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Jornal Nacional

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Pimentel em 15.01.09 5:05

McCann recorrem a espiões para reabrir processo

A investigação ao desaparecimento de Maddie não está acabada. Os McCann contrataram antigos agentes secretos para arranjarem novas provas e obrigar as autoridades portuguesas a continuar o inquérito.
O casal McCann quer que as autoridades portuguesas voltem à carga nas investigações ao desaparecimento de Madeleine. O caso já foi arquivado, mas, segundo o 24horas, os pais da menina acreditam que ainda é possível encontrá-la, e que para isso o caso tem mesmo de vir a ser reaberto.

Para intensificar as buscas por Maddie, os McCann anunciaram a contratação de uma reforçada equipa de detectives privados. Dela fazem parte, entre outros, ex-agentes das mais especializadas forças policiais da Grã-Bretanha, nomeadamente destacados ex-elementos dos poderosos M15 e M16, os melhores serviços secretos de espionagem britânica.

«Queremos que sejam estudadas novas pistas que possam indicar o paradeiro da criança. Não vou adiantar quais são, mas posso dizer que há dados novos que podem ser importantes», garantiu ao 24horas Clarence Mitchell, porta-voz da família McCann.

Fonte da polícia judiciária garantiu ao jornal que até agora não foi recebida «qualquer nova prova relevante» sobre Maddie. Mas não está fechada a porta a uma nova investida policial.

«Isso pode realmente acontecer. É preciso é ter em conta que para o inquérito ser retomado têm de chegar até nós novos factos que nos levem a compreender que é realmente útil retomá-lo», explicou a mesma fonte da PJ.

Um milionário ao dispor

O escocês Bryan Kennedy tem sido o anjo da guarda das finanças do casal McCann. Este multimilionário é o responsável pelas recentes injecções de dinheiro no cada vez mais vazio Fundo por Madeleine, o qual é composto por donativos de anónimos e tem recebido cada vez menos contribuições.

Bryan Kennedy, de 47 anos, apoia desde a primeira hora Kate e Gerry. Segundo o 24horas, chegou mesmo a considerar «incríveis e torturantes» as suspeições que recaíram sobre os McCann no que diz respeito a eventuais culpas no desaparecimento da criança.

Assim, tem sido mesmo a benevolência de Kennedy que tem permitido prosseguir com as investigações privadas em busca da filha mais velha dos McCann, desaparecida no Algarve a 3 de Maio de 2007.


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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Pimentel em 15.01.09 5:06

Noite de sexo na prisão de Elvas leva dois guardas prisionais a tribunal

Dois guardas prisionais estão a ser julgados pelo crime de corrupção por terem deixado entrar no Estabelecimento Prisional de Elvas uma mulher para ter relações sexuais com um recluso. Os guardas receberam dinheiro para abrir esta excepção.
A mulher entrou na prisão de Elvas para ter relações sexuais com um recluso condenado por homicídio e a cumprir uma pena de 17 anos e seis meses de prisão, escreve o 24 Horas. O próprio recluso afirma que a mulher entrou pela porta da frente da prisão.

A mulher, com quem o recluso mantinha na altura uma relação amorosa, entrou por volta da 1h00 da manhã e foi conduzida por um guarda à sala de visitas, onde manteve relações sexuais com o detido.

Dias antes, fora passado um cheque de 100 contos (500 euros) ao guarda. «Era um empréstimo, para ele ir de férias, depois pagava-me».

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Pimentel em 15.01.09 6:37

Estudantes pedem demissão de Maria de Lurdes Rodrigues

A Plataforma Estudantil Directores Não entrega, amanhã, no Ministério da Educação um abaixo-assinado com 10 mil assinaturas para pedir a demissão da ministra.
O abaixo-assinado a pedir a demissão da ministra Maria de Lurdes Rodrigues, promovido pela Plataforma Estudantil Directores Não, conseguiu reunir 10 mil assinaturas e vai ser entregue amanhã no Ministério da Educação.

«Vamos fazer uma vigília em frente ao Ministério» , disse ao SOL Luís Baptista, um dos dirigentes deste movimento estudantil.

O protesto está convocado para as 10h da manhã e deverá durar 10 mil segundos para representar o número de alunos do secundário que assinaram o documento.

O novo Estatuto do Aluno, o modelo de gestão escolar que substitui os conselhos executivos por directores e o regime de faltas (que não descrimina ausências justificadas e injustificadas) são os pontos mais contestados por este grupo de estudantes do ensino secundário.

«Acreditamos que a actual Ministra da Educação não reúne mais condições para desempenhar o cargo pois existe sobre a mesma uma profunda desconfiança e insatisfação por parte da massa estudantil», lê-se no documento, que pede a «imediata demissão» de Maria de Lurdes Rodrigues.

