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Jornal Nacional

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 14.05.08 5:10

Hiper´s de Aveiro transportam idosos para as compras

Dois dos três hipermercados de Aveiro, Jumbo, Feira Nova e Continente, oferecem transporte gratuito desde as aldeias à volta da cidade para quem queira ir às compras, um serviço aproveitado sobretudo por idosos para «matar o tempo».
Os autocarros ao serviço dos hipermercados asseguram a ida e regresso numa manhã ou numa tarde, ao longo da semana, procurando captar clientes da periferia de Aveiro e de outras zonas do distrito.

Os itinerários do Feira Nova cobrem também a zona da Bairrada, de Águeda e de Mira, ao sul de Aveiro, e chegam a Oliveira de Azeméis e a Ovar, ao norte, percorrendo vários lugares no trajecto.

Já o Jumbo tem o serviço orientado sobretudo para sul e para o interior, cobrindo sensivelmente as mesmas zonas do Feira Nova, e não faz o norte do distrito, mas em compensação percorre a zona das Gafanhas e das praias, no litoral.

Apenas o Continente, recentemente estabelecido em Aveiro por compra do hipermercado que pertencia à cadeia Carrefour, não oferece nenhum serviço semelhante.

Lurdes Matos, ex-operária da Vista Alegre e residente no Vale de Ílhavo aguardava no largo com as vizinhas e amigas pelo autocarro do hiper, que, apesar de gratuito, não estava a salvo de reparos pelo atraso.

«Gosto muito de ir e já esta semana lá fui. Tem lá coisas mais baratas e trazemos sempre algumas compras. O que compro mais é peixe, carne e hortaliças, mas também faço compras no comércio tradicional, só que são mais agulhas, linhas, lãs e essas coisas», explicou à Lusa.

Na loja da terra compra poucas mercearias devido à diferença de preços: «um simples pacote de bolachas são logo mais 30 cêntimos», comenta.

Ao lado, o único homem no grupo, um «rapaz» perto dos seus setenta anos que não quer dar o nome, sente necessidade de justificar porque se encontra ali, habituado que está a que sejam as mulheres a tratar do governo da casa.

«Vou só ver aquilo. É só para sair de casa e sempre se dá uma volta», esclarece.

Pouco à vontade, Lurdes Matos, mais extrovertida, vem em seu auxílio corroborar.

«É útil, até para conviver. A gente passeia, lancha, faz as compras e vimos embora todos contentes», descreve.

Albertina Grangeia, também reformada, vai para tentar economizar algum. Organiza a sua gestão doméstica de forma a não lhe faltar nada no dia-a-dia, porque fazer compras no mini-mercado da terra «é encurtar a reforma».

«Olhe, aqui é tudo muito caro. O autocarro é de graça e há que aproveitar. Compro lá tudo, por atacado, para não faltar nada em casa, mas não levo lista porque não preciso e às vezes lá é que se resolve, conforme as promoções», dá o seu testemunho.

Pouco contente com as «excursões» para os hipermercados da cidade está Maria Licínia, que abriu há 20 anos o mini-mercado São José e sente que o movimento do estabelecimento «cada dia vai caindo».

«Antigamente ia ao armazém e gastava 300 contos e às vezes tinha de lá voltar. Agora são em média cerca de 400 euros e vamos andando...», relata à Lusa, com o desalento de ver definhar o negócio, por não conseguir competir com os preços e condições dos «gigantes» que lhe fazem frente.

O São José é já o único sobrevivente das mercearias da aldeia, que chegou a ter mais três «casas boas» que tiveram de fechar, tal como aconteceu no lugar vizinho dos Moitinhos, onde havia mais duas que também encerraram.

«Eram tantas e todas vendiam», comenta com saudosismo, explicando com crueza porque é que o seu estabelecimento ainda sobrevive: «estou com 50 anos, onde é que vou arranjar o emprego?».

A relação de confiança com os clientes ainda é o que segura alguns, a quem deixa ficar a dever porque sabe que é gente séria e, se o fim do mês demora mais, no mês seguinte acerta contas.

Os hipermercados também dão facilidades, têm cartões, vendem a prestações, mas são muitos papéis para pessoas que, algumas, mal sabem escrever.

Numa terra onde «todos sabem da vida de todos», a palavra ainda tem muito valor e dispensa documentos de identificação, comprovativos de residência, folhas de vencimento e números de identificação bancária.

A garantia de Maria Licínia é a palavra dada e a penalização por incumprimento é «começar a cortar no fiado a quem não é certo».

Por vezes alarga o prazo ou dá um período de carência se os motivos são atendíveis, mas, pelo menos, juros não cobra.

Alheia às dificuldades do mini-mercado São José, a excursão parte para Aveiro, apanhando mais passageiros pelo caminho.

Pedro Barros, o motorista, já faz o serviço há seis anos e conhece muitos dos passageiros pelos nomes, porque alguns «vêm mais de uma vez por semana».

«É quase sempre o mesmo pessoal, idosos e reformados que fazem disto um convívio semanal. Conversam sobre os preços e fazem comparações, encontram-se aqui de aldeias vizinhas e aproveitam para saber quem morreu, quem casou, saber das novidades ou dizer o que vão fazer nos dias seguintes», relata.

Segundas, sextas e sábados são os dias em que o autocarro anda mais cheio, mas é a partir do dia 22, quando são recebidas as reformas, que afluência é maior.

O gerente de uma das grandes superfícies disse à Lusa que o serviço é pouco rentável, mas se mantém pela sua importância social.

«São sobretudo reformados que o usam e, para eles, vir ao hipermercado é uma maneira de se distraírem e passar o tempo, mas gastam, quando muito e em média, 20 euros por pessoa. Assim dão um passeio, convivem e passam um dia diferente dos outros», conclui.

Lusa
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 14.05.08 12:43

Sócrates pede desculpa por ter fumado no voo entre Lisboa e Caracas

O primeiro-ministro, José Sócrates, assumiu hoje que fumou no voo entre Lisboa e Caracas, lamentou a polémica que entretanto se instalou em Portugal e pediu desculpa caso se verifique que violou a lei.

As declarações de José Sócrates foram proferidas à chegada à Faixa de Orinoco, a cerca de 500 quilómetros de Caracas.

Depois de se afastar do presidente da Venezuela, Hugo Chavez, Sócrates fez uma declaração aos jornalistas sobre a polémica em torno do facto de ter fumado segunda-feira no voo da TAP (fretado pelo Governo), entre Lisboa e Caracas.

"Quero fazer-vos uma declaração sobre o facto de ter fumado no avião. De facto fumei, com o ministro da Economia [Manuel Pinho] enquanto conversávamos, mas no convencimento de que se podia fumar, porque assim sempre aconteceu nas outras viagens anteriores".

Sócrates referiu-se depois à possibilidade de esse acto ter constituído uma violação da lei.

