgatados do Titanic, submersos a 3.800 metros no Atlântico Norte.

O navio transatlântico Titanic afundou-se nas águas do Atlântico Norte na viagem inaugural, com destino a Nova Iorque, depois de ter chocado com um iceberg, causando a morte de 1.500 pessoas.

Considerado na altura o maior navio de passageiros do mundo, o Titanic significou também uma das maiores tragédias marítimas do século XX.

A história do naufrágio foi largamente contada e reproduzida não só na imprensa, mas também na literatura, cinema e televisão.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 17.04.09 6:47

Supermercados já têm em conta hábitos dos muçulmanos


Os muçulmanos a residirem em Portugal procuram manter os seus preceitos religiosos, nomeadamente no que respeita à alimentação, sendo já possível encontrar carne «halal», termo árabe que significa «permitida, autorizada», em supermercados, restaurantes e hotéis.

Além da carne de porco, que é «taxativamente proibida» - nas palavras do xeque David Munir, imã da Mesquita Central de Lisboa - também é considerada «ilícita» para consumo humano a carne de animais que não tenham sido degolados de acordo com o ritual islâmico.

Assim, para responder às necessidades de uma comunidade com cerca de 40 mil pessoas, existem já talhos islâmicos, importadores de comida 'halal' e estabelecimentos que a vendem ao público embalada ou a incluem na preparação de refeições.

Na opinião do xeque David Munir, «a carne 'halal' tem a vantagem de poder ser consumida por muçulmanos e por não muçulmanos», uma posição também defendida por Carla Vaz, de 28 anos, proprietária do café Lago das Garças, a poucos metros da Mesquita Central de Lisboa, e pela empresária Tasneen Sidik.

Carla Vaz, que se inteirou inclusivamente das características do abate, «no qual o animal deve ser virado em direcção a Meca, ser abatido por um religioso muçulmano e ter o sangue escorrido antes do golpe final», declarou à agência Lusa ter optado pela carne «halal» dada a proximidade da Mesquita.

«Muitos muçulmanos vinham ao café para almoçar ou lanchar e eu não tinha a comida adequada», contou, acrescentando que diversificou a ementa, disponibilizando agora «até tostas 'halal'».

O rigor na preparação das refeições leva-a, inclusivamente, a não usar, na preparação de pratos «halal», os utensílios empregues nos restantes produtos.

«Se estiver a atender um cliente e cortar um rissol ao meio, não posso utilizar em seguida a mesma faca na comida 'halal'», explicou, assegurando que cumpre esta regra com o mesmo escrúpulo com que mantém esta carne «sempre dentro da embalagem de origem».

Actualmente, é possível encontrar este tipo de carne «nos talhos, minimercados, supermercados (El Corte Inglês, Suportel- Supermercados da Portela, Supermercados Sá), hipermercados (Jumbo), para além dos Cash and Carry's [grossistas]», revelou Tasneen Karim Sidik, sócia gerente da empresa Bhadella, de Loures, à Lusa.

A Bhadella, que se estabeleceu em Portugal em 1999, especializou-se em produtos «halal» após ter detectado uma procura crescente desses artigos, «não só resultante do crescimento da comunidade islâmica (guineenses, bengalis, indianos, cabo-verdianos, angolanos, etc) mas também pela promoção dos produtos étnicos efectuada pelas várias cadeias distribuidoras», explicou a responsável, de 33 anos.

A distribuição dos produtos - que incluem merendas, fiambre e salsichas - tem lugar em Portugal continental e nas ilhas, sendo a procura assinalável por parte dos hotéis, «sobretudo aqueles que costumam acolher hóspedes muçulmanos», assinalou.

No caso dos restaurantes, «a oferta ainda é muito incipiente», considerou a gerente da Bhadella, que importa os seus produtos «halal» da Espanha e da Dinamarca, embora o abate de animais segundo os preceitos muçulmanos também já seja levado a cabo em Portugal.

«Há um religioso muçulmano que está presente nesses abates», contou Mohamed Amir, proprietário do Talho Muslim, em Odivelas, segundo o qual «os animais são mortos em matadouros de Sobral de Monte Agraço (aves), Alcanena (borregos) e Montijo».

De acordo com Tasneen Sidik, os produtos «halal» não visam apenas os muçulmanos, «podendo ser consumidos pela comunidade judaica e por chineses e brasileiros, que apreciam particularmente os condimentos desta comida, também aconselhada a diabéticos e a pessoas que sofrem de alergias».

Uma alternativa que, todavia, ainda não chega a todos, como explicou Faisal Aboobakar, 38 anos, residente em Setúbal, assinalando o facto de esta cidade não ter nenhum talho muçulmano, ao contrário de «Lisboa ou Almada».

Nascido em Moçambique, este professor de Educação Física que, aos 11 anos, rumou a Portugal, sente, ainda hoje, dificuldades no que concerne à alimentação.

«Para nós, muçulmanos, o consumo de carne de porco é 'haram', ou seja, é pecado», sublinhou à Lusa, contando como se deparou com o problema quando leccionou em Alcácer do Sal.

«Sempre que ia a um restaurante, avisava que não comia carne de porco mas, mesmo assim, aconteceu servirem-me um bife com uma fatia de fiambre em cima», recordou.

Face aos seus protestos, a resposta foi: «Mas o bife é de vaca». E o fiambre? «Tire para o lado» - responderam-lhe.

«Mas eu não ia comer o bife em que o fiambre de porco tinha tocado. Aliás, sucede o mesmo com a jardineira, em que por vezes colocam chouriço, dizendo que é apenas para dar gosto», explicou.

«A verdade é que não entendem a nossa cultura», conclui.

Também nas escolas nem sempre é fácil seguir uma alimentação tão rigorosa, «embora existam alternativas para quem deseja cumprir», considera o xeque David Munir.