«Este abaixo-assinado serve para demonstrar o nosso descontentamento com esta ministra e as suas políticas» , explica Luís Baptista.

SOL


Última edição por Johny89 em 15.01.09 13:29, editado 2 vez(es) (Razão : Engano)
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Pimentel em 15.01.09 13:02

Condutor paraplégico abalroa viatura da GNR na A4 e atropela militar

Um condutor paraplégico alcoolizado abalroou uma viatura da Unidade de Trânsito da GNR e atropelou um militar daquela corporação durante uma fiscalização de tráfego na área de serviço da auto-estrada 4, em Penafiel, disse hoje à Lusa uma fonte policial.

Com o impacto sofrido, a viatura da GNR acabou por embater noutro veículo - propriedade de um civil - que estava a ser fiscalizada. Neste caso os danos foram apenas materiais.

De acordo com a fonte, o condutor apresentava uma taxa de alcoolemia superior a 1,2 por cento, o que é considerado taxa-crime.

O incidente ocorreu cerca das 22:00 de quarta-feira, uma hora depois de iniciada a operação de fiscalização de tráfego, que viria a prolongar-se até à 01:00 de hoje e que implicou o desvio do trânsito da auto-estrada para a área de serviço.

A fonte disse que da operação resultaram cinco detenções por condução sob efeito de álcool e seis processos por posse de droga - um total de 8,5 gramas de haxixe, 0,2 gramas de heroína e seis gramas de liamba.

Foram ainda elaborados 91 autos.

SAPO/LUSA
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 16.01.09 18:08

TGV: Bruxelas confirma atribuição de 383,38 milhões de euros ao projecto português



A Comissão Europeia confirmou a atribuição a Portugal de um financiamento de 383,38 milhões de euros para o projecto ferroviário de alta velocidade, referem documentos do Executivo comunitário a que a Lusa teve acesso.

Os documentos, datados de Dezembro de 2008, confirmam os montantes avançados em Novembro de 2007, aquando da divulgação da decisão preliminar Comissão Europeia sobre o programa das Redes Transeuropeias de Transportes para o período 2007-2013.

"Para a acção designada "Estudos e trabalhos na interoperabilidade das linhas de caminho-de-ferro de alta velocidade na Península Ibérica - Eixo Porto-Vigo: Troço transfronteiriço Ponte de Lima - Vigo (...), é concedido um apoio financeiro comunitário num montante máximo de 244.140.000 euros", lê-se no documento.

Deste montante, 140,64 milhões de euros foram atribuídos a Portugal, enquanto os restantes 103,5 milhões de euros foram concedidos a Espanha, uma vez que os dois países apresentaram uma candidatura conjunta aos fundos das Redes Transeuropeias de Transportes (RTE).

Para o troço transfronteiriço Évora-Mérida, da linha Lisboa-Madrid, refere o documento, "é concedido um apoio financeiro comunitário num montante máximo de 312.660.000 euros aos beneficiários [Portugal e Espanha]".

Deste total, a parte portuguesa do projecto recebe 191,43 milhões de euros, enquanto à parte espanhola são atribuídos 121,23 milhões de euros.

Bruxelas vai ainda financiar com 51,31 milhões de euros os estudos e obras da componente de alta velocidade da terceira travessia do Tejo, que ligará Chelas ao Barreiro.

Em Julho de 2007, o Governo português apresentou a candidatura a um financiamento comunitário de 600 milhões para os três projectos da rede de alta velocidade.

O investimento previsto para o projecto português de alta velocidade ascende a 8,2 mil milhões de euros (3,8 mil milhões de euros para a linha Lisboa-Porto, 3 mil milhões para a linha Lisboa-Madrid, 0,8 mil milhões para o troço Braga-Valença e 0,6 mil milhões para a sinalização).

Lusa
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Pimentel em 19.01.09 15:34

Meteorologia prevê neve para «todo o território» e forte descida da temperatura

A meteorologista Paula Leitão disse, esta segunda-feira, à TSF que a «temperatura vai baixar bastante» nos próximos dias, sendo esperados ventos fortes e aguaceiros sob a forma de neve em «todo o território», incluindo o Algarve.
Devido à «influência de uma massa de ar bastante fria», a temperatura vai baixar muito nos próximos dias, disse à TSF Paula Leitão, do Instituto Nacional de Meteorologia, numa altura em que o alerta laranja se encontra accionado
em todos os distritos até às 24:00 de quarta-feira. A meteorologista disse que são esperados aguaceiros «sob a forma de neve já a partir da próxima noite, primeiro nos pontos mais altos» e depois em zonas onde não é comum nevar, como locais perto do litoral na região do Minho. Durante a manhã de terça-feira, é esperava neve em «todo o território», inclusive em serras alentejanas e algarvias, sendo que «a situação deverá ser preocupante em especial no Minho, em Trás-os-Montes e na Beira Alta», onde se prevê que «a neve afecte muitas cidades e vilas», acrescentou. A meteorologista Paula Leitão disse ainda que a agitação marítima que se faz sentir esta segunda-feira vai piorar nos próximos dias, com ondas a atingirem mais de «sete metros» na costa ocidental acima do Cabo Carvoeiro.