"Estava convencido que não estava a violar nenhuma lei nem nenhum regulamento. Infelizmente há essa polémica em Portugal e eu quero lamentar essa polémica. Se por algum motivo violei algum regulamento, alguma lei, lamento e peço desculpa, não voltará acontecer", declarou.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 15.05.08 10:14

Dezenas de portugueses interessados em tentar carreira de astronauta

Dezenas de jovens recém-licenciados, mestres, doutorados e até um piloto profissional estão interessados em participar no primeiro concurso de recrutamento de astronautas realizado pela Agência Espacial Europeia (ESA) em Portugal.

Abordados hoje pela agência Lusa à margem da sessão de lançamento do concurso, no Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva, em Lisboa, vários foram os que disseram estar dispostos a aceitar o desafio e submeter-se à exigente selecção de candidatos.

Luis Vaz, 24 anos, licenciado em engenharia aeroespacial pelo Instituto Superior Técnico (IST), não vai perder a oportunidade de tentar realizar "o sonho" de ser astronauta, um objectivo partilhado por Inês Pereira, 21 anos, estudante de Medicina, ou Rute Fonseca, 23 anos, que acaba de terminar o curso de Astronomia na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

João Roque, 43 anos, piloto profissional já com mais de 10.000 horas de voo, disse à Lusa estar também a ponderar uma "carreira aliciante", e o mesmo se passa com Tânia Ferreira, 29 anos, geóloga, que há muito tempo deseja "ver a Terra do espaço".

O processo de recrutamento decorre entre 19 de Maio e 15 de Junho, devendo os candidatos inscrever-se on-line no site www.esa.int/astronautselection, onde deverão responder a um questionário e apresentar uma certificação médica equivalente à exigida aos pilotos profissionais.

São esperadas dezenas de milhar de candidaturas dos 17 países membros da ESA nesta primeira fase, mas apenas cerca de mil deverão passar aos patamares seguintes, que constam de testes psicológicos, de aptidão profissional e avaliação de capacidade cognitiva, exames médicos e entrevistas profissionais, até à decisão final, em princípios de 2009.

Será escolhido apenas um pequeno grupo de quatro astronautas, mas os que integrarem a lista final poderão ficar como suplentes ou ter acesso a outras carreiras dentro da ESA ou de empresas associadas, segundo afirmou na sessão o alemão Horst Schaarschmidt, responsável do centro Europeu de Astronautas (EAC).

A ESA procura jovens com estudos científicos - preferentemente nas áreas das engenharias aeroespacial e mecânica, ou nas ciências naturais - e pilotos que tenham alguma experiência profissional e muita curiosidade pelo espaço.

"Não procuramos super-homens, mas pessoas capazes de desempenhar tarefas e deveres num ambiente espacial, ou seja, com capacidade tanto de mandar como de obedecer", resumiu o ex-astronauta alemão Ernst Messerschmidt.

Actualmente professor na Universidade de Estugarda, Messerschmidt tem formação como físico e doutorou-se no CERN, o Laboratório Europeu de Física de Partículas, na Suiça, sendo um exemplo do perfil exigido aos candidatos a viajar no espaço e a caminhar na Lua, dentro de 10 a 15 anos.

Foi no CERN, segundo afirmou, que conheceu como colega de doutoramento o actual ministro da Ciência e do Ensino Superior, Mariano Gago, que salientou na sessão a importância de estudar e trabalhar em Ciência.

"Ser astronauta não é um desporto radical, nem turismo", sublinhou Mariano Gago. "É preciso em primeiro lugar saber muita ciência, e sobretudo Física".

Na sua perspectiva, os candidatos deverão ter a noção de que "um astronauta é um cientista que trabalha mais tempo em terra do que no espaço, e que deverá ter capacidades humanas, sociais, culturais e científico-tecnológicas de alto nível".

Portugal pertence de pleno direito à ESA desde 14 de Novembro de 2000, sendo um dos 17 Estados-membros cujos cidadãos podem candidatar-se a este desafio.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 15.05.08 15:14

Venezuela/Portugal: Visita oficial foi um êxito político e económico - Sócrates



O primeiro-ministro português, José Sócrates, considerou hoje um "êxito" político e económico a sua visita à Venezuela, já que a comunidade emigrante terá agora o Estado Português mais presente no país e a relação comercial foi multiplicada por dez.

Fazendo um balanço da sua visita à Venezuela, o primeiro-ministro salientou que um dos principais objectivos era "apoiar a comunidade portuguesa".

"Julgo que a nossa comunidade entendeu bem que o Estado Português estará agora mais presente e com vontade de os ajudar. Nada mais agradável para um primeiro-ministro do que ouvir dos venezuelanos elogios sobre a comunidade portuguesa, que é próspera, constituída por bons cidadãos, que trabalham para o desenvolvimento da Venezuela", declarou.

Segundo o primeiro-ministro, o objectivo económico da sua visita "também foi plenamente conseguido", já que Portugal passará a ter uma relação comercial com a Venezuela "que não tem paralelo nas últimas décadas".

"Os acordos que foram assinados, as cartas de intenção rubricadas pelos dois países são de um dimensão que não tem a ver com o passado", disse.

De acordo com os dados do primeiro-ministro, "Portugal exportava para a Venezuela, no ano passado, cerca de 17 milhões de euros mas os acordos agora assinados multiplicam quase por dez essa relação".

"Além dos acordos, há cartas de intenção sobre boas perspectivas de negócios, quer seja na construção civil, nas máquinas, equipamentos, ou na habitação. Abriram-se portas em montes de áreas", acrescentou.

O primeiro-ministro salientou depois que Portugal tem em perspectivas exportações para a Venezuela na ordem dos 500 milhões de euros.

"Temos acordos firmes na ordem dos 130 milhões de euros na área alimentar, 20 milhões na área da saúde e temos contratos na reparação naval. Estes contratos tornam a Venezuela num nível de cliente de Portugal que não tem paralelo nas últimas décadas", disse.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 16.05.08 8:16

Caloira violada no «Enterro da Gata»

Uma caloira de Engenharia Biomédica da Universidade do Minho , jovem universitária de 18 anos, acusou um colega curso de a ter violado numa das madrugadas da Queima das Fitas de Braga, após ter recusado manter relações sexuais com ele, noticia o DN.

A aluna, que deseja permanecer anónima, apresentou queixa junto da PSP da Póvoa de Varzim, afirmou que foi «agarrada à força» quando estava alcoolizada. O sucedido terá acontecido pelas 4h30 da madrugada, perto de uma barraca de venda de bebidas.

A vítima conta que foi arrastada para dentro de uma tenda escura, onde tentou levar «as coisas a bem», lembrando-lhe até a namorada que ambos conheciam. Contudo, o agressor foi violento e a jovem acabou por ser dominada, ficando com marcas nas costas, nos braços e nos seios.

A aluna afirma ainda que as marcas de agressão já foram devidamente fotografadas pelo Instituto de Medicina Legal, no Porto e a queixa apresentada na PSP da Póvoa de Varzim, onde reside.

Segundo o DN, a aluna cruzou-se, em prantos, com outros colegas quando o seu suplício terminou. «Pensavam que eu chorava porque estava bêbeda», afirmou ao jornal. A mãe da vítima deseja a punição do sujeito e a reitoria da Universidade já se prestou a disponibilizar todo o apoio necessário.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 16.05.08 17:43

Contra-espionagem dos serviços secretos portugueses aumentou em 2007



As actividades de contra-espionagem dos serviços portugueses aumentaram no ano passado porque Portugal continua a ser «um alvo» de diversos serviços de informações estrangeiros que operam nas mais diversas áreas, indica o relatório de Segurança Interna 2007.