O imã da Mesquita Central de Lisboa, que tem uma filha com 15 anos e outra com 19, a segunda já a frequentar a universidade, diz que «basta-lhes pedir antecipadamente na cantina o prato de dieta» e a questão fica resolvida.

E se tal não for possível por indisponibilidade da ementa, «há a opção de comer em casa ou levar comida de casa», uma prática possível também no caso dos infantários.

Assegurando não conhecer qualquer caso de «desrespeito propositado» das normas alimentares muçulmanas, David Munir afirmou ainda à Lusa que os estabelecimentos públicos de ensino manifestam, actualmente, uma «grande abertura» à diversidade religiosa e cultural, algo que a própria Mesquita promove.

«Temos visitas de estudo de escolas de todo o país e há professoras que vêm visitar-nos há 20 anos. Anualmente, recebemos cerca de 15 mil alunos e, muitas vezes, almoçamos juntos», contou.

A comunidade muçulmana portuguesa concentra-se em Lisboa e nas zonas limítrofes, embora também existam grupos assinaláveis no Porto, em Coimbra e no Algarve, havendo, além da Mesquita Central de Lisboa, mesquitas no Laranjeiro, em Sacavém, em Albufeira, em Portimão, em Armação de Pêra e no Funchal, entre outros locais, bem como outros lugares de culto em vários pontos do País.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 20.04.09 10:13

Desenrascanço, a palavra que os norte-americanos queriam ter


Um site norte-americano fez uma lista das 10 palavras estrangeiras que mais falta fazem à língua inglesa. A palavra portuguesa "desenrascanço" é a que lidera.

"Bakku-shan" é a palavra usada pelos japoneses quando se querem referir a uma rapariga bonita, vista de costas.

“Nunchi” é outra das palavras escolhidas. É coreana e é usada para falar de alguém que fala sempre do assunto errado, um género de desbocado ou inconveniente.

"Tingo" é uma expressão usada na Ilha da Páscoa, Chile, e significa pedir emprestado a um amigo até o deixar sem nada.

A lista das "10 palavras estrangeiras mais fixes que a língua inglesa devia ter" é liderada pela palavra portuguesa "desenrascanço". Esta é a expressão que, segundo os autores do site norte-americano, mais falta faz ao vocabulário inglês.

O "desenrascanco", segundo os norte-americanos

Depois de percorrer duas páginas com explicações das nove palavras estrangeiras mais fixes, chega-se ao número 1. A falta da cedilha não importa para se perceber que estamos a falar do "desenrascanço", tão típico da nossa cultura.

"Desenrascanco: a arte de encontrar a solução para um problema no último minuto, sem planeamento e sem meios", explica o site dando como exemplo a célebre personagem de uma série de televisão MacGyver.

"O que é interessante sobre o desenrascanco - a palavra portuguesa para estas soluções de último minuto - é o que ela revela sobre essa cultura". "Enquanto a maioria de nós [norte-americanos] crescemos sob o lema dos escuteiros 'sempre preparados', os portugueses fazem exactamente o contrário", prosseguem os autores.

"Conseguir uma improvisação de última hora que, não se sabe bem como, mas funciona, é o que eles [portugueses] consideram como uma das aptidões mais valiosas: até a ensinam na universidade e nas forças armadas. Eles acreditam que esta capacidade tem sido a chave da sua sobrevivência durante séculos".

"E não se ria: a uma dada altura eles conseguiram construir um império que se estendeu do Brasil à China" à custa do desenrascanço, sublinham os autores, terminando o texto:

"Que se lixe a preparação. Eles têm desenrascanco", termina o artigo.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Tifosi em 20.04.09 12:55

Interessante esse post das palavras que os ingleses não têm Wink
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por goleador em 30.04.09 13:00

Gripe suína passa a ser designada como Gripe A

A Organização Mundial de Saúde (OMS) defendeu esta quinta-feira que não vislumbra qualquer razão para elevar ao nível mais alto (6) o alerta relativo ao actual surto de gripe, num dia em que decidiu igualmente deixar de utilizar a designação de gripe suína para referir como Gripe A (Influenza A: H1N1) a doença que actualmente ameaça o planeta com uma pandemia iminente.Comentar Artigo Aumentar a fonte do texto do Artigo Diminuir a fonte do texto do Artigo Ouvir o texto do Artigo em formato �udio
De acordo com a OMS, não há evidência que justifique neste momento a alteração do nível de alerta de 5 (estado pré-pandémico) para 6, o último da escala da agência das Nações Unidas e que oficializa a situação de pandemia. A determinação da OMS foi transmitida durante uma declaração do seu número dois, Keiji Fukuda.
Nesta comunicação aos jornalistas, Fukuda avançou com a indicação de que os laboratórios suíços Roche estavam a acelerar a produção do medicamento anti-viral Tamiflu, designação comercial do genérico oseltamivir, droga que se revelou já capaz de fazer face ao H1N1, vírus que está na base do actual surto de gripe.

De acordo com o vice-director-geral, a própria agência já disponibilizou parte do seu stock de Tamiflu aos países que declaradamente mais necessitam deste medicamento.

Fim da gripe suína

Também esta tarde, a OMS decidiu alterar a designação que tem vindo a ser dada ao actual surto de gripe. A doença até agora chamada de "gripe suína" deixa assim de ter esta designação para passar a ser tratada por "gripe A" (vírus H1N1).

O porta-voz da OMS Dick Thompson esclareceu que a agência tomou esta decisão após ter escutado as preocupações do sector agrário e dos criadores de animais, que manifestaram preocupação pela confusão que a anterior designação estava a suscitar junto dos consumidores.

Entretanto, a agência das Nações Unidas para a Saúde actualizou a contagem de casos da agora influenza A para 257, uma subida significativa face aos 148 casos confirmados até ontem.