TSF
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 20.01.09 12:55

Bandeira dos EUA hasteada na Casa Branca, do Alentejo



A bandeira norte-americana foi hasteada na Casa Branca, uma freguesia portuguesa de Sousel, em homenagem à tomada de posse de Barack Obama como novo residente da outra Casa Branca, nos Estados Unidos.

Hoje, durante a cerimónia de tomada de posse do novo presidente dos Estados Unidos, o presidente da Junta de Freguesia de Casa Branca (distrito de Portalegre) decidiu hastear a bandeira norte-americana na pequena autarquia do Norte Alentejano.

"As condições destas instalações não são as melhores. Nem tenho gabinete, por isso acompanhei a cerimónia pela televisão", explicou hoje à agência Lusa o presidente da Junta de Freguesia, Joaquim Pereira (PSD).

Nas ruas desta aldeia do concelho de Sousel, com cerca de 1.200 habitantes, não se vislumbra qualquer aparato mediático, nem os dispositivos de segurança que rodeiam Obama na "outra" Casa Branca, em Washington, nos Estados Unidos.

Um paralelismo que se fica só pelo nome de "Casa Branca". Ainda que o autarca alentejano reconheça que, por estes dias, foi mais solicitado pela comunicação social.

Aos 51 anos, é a segunda vez que Joaquim Pereira passa pela presidência da Junta. De 1990 a 1997 já tinha liderado a autarquia, mas ainda não sabe se, agora, haverá recandidatura.

Os problemas por resolver são muitos e abrangem diversas áreas da vida colectiva dos habitantes locais.

"Nesta terra, o presidente faz o que pode, visto que as verbas são poucas, assim como as competências", justificou, entre comparações com as "duas" Casas Brancas.

"Na sede da Junta as pessoas tratam de tudo, desde o transporte escolar ao pagamento da água, mas as nossas preocupações passam pela criação de emprego e captação de empresas", resumiu Joaquim Pereira.

Mesmo com tantos assuntos pendentes "não há hipótese de ser presidente a tempo inteiro, nem sequer a meio-tempo", confessou o autarca, que costuma dedicar um dia por semana, em exclusivo, à Junta de Freguesia.

Nos outros dias, passa por lá depois de sair do emprego, na Segurança Social de Sousel.

"Como isto é um meio pequeno, sou muito solicitado até na rua, onde gosto mais de andar. Sou daqui e toda a gente me conhece. Nestes dias, as pessoas até se metem comigo por causa do Obama", revelou.

Talvez por isso, quem passar hoje à porta da Junta de Freguesia encontra uma bandeira norte-americana hasteada, ao lado da bandeira portuguesa.

"Houve um senhor que nos deu a ideia e nós achámos que até seria engraçado", gracejou.

Sobre Barack Obama, o 44º Presidente dos EUA, que tomou hoje posse, Joaquim Pereira não hesita em afirmar que se trata de "um momento histórico" para o mundo.

"Toda a gente espera qualquer coisa dele, há muita esperança", opinou o presidente da "Casa Branca" alentejana.

Lusa


Última edição por Johny89 em 21.01.09 6:14, editado 1 vez(es)
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 21.01.09 6:14

Norte-Americanos em Lisboa celebram Obama na Casa Branca

No dia 5 de Novembro de manhã, o PortugalDiário encontrou Andre Cameron na Avenida da Liberdade. Emocionado e eufórico, vestia uma camisola com a cara de Obama e exibia no boné o nome do homem que acabara de ser eleito presidente dos EUA. «Americano de gema», apresentou-se. Afro-americano como o antigo senador do Illinois. Sozinho, numa manhã lisboeta luminosa, dizia há dois meses que sentia toda a alegria do mundo. Esta terça-feira à tarde, cheio de amigos à volta de uma mesa do Hard Rock Café, viu pela primeira vez um cidadão negro jurar fidelidade como chefe de Estado do seu país.