«O incremento das actividades de contra-espionagem justifica-se porque Portugal continua a ser um alvo de diversos Serviços de Informações estrangeiros que, no nosso país, desenvolvem actividades de recolha de informações nas mais diversas áreas«, refere o relatório de 2007, que será apresentado sexta-feira aos deputados e ao qual a agência Lusa teve hoje acesso.

No decorrer de 2007, o Serviço de Informações e Segurança (SIS) «reforçou as actividades tendentes à identificação, caracterização e monitorização de estruturas, actores e acções de serviços de informação estrangeiros no território nacional susceptíveis de constituir ameaça à segurança interna e prejudicar os interesses nacionais».

O documento adianta também que «no âmbito da proliferação de armas de destruição maciça, a actividade do SIS centrou-se na detecção de indivíduos e de entidades conotadas com actividades de procurement no nosso país«, ou seja actividades ligadas a compra, angariação ou obtenção de recursos materiais e humanos.

De acordo com especialistas ligados ao sector da Segurança e Defesa ouvidos pela Lusa, «as armas de destruição maciça [citadas no relatório] podem ser nucleares, biológicas e químicas« pelo que as «actividades de procurement» podem estar relacionadas com «a investigação em laboratórios farmacêuticos» nacionais.

«Como é uma área difícil de controlar, o SIS tem de estar atento porque os produtos químicos podem ser roubados ou traficados para produzir armamento», disse um das fontes contactadas pela Lusa.

Outro especialista disse que o «SIS concentra-se no acompanhamento de indivíduos que podem - a partir de Portugal - estar a fazer contactos com outros países relacionados com a aquisição de armas».

Apesar destas notas relacionadas com a contra-espionagem, o relatório de Segurança 2007 refere que «não se assinalaram alterações significativas na ameaça terrorista em Portugal, em virtude de não terem sido detectados quaisquer indícios de que o país constituísse um alvo para atentados das redes terroristas da Al Qaeda ou de qualquer outro grupo terrorista».

Ainda assim, indica o mesmo documento, «Portugal continuou a ser percepcionado como uma plataforma para a obtenção de apoio logístico, em especial na vertente da documentação falsa».

Sobre a ETA, o relatório que será apresentado aos deputados diz que o «SIS manteve, ao longo do ano de 2007, estreita cooperação com o serviço congénere espanhol no sentido de recolher e avaliar quaisquer dados sobre o estabelecimento em território nacional de estruturas de apoio logístico».

Quanto ao crime organizado, o documento adianta que «o território nacional afigura-se como um nicho potencial de mercado, detectando-se, nos últimos anos, uma consolidação das suas posições e actividades nos países da orlamediterrânica da Europa».

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 17.05.08 7:53

Mulheres lideram as tentativas de suicídio em Portugal

As mulheres lideram as tentativas de suicídio em Portugal mas são os homens que registam taxas mais elevadas de suicídios concretizados, por utilizarem métodos mais eficazes, como enforcamento, medicamentos e nas áreas rurais pesticidas e armas de fogo.
O retrato foi traçado pelo coordenador nacional para a Saúde Mental, Caldas de Almeida, na sequência de um estudo do Alto Comissariado da Saúde (ACS), que lança alguns dados sobre o suicídio no Continente.

Com base em dados do último Inquérito Nacional de Saúde (2005-2006), do Infarmed e do Instituto Nacional de Estatística, o Gabinete de Informação e Prospectiva do ACS indica que os homens registam as mais elevadas taxas de suicídio, especialmente os indivíduos com mais de 65 anos e viúvos. Seguem-se os divorciados ou separados.

Estes registos mostram a «influência significativa de perda de uma pessoa, em especial de um cônjuge», segundo Caldas de Almeida.

O padrão do estado civil é semelhante para ambos os géneros.

As taxas são mais elevadas entre os trabalhadores não qualificados, seguindo-se os trabalhadores de profissões manuais e os ligados à agricultura e pescas.

Na população com 65 anos ou mais, a taxa de suicídio é mais elevada no Alentejo e abaixo dessa idade os números mais expressivos registam-se no Algarve.

O suicídio tem aumentado no Algarve, facto que foi determinado pela população feminina, ao contrário do que acontece nas restantes regiões do país.

A maior expressão no sul tem, porém, diferentes explicações conforme as regiões: no Alentejo deve-se ao isolamento e há existência de muitos homens idosos que acusam o peso dessa situação.

No Algarve, a explicação passa pela população flutuante que atrai, nomeadamente para a área do Turismo e que inclui muitos migrantes e imigrantes que viajam sozinhos.

Entre 2003 e 2005, o suicídio era a oitava causa de morte em Portugal. No período 1999-2001 a média anual de óbitos por suicídio aumentou nos dois géneros e a média de idade passou dos 45,4 para 46,5 anos. Nos homens foi de 47,7 e para as mulheres de 49,1.

Nas faixas etárias mais baixas, depois dos acidentes viários e SIDA, o suicídio continua a ser uma das causas de morte.

Entre 1991-2005, a década de 90 registou um decréscimo, atingindo o valor mais baixo em 2000 (5,1 por 100 mil habitantes) e em 2002 a taxa mais elevada (11,6 por cem mil habitantes).

O pico para a população feminina aconteceu em 2004.

Em declarações à Agência Lusa, Caldas de Almeida declarou que as subidas no número de suicídios em Portugal contrariam a tendência constante ou de diminuição registada no resto do mundo, exceptuando o subgrupo dos jovens masculinos adultos.

O aumento em Portugal não corresponde a um aumento efectivo da taxa de mortalidade por suicídio, mas na melhoria das taxas de registo por esta causa de morte.

«É paralela a taxa de aumento dos suicidários com a diminuição do registo de morte por causa indeterminada. Muitos dos suicídios não se registavam dessa forma por motivos culturais e religiosos», disse.

Nas faixas etárias mais baixas, depois dos acidentes viários e SIDA, o suicídio continua a ser uma das causas de morte.

Entre 1991-2005, a década de 90 registou um decréscimo, atingindo o valor mais baixo em 2000 (5,1 por 100 mil habitantes) e em 2002 a taxa mais elevada (11,6 por cem mil habitantes).

O pico para a população feminina aconteceu em 2004.

Em declarações à Agência Lusa, Caldas de Almeida declarou que as subidas no número de suicídios em Portugal contrariam a tendência constante ou de diminuição registada no resto do mundo, exceptuando o subgrupo dos jovens masculinos adultos.

O aumento em Portugal não corresponde a um aumento efectivo da taxa de mortalidade por suicídio, mas na melhoria das taxas de registo por esta causa de morte.

«É paralela a taxa de aumento dos suicidários com a diminuição do registo de morte por causa indeterminada. Muitos dos suicídios não se registavam dessa forma por motivos culturais e religiosos», disse.