Alteração vai de encontro ao desejo de criadores portugueses

A alteração do nome da doença vem ao encontro dos apelos que durante os últimos dias têm sido feitos pelos criadores portugueses, nomeadamente dos criadores de porco de raça alentejana, que ansiavam por uma designação que evitasse futuros prejuízos para o sector.

Aos criadores portugueses juntou-se ainda o ministro da Agricultura com o argumento de que esta gripe "não é uma doença do foro animal". Jaime Silva acrescentou, já hoje, que "não existe qualquer problema em consumir carne de porco".

"Não se trata de uma gripe suína, a própria Organização Mundial de Saúde caiu no erro de apelidá-la dessa maneira", lamentou Jaime Silva, reforçando que se trata de uma "gripe humana com origem humana, que foi transmitida aos suínos e que depois voltou para o homem".

Numa solução pouco diplomática, alguns produtores chegaram a defender a designação de "gripe mexicana", solução que o Governo do México também veio recusar no início da semana.
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por goleador em 04.05.09 12:01

Morreu Vasco Granja


Apresentador de televisão e figura incontornável na animação portuguesa, morreu esta madrugada em Cascais, aos 83 anos.

Foi Jiúri do Salão Internacional de BD de Angoulême e apresentador de mais de 1000 emissões de um programa regular sobre cinema de animação na RTP. Estas são talvez as facetas mais publicamente conhecidas de um dos maiores divulgadores de banda desenhada e do cinema de animação em Portugal.

Vasco Granja – o primeiro a usar o termo "banda desenhada" no nosso País - nasceu a 10 de Julho de 1925, no bairro de Campo de Ourique, em Lisboa.

No decorrer dos anos 50, durante o regime fascista em Portugal, associou-se ao movimento cineclubista. Em Lisboa, participava no aluguer de salas e na projecção de filmes obtidos através das embaixadas, em formato de 16 milímetros. Os filmes tinham sempre que passar pela censura. Apesar disso, conseguiam mostrar filmes do neo-realismo italiano. Em 1952, foi detido pela PIDE, em consequência do dinheiro dos bilhetes para os filmes se destinar a financiar o movimento de resistência ao regime do Estado Novo. Esteve preso durante seis meses, na prisão do Aljube.

Em 1960, esteve presente no festival de animação de Annecy, em França, a representar Portugal. Durante essa viagem, a primeira fora do seu país, ganhou uma nova paixão pela animação. O cineasta canadiano de animação Norman McLaren tornou-se o seu maior ídolo. Viria a conhecê-lo pessoalmente.

Durante os anos 60, foi novamente detido pela PIDE, devido à sua ligação na altura ao Partido Comunista Português, mais concretamente à célula comunista dos cineclubes. Esteve preso durante 16 meses, tendo cumprido parte desse tempo em Peniche. Na prisão, foi submetido a várias torturas físicas e psicológicas, como a tortura do sono.

Em 1974, deu início a um novo programa de televisão, denominado "Cinema de Animação", na RTP, que viria a durar 16 anos, com mais de mil programas transmitidos. Nesses programas, dava a conhecer a animação de todo o mundo, desde aquela que era realizada nos países do leste da Europa, até à proveniente da América do Norte. Pretendia, com o seu programa, divulgar, para além da própria animação, uma mensagem de paz, que considerava estar presente em muitos dos filmes da Europa de Leste que transmitia.

Ainda em 1974, foi membro do júri do Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême.

Em 1975, criou um curso de cinema de animação, a partir do qual viria a nascer a Associação Portuguesa de Cinema de Animação.

Em 1980, foi membro do júri da quarta edição do Animafest, o Festival Mundial de Animação de Zagreb, realizado na então Jugoslávia. Participara já como observador neste festival na edição de 1974, logo após o 25 de Abril. Permaneceu na RTP até 1990.

Teve uma breve aparição no programa humorístico de televisão Herman Enciclopédia, em 1998, durante a qual parodiava os seus próprios programas sobre animação.

A Festa do Avante de 2006, organizada pelo Partido Comunista Português, contou com a sua participação na selecção de filmes de animação de diversas origens, com particular destaque para películas oriundas da antiga Checoslováquia.

Lusa
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 12.05.09 15:32

Descoberta duas novas espécies de aranhas em Portugal


Um especialista da Universidade de Coimbra descobriu duas novas espécies de aranhas em Portugal. Após a confirmação feita por uma universidade suíça, o biólogo quer aprender mais sobre as suas utilidades para o ser humano. Mas para isso terá de emigrar, pois afirma não existirem condições no País para se dedicar ao estudo destes animais.

Chamam-se Tegenaria barrientosi e Parapelecopsis conimbricensis as duas novas espécies de aranhas descobertas em Portugal. O achado foi feito pelo biólogo da Universidade de Coimbra Luís Crespo. Apesar de a descoberta ter sido feito em 2004, só agora chegou a certeza de que estas duas espécies ainda não tinham sido descritas pela ciência.

Este achado pode abrir caminho para novos estudos sobre a evolução da espécie, cujo conhecimento tem várias utilidades para os seres humanos.

As duas aranhas chegaram às mãos de Luís Crespo em 2004, depois de uma colega da universidade as ter recolhido como amostra de mestrado. "Analisei a aranha e, em conversa com o meu colega Pedro Cardoso, decidimos envia-la para a Suíça para ter a certeza que era uma espécie nova.", explicou o biólogo ao DN.

Foi na Universidade de Basileia que a amostra foi analisada pelo especialista Angelo Bolzern. E foi pelas "diferenças no aparelho reprodutor" - algo que demorou a analisar pois há aranhas com sistemas reprodutores semelhantes - chegou-se então à conclusão que se poderiam adicionar mais duas espécies de aranha à lista de 819 que existem no nosso País - contas feitas pelo próprio Luís Crespo - e às cerca de 170 mil de todo o mundo. Isto apesar de ainda só estarem referenciadas 40 mil espécies, como revelou o investigador.