«Só comecei a frequentar a escola com crianças brancas aos 14 anos, porque era tudo separado e essa era a lei nos EUA», recordava assim a sua infância o músico de 51 anos, quando falámos com ele em Novembro. Esta tarde, novamente emocionado, descreveu como histórica a tomada de posse de Obama, 54 anos depois de Rosa Parks ter recusado dar o seu lugar a um cidadão branco num autocarro, em Montgomory e ter dito basta à segregação racial.

Entre hambúrgueres, batatas fritas e bebidas, Andre sentou-se entre amigos para assistir à passagem de testemunho dos destinos do país mais poderoso do mundo das mãos de George W. Bush para as de Barack Obama. E levantou-se várias vezes para aplaudir e entoar o hino do seu país, quando este irrompeu no monitor gigante que tinha à sua frente.

«A primeira coisa que [Barack Obama] pode mudar é a imagem dos EUA no mundo inteiro, que sofreu muito com oito anos de George Bush», disse Andre. Ao seu lado, Mark Ramirez, outro norte-americano em Lisboa, de origem hispânica, acentuou esta ideia: «Esta época de George Bush foi muito terrível para os americanos».

Numa mesa multicultural, estava ainda sentada a sul-africana Maja Plüddemann, que disse esperar com a chegada de Obama à Casa Branca uma mudança de mentalidades, e o casal transatlântico Denise (norte-americana) e Jon Luxton (britânico). Ela disse que «é um alívio haver uma mudança nos EUA, porque durante oito anos foi uma desgraça». Ele espera que renasça a «esperança para uma vida melhor, para a paz».

Quer nos olhos negros de André quer nos azuis de Alice Caplow-Sparks, outra das presentes, a emoção manifestou-se com a mesma transparência. «Sinto-me muito orgulhosa por ser americana, por ter também ajudado neste acontecimento», disse ela, realçando que, apesar das dificuldades que Barack Obama terá de enfrentar, trouxe uma novidade que o seu país não conheceu nos últimos anos: «A esperança no futuro».

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Pimentel em 21.01.09 13:37

Pescadores mortos no naufrágio do Rosamar vão ser lembrados sábado na Galiza

Os oito pescadores mortos em Dezembro último, quando iam a bordo do Rosamar, uma embarcação de pesca que naufragou a 24 milhas a norte de Burela, na costa da Galiza, vão ser homenageados, sábado, perto do local do acidente.
A ideia desta iniciativa partiu do armador da embarcação que pretende, segundo disse à Lusa, Armando Soares, representante da empresa em Portugal, «lembrar, não só os homens que morreram e as famílias que cá deixaram, mas também aqueles que sobreviveram».

As cerimónias, que são organizadas em colaboração com a Associação de Armadores das Pescas Industriais e a autarquia de Burela, começam a partir das 12h30, com o lançamento de coroas de flores ao mar, perto do local onde a embarcação afundou.

Segue-se uma missa, na igreja paroquial de Burela, onde estarão as autoridades camarárias locais, o presidente da Junta de Freguesia de Matosinhos, localidade de onde eram naturais alguns dos pescadores, bem como os sobreviventes e familiares das vítimas.
A bordo do Rosamar iam 13 tripulantes, cinco dos quais foram resgatados com vida.
Os restantes, quatro portugueses - naturais de Vila do Conde (Caxinas), Matosinhos, Figueira da Foz e Leça da Palmeira - e quatro indonésios, morreram.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 22.01.09 11:32

Portugal sobe 5 lugares no ranking europeu da inovação

Os dados do «European Innovation Scoreboard 2008», divulgados hoje pela Comissão Europeia, mostram que Portugal subiu cinco lugares no ranking europeu da inovação, passando da 22ª posição, que ocupou em 2006 e em 2007, para o 17º lugar.

Os dados do «European Innovation Scoreboard 2008», divulgados hoje pela Comissão Europeia, mostram que Portugal subiu cinco lugares no ranking europeu da inovação, passando da 22ª posição, que ocupou em 2006 e em 2007, para o 17º lugar.

Esta subida posiciona Portugal no grupo dos países «Moderate Innovators» (moderadamente inovadores), quando em 2007 e em 2006 era considerado um país em «Catching-up», ou seja que se esforçava para ser inovador.

Na apresentação destes resultados, o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, referiu que «este resultado é importante para Portugal e mostra a acção positiva do Plano Tecnológico em áreas decisivas para o futuro e para a economia do país», acrescentando que «Portugal está em convergência com os padrões europeus mais avançados».

O ministro adiantou ainda que, para este resultado, «contribuiu a evolução positiva da subida dos indicadores de qualificação dos recursos humanos e a melhoria dos indicadores da inovação».