Sobre o suicídio nos jovens adultos, o especialista adianta que é notada essa tendência, mas ainda não há certezas nos motivos, embora se apontem maiores vulnerabilidades na passagem da adolescência para a vida adulta nos rapazes.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 18.05.08 6:41

Pasteleiros produzem o maior pastel de Tentúgal de sempre



O maior pastel de Tentúgal de sempre, com seis metros, vai ser confeccionado dia 25 de Maio nesta vila do concelho de Montemor-o-Velho, no âmbito da VII Feira da Doçaria Conventual.

A presidente da Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal, Olga Cavaleiro, disse hoje à agência Lusa que o pastel gigante vai ser produzido pelos pasteleiros que se encontram envolvidos no processo de qualificação desta iguaria.

O pastel vai ser montado numa estrutura instalada na Capela de Nossa Senhora das Dores, junto do recinto da feira, e depois cozido no exterior, sobre uma fonte de calor.

Os visitantes da feira, que começa dia 24, vão poder assistir ao processo de montagem da massa e recheio da guloseima e esclarecer com os pasteleiros os processos envolvidos nesta receita conventual com mais de 400 anos.

No final, são convidados a saborear, gratuitamente, um pedaço do pastel gigante. «Trabalhar um doce com tal comprimento é um desafio, já que a delicadeza e a fragilidade da massa obrigam a alguns cuidados», realça Olga Cavaleiro. A presidente da Confraria espera um sucesso idêntico ao do ano passado, em que foi confeicionado (e degustado) um pastel com quatro metros.

A confeição «do maior pastel de Tentúgal alguma vez feito» decorre a partir das 16h30 do dia 25 e é encarada como uma homenagem à doçaria conventual. «A feira é uma oportunidade para visitar Tentúgal e para conhecer a riqueza do nosso património, da nossa história e da nossa doçaria», sublinhou Olga Cavaleiro.

A feira começa sábado (24 de Maio), no adro da Capela de Nossa Senhora das Dores, com o I Grande Capítulo da Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal. De acordo com a presidente da Confraria, o programa da VII Feira da Doçaria Conventual de Tentúgal compreende ainda a recriação do Cortejo do Espírito Santo, uma festa com vários séculos de existência.

A edição deste ano compreende, além da doçaria conventual de Tentúgal, a participação de pasteleiros com queijadas de Pereira - outro doce conventual do Baixo Mondego - e ainda boleiras com o Bolo de Ançã, do concelho vizinho de Cantanhede.

«Queremos afirmar a feira num outro patamar, congregando vários pólos da doçaria conventual e regional», adiantou Olga Cavaleiro. A feira, que prevê ainda um programa de animação cultural, é organizada pela Confraria e pela Associação de Pasteleiros de Tentúgal.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 18.05.08 16:33

Sócrates no «arranque» da produção das Minas de Aljustrel

O primeiro-ministro, José Sócrates, vai estar segunda-feira no arranque simbólico da produção comercial das Minas de Aljustrel, cuja capacidade de tratamento ascende aos 1,8 milhões de toneladas de minério por ano.

Após um longo processo de reestruturação e de um avultado investimento por parte da Lundin Mining Corporation, as Minas de Aljustrel voltam à produção comercial, estando o primeiro-ministro e o ministro da Economia, Manuel Pinho, presentes na cerimónia que marca o recomeço da extracção mineira e terá lugar na lavaria Industrial de Pirites Alentejanas, em Aljustrel.

Segundo uma fonte do ministério da Economia e da Inovação, «a retoma desta mina é mais um exemplo do esforço que o governo tem vindo a desenvolver para o sucesso de projectos sustentáveis nesta área da indústria extractiva que ano a ano tem vindo a desempenhar um papel de importância crescente na economia nacional».

Como exemplo, acrescentou, em 2007 o saldo passou a ser positivo em mais 338 milhões de euros, o que representa um crescimento de 187 por cento, atingindo as exportações de substâncias minerais um valor global de 747 milhões de euros.

Além disso, a mesma fonte sublinhou que «a actividade mineira desempenha um papel de grande importância no abastecimento da indústria nacional», onde se destaca a indústria cerâmica, e de alavanca no desenvolvimento regional, «pois os recursos minerais têm de ser explorados onde existem e não podem ser deslocalizados, criando muitos empregos directos e indirectos».

A extracção no jazigo do Moinho começou em Janeiro deste ano, seguindo-se a 12 de Abril, o arranque efectivo da produção comercial na mina de Aljustrel, que já produziu e comercializou 6.680 toneladas de concentrado de zinco, segundo explicou em entrevista à agência Lusa o administrador-delegado da empresa Pirites Alentejanas (PA), concessionária das minas de Aljustrel, Guy Lauzier.

O complexo mineiro deverá começar a produzir em pleno «em 2009» com o início da exploração do jazigo de Feitais, previu Guy Lauzier, referindo que a mina prevê, a partir de então, produzir anualmente 80 mil toneladas de concentrado de zinco e 17 mil toneladas de concentrado de chumbo, que serão vendidos para «mercados prioritários», como os de Espanha e Suécia.

As minas de Aljustrel têm ainda uma produção estimada anual de 1,25 milhões de onças de prata.

Até Dezembro de 2007, a PA investiu 114 milhões de euros no projecto de retoma da laboração da mina de Aljustrel, que tem um período de vida útil estimado até 2016, segundo Guy Lauzier.

Com actividade extractiva suspensa desde 1993, a retoma da exploração mineira em Aljustrel foi formalizada a 15 de Maio de 2006, numa cerimónia que contou com a presença de José Sócrates e na qual foi assinado o contrato de investimento entre a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), a AGC Minas de Portugal SPGS e a proprietária da PA, a então canadiana Eurozinc (que entretanto fundiu-se com a sueca Lundin Mining Corporation formando, em 2006, o grupo sueco/canadiano Lunding Mining).

No mesmo dia começaram os trabalhos preparatórios para a retoma da exploração, que incluíram a remodelação da lavaria e a abertura das galerias de acesso ao minério nos jazigos do Moinho, concluídas, e de Feitais, ainda a decorrer, explicou Guy Lauzier.

O projecto de retoma da extracção apresentado em Maio de 2006 previa criar 100 novos postos de trabalho directos, a subcontratação de 200 trabalhadores e a manutenção dos 47 funcionários então no quadro da PA.Actualmente, segundo Guy Lauzier, a PA tem «200 empregados em vários regimes de contratação» e a extracção dos jazigos é da responsabilidade da empresa, apesar de recorrer a vários empreiteiros para «ajudar no processo».

No decurso do projecto, as acções de formação atingiram mais de 10.000 horas.No que diz respeito ao Grupo de Intervenção (G.I.), habilitado a intervir em situações de emergência, está prevista em 2008 a consolidação do grupo em termos humanos (19 elementos), a criação e garantia operacional de três equipas de seis elementos cada e a aquisição de equipamentos de intervenção e protecção, entre outros.

Guy Lauzier adiantou ainda que a PA está a negociar com a CP a reactivação do ramal ferroviário de Aljustrel, para transportar o concentrado de minério produzido na mina até ao Porto de Setúbal.