"As aranhas têm um papel importante no equilíbrio dos ecossistemas e podem até ser úteis para a sociedade", refere o investigador que explica que o facto de as aranhas serem pouco sociáveis não deixa as pessoas compreenderem a utilidade que estas podem ter para a espécie humana.

O biólogo dá alguns exemplos sobre a utilidade desta espécie: "Quando são feitos estudos de impacto ambiental é analisada a quantidade de aranhas existentes, pois elas são bons indicadores biológicos." A seda produzida pelas aranhas também é estudada e o investigador fala mesmo numa "corrida" para se tentar compreender o mecanismo de produção de seda destes animais que é melhor que a dos próprios bichos-da-seda.

O objectivo destes estudos é sintetizar a seda das aranhas. "Desta forma consegue-se um material mais impermeável, que não apodrece, que é muito resistente e que pode ser utilizado para se fabricar roupa", explica.

Outra utilidade destes insectos passa por se estudar as suas toxinas: "A análise do veneno das aranhas pode ser usada para se criarem fármacos para as doenças do foro nervoso", conta o biólogo.

"Ainda nada se sabe acerca do comportamento" das duas novas espécies, a não ser que uma delas - a Tegenaria barrientosi - pertence a uma família de aranhas que constrói teias junto ao solo, onde aguarda pela queda da presa, explicou o especialista.De cor acastanhada, a Tegenaria barrientosi tem um corpo com cerca de sete milímetros, enquanto a Parapelecopsis conimbricensis, de cor escura, mede entre dois a três milímetros. Esta medida é feita sem contar o comprimento das patas.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 14.05.09 13:03

Futuro do ensino pede "inundação" de tecnologia na escola

O futuro do ensino passa por uma "inundação" de novas tecnologias de informação e comunicação mas também por uma escola criativa e inovadora que seja exemplo para a sociedade, defendeu hoje um investigador da Universidade do Minho.

António Osório adiantou à Lusa que "as escolas do presente e do futuro devem recorrer, de forma permanente, aos computadores, mas também às tecnologias verdes, à experimentação científica e ao desporto".

O investigador falava à margem do «Challenges 2009» - IV Conferência Internacional de Tecnologias de Informação (TIC) e Comunicação na Educação, que hoje começou na Universidade do Minho (UMinho), em Braga.

Organizado pelo Centro de Competência da instituição, acolhe 400 investigadores e professores de diferentes graus de ensino, que "partilham e discutem experiências e projectos de inovação com as TIC".

António Osório salientou que "a experiência acumulada pela Universidade no estudo da utilização das tecnologias de informação e comunicação demonstra que as crianças para usar bem os computadores nas escolas".

Referiu-se ao caso da distribuição do "Magalhães" nas escolas básicas, frisando que, embora o processo ainda não esteja concluído pois há crianças que ainda não o receberam, em geral, "tem sido bem utilizado".

"Dizia-se que os computadores iriam dispensar os professores nas escolas, mas hoje sabe-se que o seu aproveitamento integral exige professores mais bem formados", sublinhou.

O docente universitário sublinha que as escolas vão evoluir, ainda mais, na utilização de tecnologias, acentuando que, se tal sucede nos hospitais, em organismos públicos e privados, "a escola não pode ficar de fora".

Diz ter participado em questionários feitos no ensino básico nos quais os alunos dizem que as escolas deveriam ter mais computadores, mais espaços de convívio e de desporto, e pedem que haja "mais gente a sorrir".

"São as próprias crianças que pedem que a escola seja um espaço onde todos se sintam bem", frisou.

António Osório, em conjunto com o docente Bento Duarte Silva acaba de editar um artigo intitulado «As Tecnologias de Informação e Comunicação da Educação na Universidade do Minho» no livro 'Dez Anos de Desafios à Comunidade Educativa'.

A obra, que é apresentada sexta-feira, historia o papel pioneiro da UMinho que classificam como um "campo de referência da tecnologia educativa na sociedade educativa portuguesa".

Recordam que, na década de 70, "muito antes de se conhecerem as potencialidades da informática", se introduziu em todos os cursos de formação de professores do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Secundário a disciplina de Informática e Aplicações.

A formação em tecnologias de informação e comunicação foi igualmente preocupação na formação de professores do 1º Ciclo e Educadores de Infância desde meados da década de 80.

Num tempo de quase completa ausência de meios informáticos nas escolas, os pioneiros da utilização das TIC na Educação acreditavam na difusão maciça, a médio prazo, dos meios de computação em ambiente escolar.

Bento Silva e António Osório recordam que "o projecto Minerva trouxe para as escolas os primeiros computadores", e, ao mesmo tempo, "foi pioneiro no colocar os meios de telecomunicação ao serviço da partilha de experiências educativas".

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 15.05.09 10:49

Grandes empresas portuguesas preparam-se para enfrentar pandemia


A reserva de máscaras e de produtos desinfectantes são medidas para fazer face a uma eventual pandemia de gripe já tomadas por empresas portuguesas que abastecem o país com bens essenciais como água, luz ou alimentos.

Encerrar temporariamente instalações, chamar antigos trabalhadores para substituir os que estão doentes ou identificar os clientes mais importantes para o abastecimento também fazem parte dos planos de contingência de algumas empresas.

Na semana passada, a Ministra da Saúde alertou para a necessidade de as empresas accionarem os seus planos de contingência para fazer face a uma pandemia que se afigura provável, já que o país não pode parar.

Algumas das maiores empresas portuguesas já têm estes planos desde que se falava numa eventual pandemia da gripe das aves e garantem estar preparadas para enfrentar a situação.