Por seu turno, Carlos Zorrinho, coordenador do Plano Tecnológico, considerou que «é fundamental para Portugal estar a convergir, no que se refere à inovação, com a média europeia, sendo que nos dados hoje divulgados Portugal convergiu 4,9 por cento em relação aos países mais inovadores, enquanto que a média europeia de convergência se situou nos 4,2 por cento».

«Estes resultados não aparecem por acaso, são, sim, resultado de um conjunto de politicas públicas no contexto do Plano Tecnológico, como o programa Novas Oportunidades, o Simplex, o Compromisso para a Ciência, os programas e-escola e e-escolinha, e o Programa Factores de Competitividade», adiantou Carlos Zorrinho.

Também presente na apresentação destes resultados, Artur Santos Silva, presidente da COTEC, referiu que «os números agora divulgados devem ser valorizados, uma vez que são a confirmação dos avanços e das transformações que têm ocorrido em Portugal na última década, principalmente a nível empresarial».

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Pimentel em 24.01.09 14:09

Marinheiro português morreu na Galiza


Um marinheiro português morreu, este sábado, no naufrágio do navio "Braga" ao largo da costa da Galiza. O navio, de bandeira portuguesa, tinha seis tripulantes, cinco dos cais foram salvos com vida.

O navio "Braga" - de bandeira portuguesa e que foi danificado devido ao temporal na costa norte de Espanha - transportava seis tripulantes, dos quais dois portugueses, dois russos e dois cabo-verdianos que foram resgatados pelo mar pelo helicóptero Helimer Galicia.

Segundo fontes dos serviços de emergência espanhóis, os cinco marinheiros que foram resgatados com vida foram encaminhados para o Hospital Universitário da Corunha, de onde já saíram depois de terem recebido alta.

O marinheiro português, cuja identidade não foi revelada, faleceu vítima de "causas ainda por apurar". Os cinco sobreviventes "apresentavam sinais ligeiros de hipotermia", relata o Correo Galego.

Segundo aquel jornal da Galiza, os tripulantes foram resgatados cerca das 9 da manhã (8 horas em Portugal), depois de pedirem ajuda, reportando entrada de água no casco da embracação.

O navio encontra-se à deriva a cerca de 74 milhas da Corunha, na Galiza. O rebocador "Ibaizabal" está caminho do local, para tentar evitar o afundamento da embarcação portuguesa.

O navio, que transportava trigo, pertence a uma empresa com sede em Lisboa, a Naveiro, e está registado na Madeira. Ao que o JN apurou, estava em viagem para a capital portuguesa, à qual deveria chegar domingo.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por m55 em 24.01.09 14:24

infelizmente, acontecem muitos casos destes Sad
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Pimentel em 25.01.09 6:46

Litoral Norte e Centro do país estão em aviso vermelho

Devido à previsão de chuva e vento forte para este domingo, alguns distritos do país estão em alerta vermelho, o mais elevado na escala da meteorologia. Segundo as previsões, as rajadas de vento podem atingir os 90 Km/h.

O mau tempo continua a provocar inundações, quedas de árvores e corte de estradas nos distritos de Lisboa, Aveiro, Porto, Viana do Castelo, Guarda, Coimbra, Leiria, Viseu e Braga, informou esta manhã de domingo a Autoridade Nacional de Protecção Civil.

Em Águeda (Aveiro) devido a inundações que afectam a cidade desde a passada quinta-feira, está cortada ao trânsito a Estrada Municipal Campos Espinhel/Oronhe, onde caíram oito árvores.

Em vários locais do Porto, as situações meteorológicas adversas desta manhã já provocaram a queda de três árvores e pelo mesmo motivo, em Lisboa, registaram-se cinco inundações.

Uma árvore caiu também em Viana do Castelo e no distrito da Guarda está interdita, desde ontem, a Estrada Nacional 338 Piornos/Torre/Lagoa Comprida/Manteigas, devido à neve.

Nove quedas de árvores em vários locais de Coimbra e mais cinco em Leiria foram igualmente registadas pela Protecção Civil.

Em Viseu também caíram duas árvores e o mesmo aconteceu na cidade de Braga.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 28.01.09 6:25

Eventual encerramento da fábrica da Qimonda acaba com ponte aérea com Alemanha e afecta tecido social da região



Oito voos diários, quatro em cada sentido, ligam diariamente a fábrica da Qimonda com a sede na Alemanha para onde a empresa exporta a totalidade da sua produção.

Os aviões são fretados exclusivamente para transportar a mercadoria, que dá à Qimonda o título de maior exportadora portuguesa, e também os fatos utilizados pelos trabalhadores da fábrica de Vila do Conde, para serem desinfectados na Alemanha.