O Governo encomendou em 1999 estudos para aferir a viabilidade do complexo mineiro, desenvolvidos pela canadiana Eurozinc que acabou por comprar a PA em Dezembro de 2001, prometendo implementar a retoma da extracção.

A Pirites Alentejanas promove a protecção ambiental e a prevenção da poluição, tendo desde a fase inicial do projecto sido adoptadas medidas de protecção ambientais em toda a área envolvente, nomeadamente no domínio da gestão de águas residuais, protecção de águas subterrâneas e superficiais, gestão de resíduos, monitorização do ruído e vibrações e avaliação da qualidade ecológica das ribeiras.

A empresa vai ainda implementar um Sistema de Gestão Ambiental, que além dos benefícios ao nível ambiental permitirá um conhecimento mais claro dos impactes causados e maior envolvimento por parte de todos os intervenientes.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 19.05.08 2:28

Portugueses preferem sexo a futebol



Quatro em cada cinco portugueses prefere praticar sexo a assistir a um jogo de futebol, o que torna os adeptos nacionais os mais activos da Europa, ao contrário dos «abstinentes» espanhóis, que não abdicam do desporto rei.

O estudo realizado pelo Social Issues Research Centre (Centro de Pesquisa de Assuntos Sociais) em 17 países europeus, contudo, não estabelece a relação entre a qualidade do futebol praticado nos estádios lusos e os escassos 17 por cento dos portugueses que trocam sexo por um jogo, enquanto a média se situa de 50 por cento.

No extremo oposto da estatística estão os adeptos espanhóis, os sexualmente menos activos da Europa sempre que a alternativa é assistir a um encontro de futebol, com 72 por cento a trocar uma noite de sexo pelos golos da sua equipa.

O sucesso de Cristiano Ronaldo e Luís Figo leva a que 53 por cento dos portugueses considere os jogadores de futebol os seus maiores ídolos, valor apenas superado pela Bélgica e a Suécia (ambas com 61), dois dos países com menos «estrelas».

O futebol «é uma religião» para 73 por cento dos portugueses, o valor mais elevado do estudo, muito acima dos «ateus» holandeses (27), mas para apenas 35 por cento é «a coisa mais importante da vida», categoria liderada pelos belgas, com 70 a viver para a modalidade.

Os portugueses são também os mais «chorões» do velho continente, com quatro em cada cinco adeptos a admitir que já chorou enquanto presenciava uma partida, em oposição aos contidos dinamarqueses (44 por cento).

Em contrapartida, os adeptos lusos são os menos interessados na actividade diária do seu clube, com apenas 62 por cento a acompanhar as notícias ao longo do dia, contra 91 por cento da média europeia e 98 dos recordistas dinamarqueses.

Os portugueses são também os que os que menos associam futebol a «paixão e dedicação» (77 por cento) e a «excitação e emoção (62 por cento), tendo apenas 78 por cento admitido que gritou em público enquanto assistia a um jogo, enquanto a média continental ascende a 95.

Este distanciamento explica que apenas 43 por cento tenha »abraçado ou beijado estranhos durante um jogo«, contra 93 dos «afectuosos« alemães, e que apenas 27 por cento »sonhe com futebol», bem longe dos »sonhadores« espanhóis (88 por cento).

Para seis em cada dez espectadores nacionais os dias de futebol representam uma boa oportunidade para reunir a família, a média mais elevada entre os 17 países envolvidos no estudo, que em Portugal contou com a participação do departamento de sociologia da Universidade do Porto.

Lusa


Última edição por Johny89 em 20.05.08 8:47, editado 1 vez(es)
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por blitz0 em 19.05.08 13:00

Pois está claro ! xDD
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 20.05.08 11:57

Portugal é um dos 10 países mais pacíficos do mundo



Portugal é um dos 10 países mais pacíficos do mundo, segundo o último relatório do Índice Mundial da Paz divulgado hoje em Londres, que coloca no primeiro lugar a Islândia e no último o Iraque.

No índice, que avalia o pacifismo de 140 países e o seu nível de tranquilidade, Portugal aparece no sétimo lugar, a seguir à Irlanda e antecedendo a Finlândia

A lista dos 10 menos violentos por ordem decrescente é a seguinte: Islândia, Dinamarca, Noruega, Nova Zelândia, Japão, Irlanda, Portugal, Finlândia, Luxemburgo e Áustria.

«O mundo aparece ligeiramente mais pacífico este ano», sublinhou num comunicado Steve Killelea, autor do índice.

«É encorajador, mas precisamos de pequenos passos feitos individualmente pelos países para que o mundo faça mais progressos no caminho da paz», assinalou o filantropo australiano.

De acordo com o índice, o país mais violento é o Iraque, antecedido da Somália, Sudão e Afeganistão (137º).

Entre os 10 mais violentos estão também a Rússia (131º), seguida do Líbano, Coreia do Norte, República Centro Africana, Chade e Israel (136º).

Nesta classificação, Angola (110º lugar), Indonésia (68º) e Índia (107º) são os países que fizeram mais progressos em comparação com o índice do ano anterior.

Os países do G8 (os sete mais industrializados e a Rússia) obtêm posições muito diferentes, com o Japão na quinta posição, entre os 10 mais pacíficos, seguido do Canadá (11º), Alemanha (14º), Itália (28º), França (36º), Reino Unido (49º), Estados Unidos (97º) e Rússia (131º) na cauda do pelotão.

A classificação lançada em 2007 com 121 países, passou a integrar 140 países em 2008 e analisa 24 critérios internos e externos, como a contribuição para as missões de paz da ONU, o nível de criminalidade e o risco terrorista.

O índice é elaborado a partir de dados reunidos pelo departamento de informações Economist, ligado ao semanário The Economist, e serve nomeadamente para os investidores, segundo o seu autor.

A classificação completa pode ser vista na página da Internet http://www.visionofhumanity.org/gpi/results/rankings/2008/

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por blitz0 em 21.05.08 6:16

Pacíficos concordo, seguros como vi noutro lado discordo !
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 21.05.08 8:48

DECO alerta para má eficácia de roupas de protecção

A DECO Proteste analisou roupas específicas de protecção contra o sol e concluiu que a maioria perde eficácia com o uso e que algumas nem oferecem a protecção anunciada.
O resultado dos testes a oito dessas peças para adultos e crianças, divulgados na edição de Junho da revista Teste Saúde, indicam que apenas três mantiveram a protecção ao ultravioleta nas utilizações simuladas pela associação para a defesa dos direitos dos consumidores - DECO.

«Três artigos comercializados como anti-UltraVioleta protegem menos do que a t-shirt normal de algodão azul-escura», refere a DECO em comunicado hoje divulgado.

Em laboratório, a associação de consumidores mediu o factor de protecção ultravioleta (UPF) da roupa, segundo a norma europeia para têxteis com protecção solar, que define um UPF mínimo de 40 para essas roupas enquanto novas.

A TESTE SAÚDE mediu ainda o UPF nos tecidos novos e esticados, depois de lavados dez vezes e esticados após as lavagens.