Agora as medidas estão prontas a ser accionadas caso seja necessário.

Institui temporariamente o teletrabalho é uma das hipóteses apontadas pelas empresas.

Na EPAL, por exemplo, a distribuição de água em cenário de crise pandémica é uma garantia.

A empresa não tem reservas de medicamentos, mas no que se refere a máscaras, produtos desinfectantes e outros essenciais ao tratamento da água, todos os stocks foram reforçados.

A EPAL tem 788 funcionários, mas a empresa definiu que para manter a actividade são necessários 300 a 330, os indispensáveis para garantir os serviços.

Um plano de contingência para uma empresa como a EPAL implica a constituição de um gabinete de crise e de gestores de gripe e será accionado pelo Conselho de Administração.

Já no que se refere ao abastecimento de energia eléctrica às populações, a empresa responsável por esse serviço, a EDP, tem há muito um plano de contingência para uma resposta operacional que reduza as condições de propagação da gripe, mantendo os serviços essenciais em funcionamento.

Por outro lado, o plano da EDP define a preparação do restabelecimento da situação e da actividade normal da empresa o mais rápido e seguro possível.

Tudo está previsto no documento, desde a salvaguarda da vida de pessoas, reduzindo o risco de contaminação nos locais de trabalho (por via do contacto com colegas ou por contacto com terceiros, nomeadamente o público), à limitação da propagação no interior das instalações da EDP.

Perante a ocorrência de uma gripe pandémica, devem ser assegurados os serviços essenciais a um nível equivalente ao normal e, nesse período, é expectável que 40 por cento dos colaboradores possam estar ausentes por períodos de cerca de duas semanas.

O plano prevê que nas empresas do grupo possam ser desactivados temporariamente alguns postos de trabalho, que algumas instalações possam ser encerradas, que haja bolsas de potenciais substitutos internos e externos (regresso de antigos trabalhadores, por exemplo) e que sejam identificados os clientes considerados muito importantes.

Por outro lado, está ainda previsto no plano a aquisição de luvas e máscaras, assim como fazer o atendimento de clientes exclusivamente por telefone ou correio electrónico.

Num cenário pandémico, assim como num cenário de catástrofe natural, o abastecimento alimentar das populações é também considerado prioritário.

A SONAE, umas das grandes empresas portuguesas nesta área, tem também o seu plano de contingência elaborado há já alguns anos.

Assim que surgiram os primeiros alertas de uma eventual pandemia do vírus da Gripe A H1N1, o plano foi activado.

Questionada pela Lusa sobre esta matéria, a empresa explicou que destacou um grupo de técnicos, provenientes das varias áreas de negócio da empresa, recuperando assim equipas de projecto já anteriormente constituídas, e que estiveram na origem da preparação do plano.

Por outro lado, a Sonae tem definidos procedimentos e recursos que permitem a manutenção de operações chave do negócio, incluindo algumas quantidades de medicamentos e equipamentos adequados a estas situações.

Com 37,5 mil colaboradores, a empresa tem a maioria dos funcionários afectos aos negócios de retalho e garante que, num cenário mais grave, serão assegurados os serviços essenciais.

"Existe sempre a possibilidade de recorrer a novas soluções, como o teletrabalho, a substituição temporária de colaboradores em quarentena e posterior reintegração, a alteração e a configuração dos locais de trabalho", explica a empresa.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 16.05.09 16:10

OVNI visto em Alfena em 1990 continua por explicar




O Objecto Voador Não Identificado (OVNI) observado em Alfena, Valongo, em 1990 continua por explicar, disse hoje à agência Lusa o professor de Astrobiologia na universidade norte-americana do Texas em Austin, Carlos Oliveira.

"Existem centenas de testemunhas que viram o objecto, e em várias cidades e vilas. Quando o objecto se afastou de Alfena, passou por várias localidades. A existência de diversas testemunhas, sem contacto umas com as outras e a relatarem o mesmo objecto, prova a existência dele", referiu Carlos Oliveira.

O especialista salientou que quatro fotografias do OVNI, captadas por um fotógrafo amador, "foram enviadas para a NASA e para a Kodak e foram dadas como verdadeiras".

"Não foram feitas em computador e o objecto parece ser real e a perspectiva também parece verdadeira. Ou seja, as fotos não são mentira e o objecto estava lá", afirmou, realçando que até agora não foi encontrada explicação para o facto.

O objecto fotografado em Alfena na manhã do dia 10 de Setembro de 1990 tinha forma esférica e cinco apêndices que se assemelhavam a patas.

Testemunhas ouvidas por investigadores e jornalistas afirmaram que o OVNI foi visto durante cerca de 50 minutos, primeiro por um grupo de crianças e a seguir por várias outras pessoas, ora imóvel ora em movimento.

Alguns dos videntes fugiram, com medo do que pudesse acontecer caso o objecto aterrasse ou caísse.

Investigações feitas pela NASA, por um centro francês especializado em investigação em reentradas na atmosfera, pelo então Laboratório Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial (LNETI) e pelo Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência (CTEG) da Universidade Fernando Pessoa concluíram que o objecto fotografado em Alfena não tinha qualquer semelhança com objectos conhecidos, nomeadamente balões ou sondas.

Mário Neves Silva, investigador do Pufoi (Portuguese UFO Investigation) e do CTEG, confirmou que, até hoje, não foi possível conhecer a génese do "fenómeno aéreo não identificado" de Alfena, "apesar de todas as tentativas de o enquadrar em qualquer um dos fenómenos naturais ou artificiais conhecidos".

"Os negativos das fotos foram estudados em vários centros especializados (Porto, Lisboa, Espanha, França, Alemanha e Estados Unidos), tendo as conclusões ditado, de uma forma inequívoca, a veracidade das mesmas, bem como a estranheza do fenómeno apresentado", sublinhou.