"São fatos especiais, que têm de ser desinfectados na Alemanha, porque em Portugal não há empresas especializadas neste tipo de limpeza", referiu a fonte.

A Qimonda produz memórias de acesso aleatório (RAM), depois inseridas num sem números de dispositivos electrónicos, das mais conhecidas marcas, com que nos habituamos a lidar no dia-a-dia.

As memórias integram computadores, telemóveis, consolas de jogos, televisores e máquinas fotográficas digitais, leitores de DVD e MP3, impressoras, servidores e sistemas de navegação geo-referenciada (GPS).

Intel, Microsoft, Dell, LG, Sun, Asus, Sony e Nintendo são algumas das marcas que usam memórias RAM da Qimonda.

Toda a produção de Vila do Conde da Qimonda é enviada por avião para a Alemanha, em quatro voos diários fretados exclusivamente para o transporte de mercadoria e fardamento.

"São oito voos diários, quatro do Porto para a Alemanha e outros quatro da Alemanha para o Porto", disse à agência Lusa fonte da administração cessante da Qimonda Portugal.

Após a substituição da administração pelo gestor judicial, na sequência da declaração de falência da casa-mãe, a alemã Qimonda AG, a produção da fábrica de Vila do Conde caiu cerca de 70 por cento, trabalhando "só para os clientes que pagam a 30 dias".

A fonte salientou que, o impacto na redução da carga aérea, é só uma das consequências do eventual encerramento da fábrica de Vila do Conde, que poderá fazer com que "várias empresas à volta fechem", nomeadamente as que servem a cantina.

"São servidas 1.200 refeições diárias, distribuídas por almoços, jantares e ceias", referiu a fonte, recordando que a fábrica labora sem interrupção, 24 horas por dia, sete dias por semana.

Os operadores da fábrica trabalham três dias por semana, em turnos de 12 horas, rotativamente com entrada às 07:00 ou às 19:00, incluindo um fim-de-semana em cada dois.

"Em 2008, estiveram, em média, 20 camas reservadas diariamente em hotéis do Norte de Portugal para clientes, técnicos e fornecedores da empresa", realçou a fonte, acrescentando que há em Vila do Conde "dezenas de casas alugadas por funcionários da empresa que são de fora do concelho".

No total, são 15 os concelhos onde residem trabalhadores da Qimonda, muitos dos quais usam a estação Natureza do Metro do Porto, construída propositadamente para servir a fábrica e que deixará de ter utilidade caso a empresa feche.

A empresa proporciona todos os anos mais de 30 estágios a finalistas dos cursos de Engenharia das Universidades do Porto, Minho e Aveiro.

Criada em 1996, como Siemens, a fábrica de Vila do Conde iniciou a produção em 1998, com 300 pessoas, num terreno vendido pela câmara local por um escudo (meio cêntimo). Em 1999, a fábrica passa a ser detida pela Infineon e em 2006 mudou de nome para Qimonda.

Actualmente tem 1.800 trabalhadores, com média etária de 35 anos, dos quais 300 engenheiros.

Ao lado da fábrica de memórias RAM, continua a ser construída uma unidade da Qimonda de componentes para painéis solares, com previsão de entrada em funcionamento no final de 2009 e de criação de 200 empregos.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 28.01.09 7:08

Filho mata pai à machadada com irmãos mais novos a assistir



Carlos "o pescador", como era conhecido na zona de Porto Salvo, teve um final trágico. Na madrugada de ontem, cerca das 03h00 foi morto pelo próprio filho, de 21 anos, com um golpe de machado na cabeça. O jovem entregou-se na esquadra da PSP e confessou o homicídio.

O crime ocorreu na Rua Terra da Eira e os vizinhos, segundo o 24horas, não se surpreenderam com o sucedido. De acordo com os residentes, as discussões entre Carlos, a mulher e os filhos eram constantes e tanto a PSP como a GNR já tinham sido chamadas àquela casa. «Mais de uma dezena de vezes», assegura fonte policial, «devido a distúrbios familiares».

«Eu já não estranhava o barulho. As discussões eram tão frequentes que limitava-me a dar voltas na cama até adormecer», conta Luís Manuel, que mora na mesma rua onde o casal residia.

Maria Amélia, outra moradora daquela rua, conhecia a vítima há 12 anos e diz que Carlos era extremamente violento quando bebia. «Eles bebiam muito, quer a mulher e o filho que o matou. Só soube do drama quando ouviu as sirenes dos carros da PSP e das ambulâncias. Todos os vizinhos já sabiam que aquilo iria dar em morte. Coitados dos dois miúdos que ficaram sem pai e sem o irmão».