O boné Adidas, a t-shirt Quechua (Decathlon) e a t-shirt Hyphen mantiveram depois das lavagens um factor de protecção superior a 50, em todos os testes, mas o pólo Coronel Tapioca e a t-shirt Tribord (Decathlon) perderam eficácia com o uso e as lavagens.

Em novas, a camisa The North Face, a t-shirt Petit Patapon e a camisa Berg só ofereceram protecção abaixo de 40. Comparados com duas t-shirts normais de algodão em branco e azul-escuro, da Sport Rox, a t-shirt Petit Patapon, o pólo Coronel Tapioca e a camisa The North Face protegem menos do que a azul-escura.

A DECO diz que detectou também etiquetas sem qualquer indicação do factor de protecção ultravioleta e valores sem métodos de teste ou que referem métodos diferentes, o que impede o consumidor de comparar peças.

«Apesar de alguns produtos referirem a norma europeia, nenhum utiliza o pictograma que esta define ou anuncia protecção numa etiqueta não destacável», denuncia a DECO.

A associação defende que a Comissão Europeia deve tornar obrigatória a norma europeia para têxteis com protecção solar, por forma a uniformizar o método de teste e a fixar o valor obtido a partir do qual a roupa pode anunciar protecção ultravioleta e a forma de etiquetar essas peças.

Aos consumidores, a DECO deixa um conselho: «Devem preferir os tecidos com malha mais cerrada. Entre tecidos iguais, use os largos e de cores escuras».

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 22.05.08 7:14

Morreu jovem baleado esta madrugada



Um jovem baleado esta madrugada, durante um incidente no Bairro Alto, acabou por não resistir aos ferimentos, apesar de ainda ter chegado com vida ao Hospital de São José, em Lisboa, segundo a PSP.
De acordo com o comando metropolitano da PSP, o rapaz, de 20 anos, foi baleado na zona lombar, depois de um desentendimento entre dois indivíduos, junto a um bar daquele bairro lisboeta, tendo sido ainda operado pelas 8:00 horas desta quinta-feira.

Esta noite, a PSP de Lisboa registou ainda outro incidente no Bairro Alto, com três indivíduos a sofrerem ferimentos ligeiros, na sequência de outro desacato.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por blitz0 em 22.05.08 12:08

Enfim, infelizmente é o pão nosso de cada dia no nosso país ! Neutral
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 22.05.08 17:12

Portugueses cada vez mais dependentes do exterior para comer cerais, grão e peixe ...

Os portugueses estão cada vez mais dependentes do exterior quando chega a hora de pôr a comida na mesa: 85 por cento dos cereais vêm de fora e as leguminosas só cobrem 13 por cento das necessidades. Num país de alimentos importados, o vinho, ovos e mel ainda são produtos da terra.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), entre 2003 e 2006 o consumo de cereais manteve-se estável: os portugueses consumiram cerca de 1.330.000 toneladas de cereais por ano. Com um mercado nacional a produzir cada vez menos, os vendedores precisaram de recorrer ao mercado externo.

Há 18 anos, os campos nacionais de cereais e arroz produziam quase metade do que os portugueses consumiam. Treze anos depois, a produção destes produtos diminuiu, cobrindo apenas 27,4 por cento do consumo anual.

Quando se analisa apenas os cereais produzidos em 2006 a situação é ainda mais preocupante: apenas 16 por cento das necessidades são colmatadas pela agricultura portuguesa. Dados do INE indicam que o país importa mais de 90 por cento do trigo e de cevada, cerca de 70 por cento do milho e mais de 60 por cento do centeio.

Hoje, «as farinhas têm de ser importadas porque não há quantidade suficiente nem para fazer o pão e os bolos», lembrou Domitília Lopes da Silva, secretária-geral da Associação Nacional de Comerciantes e Industriais de Produtos Alimentares.

"Muitos agricultores deixaram de produzir", lembrou a responsável da associação que em poucas palavras ilustra a situação da agricultura portuguesa: plantações artesanais, produções pequenas, IVA muito elevado e preços pouco competitivos.

"Houve gente que abandonou o campo rumo às grandes cidades à procura de uma vida melhor, porque perceberam que era impossível competir com os estrangeiros. Além disso deixámos de ter muitos produtos porque a União Europeia disse que não era para plantar mais, como aconteceu com os cereais", recorda.

Existem outros alimentos nacionais que começam a perder importância face ao mercado externo sem que ninguém pareça dar conta, como é o caso do feijão seco e do grão-de-bico.

Há quase duas décadas, os portugueses produziam mais de metade das leguminosas secas necessárias. Já em 2003, 87 por cento era importado.

Apesar de os agricultores estarem a produzir menos, os produtos nacionais continuam a ter procura, segundo a presidente da Associação de Comerciantes e Mercados de Lisboa, Luísa Carvalho.

«Nós temos um pouco de tudo, mas a produção é escassa e os preços não são competitivos», afirmou Luísa Carvalho, contando que os operadores dos mercados recebem queixas de quem não consegue encontrar nas bancas o que é «nacional»

«Mais informados e atentos», os consumidores queixam-se quando vêem na rotulagem que o produto é estrangeiro, recusando-se muitas vezes «a levar para casa laranjas espanholas ou ameixas argentinas».

Por enquanto, está garantida a produção nacional de arroz, que cobre 80 por cento das necessidades. Também o mercado do mel é referenciado pelo INE como conseguindo responder a todos os pedidos dos portugueses, assim como os ovos que até ultrapassam as necessidades. A azeitona, o leite e seus derivados apresentam valores muito próximos do necessário, rondando os 95 por vento.

Os dados do INE revelam que nas bancas há cada vez menos pescado nacional: se em 1990 representava 79 por cento do consumo nacional, em 2003 não chegava para cobrir metade das necessidades.

Também no que toca às «carnes e miudezas» assiste-se a uma redução da presença destes produtos nas prateleiras dos supermercados que chegaram a representar noventa por cento do necessário na década de 90. Hoje, quase um terço já vem de fora.

Já se sente «uma grande carência de produtos nacionais nos mercados», alertou a presidente da Associação de Comerciantes e Mercados de Lisboa, apontando como uma das razões o facto de alguns produtores nacionais apostarem na exportação.

No norte existe uma fábrica de conservas de peixe com preços bastante elevados que só produz para enviar para fora, lembrou por seu turno Domitília da Silva.

Além das empresas portuguesas que só trabalham para o mercado externo, há tradições que se foram perdendo por falta dos produtos nacionais. Ficou para a história os tremoços grátis que acompanhavam a cerveja. Hoje, a grande maioria dos tremoços vem do Chile.

Domitília recorda também a história do polvo: «Tínhamos muito polvo à venda e a preço acessível, mas hoje exportamo-lo quase todo para o Japão e é muito mais caro».

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 24.05.08 7:11

Galp aumentou preço dos combustíveis às 0:00 horas de hoje



Dois dias depois de ter recuado na decisão de aumentar os combustíveis, a Galp confirmou a subida no preço do gasóleo e da gasolina às 0:00 horas deste sábado, segundo fonte oficial da petrolífera.

De acordo com a TSF, o preço do gasóleo aumentou dois cêntimos e o da gasolina subiu três cêntimos, sendo o que esteve previsto acontecer na passada quinta-feira, mas que a empresa acabou por negar que acontecesse.