Carlos Oliveira, que pertenceu à Comissão Nacional de Investigação do Fenómeno OVNI (CNIFO), salientou que o caso de Alfena é um dos poucos que continua por explicar, dado que na maioria das observações acaba por se concluir que não são OVNIs.

"A maior parte são simples luzes no céu que as pessoas imaginam que sejam de naves extraterrestres, o que é um perfeito disparate, não só porque por se ver luzes não faz sentido imaginar-se logo uma origem extraterrestre, mas porque se assume que ETs viajariam distâncias enormes entre estrelas com naves tecnologicamente semelhantes às nossas do século XXI e, disparate extremo, que teriam faróis à frente e em baixo", afirmou.

Para Carlos Oliveira, "não há qualquer razão para existirem faróis em naves que fazem viagens interestelares. Isso é uma completa falta de imaginação. E ainda para mais sendo esses faróis de luz visível".

"Basta perceber um pouco do espectro electromagnético, do tipo de comprimentos de onda que os nossos telescópios utilizam e a informação que podem retirar de cada um, do género de vida existente na Terra, e do tipo de naves que a engenharia aeronáutica consegue prever que os seres humanos possam ter no futuro", acrescentou.

"É um disparate baseado na falta de conhecimento e na falta de imaginação para prever o tipo de tecnologia que poderemos ter daqui por várias centenas de anos.

Eu adoro ficção científica, mas neste caso a ficção científica fica aquém daquilo que poderá existir, e influencia as pessoas limitando-lhes a imaginação", disse.

O investigador salientou também que a ideia de que os ETs visitam a Terra "está alicerçada num geocentrismo psicológico que ainda existe enormemente na população", e que se confunde com religião e com astrologia.

"Copérnico, Galileu, Kepler e outros deitaram abaixo a ideia que a Terra está no centro do Universo, e sabe-se hoje que a Terra não tem qualquer lugar privilegiado no Cosmos, nem sequer no sistema solar", frisou.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 18.05.09 5:18

Crianças devem brincar em vez de fazer TPC's


O excesso de trabalhos de casa está a prejudicar a forma com as crianças olham para o conhecimento, alerta uma especialista, considerando que, depois da escola, os mais pequenos deveriam brincar, aprendendo naturalmente desta forma coisas úteis para a vida.

Para Maria José Araújo, investigadora do Centro de Investigação e Intervenção Educativas (CIIE) da Universidade do Porto, e que fez uma tese de mestrado sobre este tema, os Trabalhos Para Casa (TPC) são por norma "repetitivos", "inúteis" e "excessivos", porque, depois da escola, ainda "organizam a casa à volta do trabalho escolar".

"São inúteis no sentido de que só fazem apelo à memória e não ao conhecimento. Porque as crianças estão apenas ali a cumprir aquela formalidade e isso não dá conhecimento para depois poderem raciocinar, ao passo que, se os miúdos estiverem a fazer uma actividade significativa para eles, isso é uma aprendizagem que fica para sempre", defendeu.

A especialista destaca que "a actividade principal das crianças é brincar e para as crianças brincar é uma actividade muito séria".

"Para os adultos trabalhar é que é muito sério e não percebem que as crianças aprendem a brincar. Não percebem que se uma criança estiver cinco horas na escola depois deveria brincar e que essa brincadeira serve também para aprender coisas que vão ser importantes para a vida", considerou.

Contra tarefas para casa como "cópias de textos, repetições de palavras (várias vezes), fichas com contas e problemas diversos que na maior parte das vezes se limitam a reproduzir os conteúdos dos livros ou o que eventualmente foi feito e explicado na aula", Maria José Araújo propõe antes que, por exemplo, andem de bicicleta ou façam um bolo com os pais.

Esta pedagoga destaca que os TPC são um assunto complexo, que "se naturalizou, de forma que faz parte do dia-a-dia e ninguém pára pensar nisso".

"As crianças parecem querer corresponder às expectativas dos pais e professores; os professores aparentemente querem corresponder às expectativas sociais; outros técnicos de educação dizem querer ajudar as crianças a ter melhores desempenhos escolares; os pais parecem querer proporcionar uma maior mobilidade social através da escola", afirmou, realçando que "anda toda a gente com receio de toda a gente, mas depois, quando se juntam as pessoas para pensar, concluem que é excessivo".

"Se tivéssemos a percepção de que estamos a falar de crianças e não de alunos, talvez conseguíssemos entender melhor que é preciso ter cuidado, porque isto prejudica a maneira como as crianças olham para o conhecimento, prejudica a maneira como os adultos se relacionam com as crianças e prejudica a maneira como as crianças valorizam ou desvalorizam o conhecimento", acrescentou.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 24.05.09 6:18

Morcegos garantem conservação dos livros em bibliotecas



Centenas de morcegos vigiam diariamente duas das mais antigas bibliotecas de Portugal, na Universidade de Coimbra e no Palácio de Mafra. É a sua habilidade para capturar insectos que assegura a preservação dos livros.

Os morcegos são o único mamífero capaz de voar e só o fazem de noite, emitindo sons de alta frequência inaudíveis ao Homem e que dificultam a observação e estudo das 26 espécies deste animal que se sabe que existem em Portugal.

Numa noite do ano passado, Jorge Palmeirim, investigador de aves e morcegos na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, apetrechou-se com equipamento para medição sonora e deslocou-se à biblioteca Joanina de Coimbra para tentar perceber que morcegos continuavam a usar os abrigos daquele espaço, onde estão instalados há mais de 200 anos.

«Não consegui ver, só ouvir, mas cheguei à conclusão, pelos excrementos que encontrei, que estão lá pelo menos duas espécies de morcegos», conta o professor.