«Ele ontem estava muito bêbado. Acredito que tenha ofendido o filho que foi buscar o machado e teve aquela atitude», diz Luís Moreira, um pescador que convivia regularmente com a vítima.

"O pescador", conhecido por andar sempre com três facas e fabricar artefactos para apanhar polvos, não teve morte imediata. Segundo o 24horas, ainda foi transportado para o Hospital São Francisco Xavier e sujeito a uma intervenção cirúrgica, mas acabou por falecer.

Queimada com cigarros

A mulher de Carlos foi expulsa, segundo os vizinhos, há cerca de 15 dias de casa. O marido deitou-lhe a roupa pela janela e a mulher refugiou-se na casa de uma vizinha, que a acolheu e onde ainda se encontrava ontem a viver.

Os dois filhos mais novos, um de 17 anos e outro de 7 têm sido protegidos pelo avô paterno. «Ele é que lhes dá de comer leva à escola o mais pequenino. Se não fosse o avô, aquelas crianças estavam desgraçadas. Assistiram a tudo, mas nem gritaram».

Ainda de acordo com os testemunhos recolhidos pelo 24horas no local, a vítima torturava a mulher quase diariamente, com pontas de cigarros e com chumbo derretido. «Ele era uma pessoa má. Ninguém tem pena da sua morte. Coitado é do rapaz, que vai pagar pela maldade do pai», desabafa José Estevão, outro morador da rua.

O homicida foi ontem ouvido em tribunal e vai aguardar julgamento em prisão preventiva em Porto Salvo.

SOL


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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 29.01.09 14:33

Crise económica não afectou o sector do vinho em Portugal

Os efeitos da crise económica internacional ainda não se fizeram sentir no sector português do vinho, cujas exportações em 2008 deverão, pelo menos, ter-se mantido nos níveis de 2007, em torno dos 600 milhões de euros.
"O sector está ainda sem sinais de estar a entrar em crise", afirmou o presidente do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) em declarações à agência Lusa.

O forte esforço feito em promoção e a tendência mundial para aumento do consumo de vinho são os factores apontados por Afonso Correia como estando na base desta boa 'performance'.

O presidente da Viniportugal, associação inter-profissional responsável pela promoção do vinho português, vai ainda mais longe e admite que as exportações portuguesas do sector tenham ultrapassado os 700 milhões de euros em 2008.

"Do ponto de vista da Viniportugal o balanço é positivo", afirmou Vasco Avillez, salientando que "o ano correu bem, tendo em conta o período difícil que foi".

Vasco Avillez destaca que em 2008 as vendas aumentaram "em todos os mercados" do vinho português, quer em quantidade, quer em valor, desde o Brasil ao Canadá, países nórdicos, Extremo Oriente, EUA, Reino Unido e Alemanha.

"As excepções são a Dinamarca, que é um país pequeno e muito difícil, e, no Reino Unido, o segmento dos hipermercados, onde as vendas de vinho português se mantiveram iguais", disse.

"E isto - frisou - num ano em que tudo desceu".

O ministro da Agricultura, Jaime Silva, - que sexta-feira vai à Assembleia da República explicar como têm sido utilizados os fundos comunitários para a modernização agrícola, a pedido do CDS-PP - também afirmou esta semana que o sector vitícola português ainda não foi afectado pela crise internacional, embora não ponha de parte que o venha a ser.

Para 2009, o presidente do IVV não arrisca previsões, dada a grande incerteza sobre a evolução da economia mundial, mas aponta como "indicadores positivos" as muitas candidaturas apresentadas à medida de reestruturação da vinha, que contrastam com a pouca adesão registada ao arranque.

"Isto indica que o sector continua a ter confiança", salientou.

Já Vasco Avillez diz encarar este ano "com o maior cuidado" e afirma estar a planear "trabalhar o dobro" em promoção, de forma a "não deixar nenhuma oportunidade de lado".

"Senão qualquer milímetro é ocupado imediatamente por vinhos do Novo Mundo", disse.

De fora das acções de promoção da Viniportugal ficam os vinhos do Porto e da Madeira, promovidos por organismos próprios.

No caso do Vinho do Porto, 2008 correu em contra-ciclo com a tendência global do sector, já que, segundo dados da Associação das Empresas do Vinho do Porto (AEVP), as vendas caíram cinco por cento em volume até Novembro, recuando para níveis de 1994/1995.

Já em valor, as exportações de Vinho do Porto até Novembro somaram cerca de 377 milhões de euros, ao nível das vendas registadas em 1998/1999, tendo o preço médio caído dois por cento.