Este foi o 18º aumento dos preços por parte da Galp desde o início do ano. Também este ano, a empresa apenas reduziu os preços por três ocasiões.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 25.05.08 7:12

Amadora/Incêndio: Fogo foi extinto cerca das 10h30m

O incêndio que deflagrou esta manhã no interior do Centro Comercial Continente da Amadora foi extinto cerca das 10:30, de acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Lisboa.
A mesma fonte referiu que as chamas, que deflagraram hoje cerca das 08:45, foram consideradas dominadas às 09:48, tendo o incêndio sido dado como extinto antes das 10:30.

O comandante dos Bombeiros da Amadora, Mário Conde, adiantou aos jornalistas no local que se desconhece ainda o local onde começou o fogo, referindo que as chamas afectaram sobretudo a cobertura e o tecto falso de uma zona de armazém no interior do centro comercial.

O fogo deflagou com muita rapidez, uma vez que há materiais que ardem facilmente entre o tecto falso e a cobertura devido à existência de materiais como fibra de lã e cortiça.

De acordo com o director de operações no local, Fernando Silva, os danos materais são reduzidos, uma vez que o armazém afectado é de reposição de produtos alimentares do Continente.

O incêndio não causou vítimas.

A área do hipermercado Continente não foi afectada, adiantou o responsável, que deu a garantia de que este espaço não abrirá hoje, uma vez que, por ser domingo, encerraria pelas 13:00.

Não existem ainda certezas quanto à abertura das lojas e restauração que existem no interior do centro comercial.

Segundo o comandante Mário Conde, os bombeiros chegaram ao local às 08:49, tendo o combate aos incêndios decorrido "com normalidade", apesar de algumas bocas de incêndio não terem funcionado a 100 por cento, pelo que foi necessário recorrer a uma boca de incêndio da loja Conforama, a cerca de 40 metros do Continente.

Trinta e cinco bombeiros e 12 viaturas das corporações de Amadora, Queluz, Linda-a-Pastora e Carnaxide combateram as chamas.

As brigadas de incêndio da Polícia Judiciária deverão agora deslocar-se ao local para averiguar as causas do fogo.

No exterior do edifício encontram-se muitas pessoas, algumas das quais funcionários do hipermercado e das lojas que iam trabalhar.

O Centro Comercial Continente da Amadora, com 45 lojas, entre as quais um hipermercado Continente, tem uma área de 18.000 metros quadrados, de acordo com informação disponibilizada no sítio do espaço comercial.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 25.05.08 10:56

Sonae investiga origem de fogo no Continente



A administração da Sonae Distribuição afirma que estão neste momento a decorrer averiguações para determinar a origem do incêndio que hoje deflagrou no Centro Comercial Continente da Amadora.
Ao contrário do que foi avançado hoje por fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Lisboa, a empresa afirma, em comunicado, ser «prematuro adiantar o local exacto onde começou» o incêndio, que deflagrou às 08:45 numa pizzaria e estendeu-se a um armazém de uma loja de decoração.

A administração da Sonae Distribuição refere que o dispositivo de Segurança e Gestão de Risco do Continente foi accionado assim que foi detectado o primeiro foco de incêndio, tendo sido tomadas todas as medidas de segurança «antes da rápida intervenção das corporações de bombeiros», com quatro corporações, designadamente Amadora, Carnaxide, Linda-a-Pastora e Queluz.

O fogo, sem registo de vítimas, foi considerado circunscrito às 09:24, tendo provocado apenas «alguns danos materiais», refere a administração da Sonae, assegurando que a loja será reaberta segunda-feira, dentro do horário normal.

O Centro Comercial Continente da Amadora, com 45 lojas, entre as quais um hipermercado Continente, tem uma área de 18 mil metros quadrados.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 25.05.08 11:10

Secretário norte-americano da Energia inicia segunda-feira visita a Portugal

O secretário de Estado norte-americano da Energia, Samuel Bodman, inicia segunda-feira uma visita a Portugal para promover as energias renováveis e apelar ao compromisso global de desenvolvimento de novas tecnologia para travar as mudanças climáticas.

Uma fonte da Embaixada Americana em Portugal adiantou à agência Lusa que, durante esta semana, o governante norte-americano tem agendados encontros "ao mais alto nível" com três ministros portugueses, para falar sobre a cooperação energética entre os Estados Unidos da América (EUA) e Portugal.

Com o ministro português das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, o governante norte-americano irá discutir o esforço dos países para prevenir o contrabando de material nuclear e radioactivo nos portos internacionais, indicou a mesma fonte.

Os próximos passos da colaboração e expansão das energias alternativas e renováveis no mundo são tópicos que serão abordados na reunião de trabalho que Samuel Bodman irá ter com o ministro da Economia e Inovação, Manuel Pinho, em Lisboa.

O governante norte-americano, que visita Portugal pela primeira vez desde que assumiu funções em 2005, estará ainda com o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, para rever o andamento do programa sobre alterações climáticas existente entre o Departamento da Energia dos EUA e instituições portuguesas ligadas ao controlo da radiação atmosférica.

Durante a estadia na capital portuguesa, Samuel Bodman participa ainda na segunda-feira, num seminário sobre energias renováveis na Universidade Católica e, na terça-feira, num encontro da Câmara de Comércio Americana em Portugal, onde se espera que fale do compromisso americano de desenvolver as energias renováveis e promoção de políticas para um maior investimento privado nesta área.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 25.05.08 15:04

Pastel de Tentúgal com seis metros foi servido hoje

O pastel gigante de Tentúgal, com seis metros, foi servido este domingo às centenas de pessoas que, nesta vila dos arredores de Coimbra, acompanharam a sua confecção, que durou cerca de três dias.

Os pasteleiros da vila, dos arredores de Coimbra, utilizaram 80 quilogramas de farinha, 30 quilogramas de açúcar e 90 dúzias de ovos, para confeccionar o doce conventual, que ficou «douradinho e no ponto», de acordo com a presidente da Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal, Olga Cavaleiro, dinamizadora da iniciativa.

«O segredo está na alma de quem o faz, pois exige grande esforço físico e muita sensibilidade», observou a responsável, frisando ser necessário um apuro técnico e grande sensibilidade nas pontas dos dedos, para saber quando a massa, feita com água e farinha, está pronta e para não a deixar romper. O recheio de ovos, açúcar e água parece uma conjugação fácil de conseguir, mas o Pastel de Tentúgal encerrará segredos herdados das freiras do Convento de Nossa Senhora da Natividade.

Depois de confeccionados a massa e o recheio, a preparação final do Pastel de Tentúgal gigante foi feita na Capela de Nossa Senhora das Dores, para evitar que o vento secasse a massa, e a tornasse quebradiça. Inserido numa base oval para lhe dar forma, foi-lhe colocada uma longa tampa metálica e depois cozido no adro da igreja, numa estrutura com brasas, perante o olhar de centenas de pessoas.

Para ajudar a passar as horas, a feira montada em redor oferecia, além do famoso pastel, as também muito apreciadas Queijadas de Tentúgal, ainda quentes, cálices de licores tradicionais e música folclórica.