Em todo o país, e além de Coimbra, só se conhece um outro abrigo de morcegos em bibliotecas, no Palácio de Mafra, supondo-se que a preferência da espécie por estes espaços possa estar relacionada com o revestimento antigo de madeira.

«Os morcegos são também muito conservadores nos abrigos. Têm tendência para repetir por várias gerações os mesmos locais de abrigo e preferem edifícios antigos», explica Jorge Palmeirinha.

Em Coimbra existem documentos com cerca de 200 anos que comprovam a compra, nesse tempo, de peles semelhantes às que ainda hoje a biblioteca Joanina utiliza para, diariamente, cobrir mesas antigas de forma a protegê-las dos excrementos dos morcegos.

«Os morcegos habitam na biblioteca desde que há memória. As mesas da biblioteca são protegidas com peles todas as noites, porque são também antiguidades, e os morcegos circulam livremente, comendo os insectos», diz o director da biblioteca da Universidade de Coimbra, Carlos Fiolhais.

Em Mafra também são os morcegos, e as boas condições climatéricas proporcionadas pelas paredes altas e a madeira do século XVIII, que explicam o «óptimo estado de conservação» dos livros, segundo a responsável pela biblioteca, Teresa Amaral.

Um morcego pode devorar 500 insectos por dia e, por isso, ninguém questiona que durante a noite se ausentem das bibliotecas para caçar. Estas entradas e saídas são facilitadas pelas fendas e orifícios comuns nas bibliotecas antigas.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 08.07.09 12:54

Claques desportivas na manifestação dos estivadores





Vários elementos de claques desportivas estão infiltrados na manifestação de estivadores do Porto de Lisboa que hoje à tarde está a decorrer frente ao Parlamento, disse à Lusa a porta-voz da PSP de Lisboa.

A porta-voz do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, sub-comissária Carla Duarte, não especificou qual o clube desportivo a que pertencem os infiltrados na manifestação.

Segundo a PSP, no local está uma Equipa de Intervenção Rápida, agentes da esquadra da zona e uma equipa da Unidade Regional de Informação Desportiva.

Durante a manifestação, alguns estivadores dirigiram insultos à classe politica, em particular ao primeiro-ministro, e fizeram rebentar petardos e bombas de fumo.

A porta-voz do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP adiantou à Lusa que até ao momento a polícia ainda não identificou nenhum dos estivadores autores dos insultos e responsáveis pela utilização dos petardos.

O presidente da Assembleia Geral do Sindicato dos Estivadores, António Mariano, disse à Lusa que a estrutura sindical comprou coletes para não estarem na manifestação infiltrados.

"Sabemos que todos que estão aqui são estivadores, mas não sabemos o que fazem na vida privada", afirmou.

O sindicalista explicou ainda que o comportamento no protesto se deveu à revolta dos estivadores.

"Os estivadores já têm má fama e não vínhamos para aqui melhorar a imagem", disse, adiantando que as palavras de ordem não foram ensaiadas.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 16.07.09 12:50

Zoo português doa aves mais perigosas do mundo a zoos na Grécia e Polónia



O Zoo de Lourosa é o único do país onde há reprodução de casuares – consideradas as aves mais perigosas do mundo – e doou hoje duas fêmeas dessa espécie a zoos da Grécia e da Polónia.

As aves têm cerca de um ano de idade e seguem hoje de avião para o Zoo de Attica, na Grécia, e para o Zoo de Varsóvia, na Polónia, onde se espera que venham a reproduzir com os casuares machos que esses parques já acolhem.

Andreia Pinto, curadora de aves no Zoo de Lourosa, afirma que o objectivo da doação é assegurar a existência de “uma população de casuares auto-sustentável, que possa posteriormente servir de apoio à que existe em habitat natural”.

A medida está prevista no programa de reprodução em cativeiro coordenado pela Associação Europeia de Zoos e Aquários (EAZA) e enquadra-se também na missão da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), que reconhece o casuar como uma das aves mais vulneráveis do mundo.

Andreia Pinto explica que a principal ameaça para a espécie se deve “à desflorestação e à fragmentação que essa implica no habitat do casuar”, que é o das florestas tropicais da Nova Guiné e do Nordeste da Austrália.

O estatuto de ave mais perigosa do mundo tem outra justificação: “Trata-se de uma ave solitária que não vai à procura de pessoas ou outros animais para os agredir, mas que se defende se alguém invade o seu território”.

“Tem umas patas muito fortes e ataca com uma unha interior que tem cerca de 12 centímetros”, diz Andreia Pinto. “Um golpe desferido com essa unha é como uma facada e pode causar ferimentos muito graves”.

Em cativeiro, o relacionamento dos casuares com o tratador “depende muito do temperamento de cada ave”, mas “implica sempre algum cuidado”.

Mas nunca se pode "pode virar as costas a um casuar”, acrescenta a curadora.

A reprodução da espécie não é fácil e, se tem funcionado bem no Zoo de Lourosa, é porque esse “tem a particularidade de ser o único no mundo a reproduzir com um trio de aves”, garante Andreia Pinto.

Noutros parques, o macho e a fêmea são colocados na mesma instalação, mas pode não haver empatia que os leve à cópula.

Em Lourosa, “a fêmea fica numa instalação central e durante um ano mantém contacto sensorial com um macho à esquerda e outro à direita, para, na época reprodutiva, escolher qual dos dois prefere”.

Quando os tratadores percebem a opção da fêmea, juntam-na ao macho e, dez minutos depois, o acto está consumado. “Passados uns dias”, conta Andreia Pinto, “ela põe quatro a cinco ovos, de uma cor tipo verde florescente, e o macho fica a incubá-los. Nessa altura, tentamos juntá-la ao segundo casuar e, com sorte, ela torna a reproduzir”.

A curadora do Zoo de Lourosa afirma que o processo tem tido bons resultados entre os seis casuares que o parque acolhe e adianta: “A partir de agora, todos os casuares que nasçam aqui serão enviados para outros zoos, que tenham aves sozinhas”.

O casuar é uma ave de grande porte que, na idade adulta, atinge cerca de metro e meio de altura. É um mega-frugívero, por se alimentar diariamente com cerca de 10 quilos de fruta.

A colecção do Zoo de Lourosa inclui diversas espécies animais, mas é especializada em aves, pelo que esse é o único parque ornitológico do país.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 27.07.09 6:23

31% dos portugueses considera Pequeno-Almoço «importante»


Apenas 31% dos portugueses consideram o pequeno-almoço a refeição mais importante do dia, concluiu um estudo que está a ser desenvolvido pela Kellogg´s e pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa.

Apesar de nove em cada dez portugueses («91%») tomarem o seu pequeno-almoço diariamente, os dados «não são tão animadores no que toca aos alimentos ingeridos nesta refeição», segundo o divulgado em comunicado.

Lacticínios, frutas e cereais são os tipos de alimentos que estão presentes num pequeno-almoço completo, que «fornece ao organismo a energia e nutrientes necessários para um bom rendimento no trabalho ou na escola», de acordo com Raquel Torres Abrantes, Nutrition and Corporate Communication Coordinator da Kellogg´s em Portugal.

«A combinação de lacticínios, frutas e cereais é essencial para o seguimento de uma alimentação saudável e, além disso, um pequeno-almoço rico em cereais pouco processados e, por conseguinte, em hidratos de carbono complexos e fibra, está associado a um menor consumo de gorduras e calorias ao pequeno-almoço, almoço e durante o dia», continua Raquel Abrantes.

O estudo tem o objectivo de analisar os hábitos relacionados com o pequeno-almoço em Portugal, contando com uma amostra de mil pessoas adultas, de ambos os sexos, de todo o território nacional.

Com apresentação final prevista para o último trimestre de 2009, o estudo está inserido na campanha de 2009 «Tudo começa melhor com Kellogg´s», que visa melhorar a alimentação e os hábitos de vida dos consumidores.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 13.08.09 12:39

Risco sísmico elevado em mais de metade da Área Metropolitana de Lisboa


Mais de metade da Área Metropolitana de Lisboa (AML) tem risco sísmico elevado ou muito elevado, segundo a cartografia de riscos elaborada no âmbito da revisão do Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT).

De acordo com a cartografia de riscos da AML, a zona do Arco Ribeirinho Sul, que se estende entre Almada e Alcochete e para onde estão previstos os projectos de requalificação dos antigos complexos industriais da Margueira, Siderurgia Nacional e CUF/Quimigal, tem risco moderado e elevado de inundação por tsunami.

A versão preliminar do PROTAML, hoje apresentada, aponta "a susceptibilidade à inundação por tsunami é elevada em seis por cento do território da AML, constituindo pontos críticos as costas arenosas e os estuários do Tejo e do Sado, com destaque para as zonas ribeirinhas dos concelhos de Alcochete, Moita, Barreiro, Almada e Seixal".

Já o risco sísmico, devido à proximidade de estruturas activas submarinas junto ao território continental português e à falha do vale inferior do Tejo, é elevado ou muito elevado em 74 por cento do território, com os casos mais desfavoráveis em Alcochete, Vila Franca de Xira e Montijo.

Os perigos de desabamentos e deslizamentos são "mais relevantes" nos concelhos de Mafra, Loures, Odivelas, Vila Franca de Xira e Setúbal, onde a área sensível varia entre 11 a 34 por cento dos respectivos territórios.

As zonas do litoral da AML mais expostas á erosão marinha mais intensa correspondem às áreas de costa baixa arenosa, com destaque pata a Caparica e Cova do Vapor.

Outro dos riscos a que a Área Metropolitana está exposta é o de cheia, mas os efeitos não são sentidos da mesma forma em todo o território.

Enquanto as cheias progressivas no Rio Tejo são susceptíveis de inundar 12 por cento do território da AML, com os casos mais graves em Vila Franca de Xira, Alcochete e Moita, as cheias rápidas afectam pequenas bacias hidrográficas e podem ser mortíferas, especialmente nas áreas densamente urbanizadas e com ocupação indevida dos leitos de cheia.

As cheias rápidas afectam principalmente as bacias hidrográficas da Grande Lisboa, entre os concelhos de Mafra e Vila Franca de Xira. Na Península de Setúbal o maior risco é na ribeira do Livramento.

Os fundos de vale inundáveis por cheia rápida representam apenas 1,5 por cento da área total da AML, mas em concelhos como Odivelas e Loures estas áreas correspondem a mais de 10 por cento do total dos respectivos territórios.

O risco de incêndios florestais é elevado ou muito elevado em cerca de 18 por cento da AML, com os casos mais graves em Mafra, Loures, Sintra e Setúbal, onde a área mais vulnerável varia entre 25 e 54 por cento dos respectivos territórios.

A Área Metropolitana de Lisboa é ainda a região do país com maior concentração de unidades industriais com potencial para gerar acidentes graves envolvendo substâncias perigosas, destacando-se as unidades de produtos químicos e de combustíveis, com os casos mais perigosos e, Sintra, Loures, Vila Franca de Xira, Almada, Barreiro e Setúbal.

Os técnicos responsáveis pela cartografia do risco na AML apontam ainda o atravessamento do oleoduto nos concelhos do Montijo e Palmela e os atravessamentos do gasoduto em alta pressão nos concelhos de Loures, Vila Franca, Palmela e Alcochete.

As metas PROTAML remetem para 2015 a conclusão de toda a regulamentação sobre o uso de zonas perigosas, para todos os tipos de riscos e em todos os municípios da AML.

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