O Pastel de Tentúgal encontra-se actualmente em processo de certificação, já com o caderno de especificações sobre o modo de produção e de comercialização preparada, para que se defina a zona geográfica protegida, com selo de origem, revelou a presidente da confraria. Nas últimas semanas, a sobrevivência desta iguaria foi colocada em causa pela presidente da federação das confrarias gastronómicas de Portugal, temendo os rigores da fiscalização, porque é utilizada uma pena de galinha para pincelar o pastel no final da preparação.

Para Olga Cavaleiro, a pena é higienizada e análises revelaram que não coloca problemas microbiológicos a sua utilização. Na sua perspectiva, não é a mesma coisa pincelar com um pincel, porque derrama mais manteiga, e a pena de galinha deverá ser entendida como um utensílio de trabalho, utilizada pelas freiras há quatro séculos.

A produção do Pastel de Tentúgal de 6 metros enquadrou-se na VII Feira da Doçaria Conventual de Tentúgal, uma vila do concelho de Montemor-o-Velho, que sábado começou e hoje encerrou.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 25.05.08 17:50

Bilhetes em papel deixarão de existir a 1 de Junho

Os bilhetes de avião em papel deixarão de existir a partir de 1 de Junho, data em que as companhias-membro da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), como a portuguesa TAP, passarão apenas a utilizar bilhetes electrónicos.
A IATA, que representa 240 companhias aéreas de todo o mundo, responsáveis por 94 por cento do tráfego aéreo internacional, afirma que esta medida permitirá uma poupança para o sector na ordem dos 2.200 milhões de euros anuais, ao mesmo tempo que evitará o abate de 50 mil árvores.

Sem suporte em papel, os bilhetes electrónicos consistem num documento armazenado em computador, que permite que os passageiros usem um único bilhete para itinerários que incluam viagens em duas ou mais companhias aéreas diferente.

Os passageiros poderão adquirir os bilhetes electrónicos na Internet ou numa agência de viagens, recebendo um recibo da reserva, que será enviado por email, correio ou fax.

No dia da viagem, os passageiros têm apenas de entregar o recibo da reserva no balcão do check-in para que o sistema da companhia aérea aceda ao registo do bilhete electrónico e o cartão de embarque seja emitido.

Além de serem mais seguros, uma vez que é eliminada a possibilidade de perda, de representarem menos custos para as empresas e menores impactos no meio ambiente, os bilhetes electrónicos facilitam ainda as trocas, uma vez que deixa de ser necessária a devolução do bilhete original para a nova emissão.

A tecnologia utilizada no bilhete electrónico vem permitir a prestação de outros serviços, como a compra de bilhetes e a realização do check-in pela Internet, podendo o passageiro chegar ao aeroporto e seguir directamente para a porta de embarque.

À TAP, que foi a primeira companhia aérea europeia a iniciar experiências com bilhetes electrónicos, em 1997, faltavam na sexta-feira apenas colocar «duas escalas» em suporte electrónico para que a meta da IATA fosse cumprida, segundo disse à agência Lusa fonte oficial da transportadora.

Desde 2004 que a IATA vem fazendo junto das companhias-membro uma campanha a favor da introdução dos bilhetes electrónicos, mas foi em Agosto último que o presidente da associação, Giovanni Bisignani, marcou para 31 de Maio a «última chamada» para os bilhetes de avião em papel.

No final de Fevereiro, 94 por cento das companhias da IATA já tinham eliminado os bilhetes em papel.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 27.05.08 11:32

Novo contingente militar português parte para o Líbano 4ª feira substituindo Unidade de Engenharia 3

A Unidade de Engenharia 4 (UnEng4), da Brigada de Intervenção, com um total de 130 militares, parte quarta-feira para o Líbano, onde cumprirá missão sob responsabilidade da UNIFIL, até Novembro de 2008.

Em comunicado da Chefia do Estado Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), refere-se que quarta e quinta-feira ocorrerão os voos de rendição do contingente militar português estacionado no Líbano.

A UnEng4, comandada pelo tenente-coronel de engenharia Jorge Alves Caetano, do Exército Português, num total de 130 militares, parte pelas 16H50 do aeroporto militar de Figo Maduro com destino a Beirute, ficando instalada no sul do Líbano por um período de seis meses, em apoio à reconstrução do país.

Esta unidade terminou no final de Abril, em Vila Real, o exercício militar "Shama 081", correspondente ao final do seu aprontamento, antes de partir para o Líbano.

De acordo com o CEMGFA, na semana passada 11 elementos do novo contingente, constituindo o grupo avançado, deslocaram-se já para o Líbano a fim de iniciar o processo de rendição.

A Unidade de Engenharia 3, comandada pelo tenente-coronel de engenharia Manuel Rebelo de Carvalho, regressa a Portugal na quinta-feira, pelas 05H20, chegando ao aeroporto militar de Figo Maduro.

Este contingente, constituído por 141 militares, permaneceu no teatro de operações desde Novembro de 2007, na localidade de Shama, próximo do quartel-general da UNIFIL, em Naquora.

Segundo o CEMGFA, com a realização destes voos, a Força Nacional Destacada para a missão de paz no Líbano completa mais um processo de rendição.

Na sua recente visita ao destacamento nacional no Sul do Líbano, em Fevereiro, o Presidente da República, Cavaco Silva, recordou que Portugal contribui desde de Novembro de 2006 com uma unidade de engenharia militar, procurando assim ajudar o futuro do Líbano.

Cavaco Silva disse aos militares portugueses que estão a "prestar um grande serviço" à causa da paz, prestigiando o nome de Portugal.

Lusa
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por danyro em 29.05.08 3:45


Marcha contra a fome 'passa' por Portugal
As inscrições para este ano já ultrapassam as mais de 10 mil presenças em 2007

Várias cidades portuguesas acolherão a 1 de Junho a Marcha Contra a Fome, uma iniciativa que ocorrerá em cerca de 100 países para chamar a atenção para o problema da fome e angariar fundos para o Programa Alimentar Mundial da ONU.
Lisboa, Porto, Coimbra e Angra do Heroísmo (Açores) são as cidades portuguesas onde se realizará o 'Walk the World' - Marcha Contra a Fome, promovida pelo TNT Express e pelo 'World Food Program' (Programa Alimentar Mundial) das Nações Unidas.
"O principal objectivo desta iniciativa é alertar a consciência da população mundial para a fome que mata cerca de seis milhões de crianças anualmente", sublinhou ontem em Lisboa, em conferência de imprensa, José Domingos Ferreira, Director de Marketing da TNT Express Portugal.
Para se juntarem a esta iniciativa, os portugueses contribuem com 10 euros através da aquisição de T-shirts, revertendo este valor integralmente para o Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, que fornece refeições escolares a mais de 21 milhões de crianças em 74 países.
"Duas T-shirts permitem pagar a educação de uma criança", reforçou José Ferreira.
No ano passado, a Marcha Contra a Fome reuniu, nas mesmas cidades portuguesas, mais de 10 mil pessoas, permitindo angariar cerca de 100 mil euros.
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