Com uma produção global na ordem dos 1.500 milhões de euros, o sector vitícola português é responsável por um por cento do produto interno bruto (PIB), assumindo-se Portugal como o 5º maior produtor na União Europeia e o 10º a nível mundial.

Lusa
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 30.01.09 5:01

Portugal é dos melhores da UE em certificação energética dos edifícios

Portugal é um dos cinco países da União Europeia com o melhor processo de certificação energética dos edifícios, afirmou hoje à Lusa Martin Elsberger, responsável na Comissão Europeia pelos trabalhos de implementação da Directiva a nível europeu.

Portugal faz parte do «Top 5», juntamente com a Dinamarca, Holanda, Alemanha e Irlanda, dos países com os melhores processos de certificação energética a nível europeu, afirmou o responsável, que se reuniu em Lisboa com a ADENE-Agência para a Energia, para discutir o processo de implementação do Sistema de Certificação Energética em Portugal.

«O que vimos em Portugal é que as autoridades encontraram uma solução para implementar a Directiva de forma eficiente e pragmática», afirmou à Lusa.

«Do que vi até agora e do que temos monitorizado, Portugal escolheu uma forma bastante eficaz de implementar a Directiva, com uma boa focagem nos pontos cruciais deste ponto da legislação», acrescentou.

A qualidade dos certificados de performance energética e o nível de exigência nos requisitos para os especialistas de certificação, para além da formação específica que recebem, foram alguns dos pontos destacados pelo responsável europeu.

Martin Elsberger recomendou que Portugal «continue a trabalhar da forma que está a trabalhar» neste processo.

«Mantenham este esquema porque alguns Estados-membros escolheram uma forma menos eficaz e talvez de menor controle dos mecanismos de certificação, o que irá, quase de certeza, ter efeitos negativos para esses países», acrescentou.

O responsável sublinhou a importância da certificação energética dos edifícios como instrumento fundamental da política europeia de combate às alterações climáticas através do aumento da eficiência energética.

Mas destacou também a importância dos mesmos para impulsionar a indústria da construção numa altura de crise económica global.

«Isto vai, em primeiro lugar, estimular a indústria de construção de novos edifícios, mas também o mercado de renovação dos edifícios», defendeu.

Martin Elsberger está ainda convicto que a certificação energética dos edifícios permitirá a Portugal atingir o objectivo fixado pelo Governo de reduzir o consumo de energia em 15 por cento até 2015.

«Penso que é um objectivo exigente, mas é alcançável quando se reage desde o início e de forma adequada num dos sectores que mais consome, o dos edifícios», afirmou.

«O consumo médio de energia nos edifícios a nível europeu é de 40 por cento do total de energia consumida e sabemos que poderemos poupar entre 12 a 13 por cento desse total», explicou.

«O facto de estarem à frente na certificação energética dos edifícios poderá significar que a maior parte do objectivo português pode ser atingida nesse sector», concluiu.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 02.02.09 4:00

Governo prepara-se para a falência da Qimonda

O ministro da Economia, Manuel Pinho, encontra-se hoje, em Lisboa, com Machael Jaffé, o gestor judicial da Qimonda AG, depois de Jaffé ter dito que a multinacional alemã vai encerrar «inevitavelmente» se até Março não encontrar um investidor.

«Actualmente estamos a fazer o possível para eventualmente impedir o encerramento da Qimonda e já houve o interesse de investidores, mas num âmbito reduzido», alertou na sexta-feira Machael Jaffé. O Governo português reconhece que tem «feito tudo o que é possível» e tem estado a acompanhar «muito de perto» o processo para impedir o encerramento da Qimonda Portugal, a unidade do grupo alemão instalada em Vila do Conde.

«Já sabemos que o Governo português continua empenhado em salvar a Qimonda e consideramos as conversações que vamos ter em Lisboa com os seus representantes um aspecto muito importante da nossa actividade», afirmou recentemente à agência Lusa o porta-voz da empresa Sebastian Brunner.

A visita de Machael Jaffé, nomeado pelo Tribunal de Dresden, servirá também para «explicar a situação da falência» aos trabalhadores da empresa alemã em Portugal. A ameaça de colapso do único produtor europeu de semicondutores é «mais grave» do que até agora era conhecido, disse a um jornal alemão o gestor judicial nomeado para a Qimonda AG.

A 23 de Janeiro, a casa-mãe da Qimonda, na Alemanha, declarava falência no Tribunal Administrativo de Munique, surpreendendo o governo português. Na ocasião, o ministro da Economia garantiu que o Estado estava sobretudo preocupado com a situação dos trabalhadores, e que faria tudo para «salvar a Qimonda em Vila do Conde», mas tudo dependeria de investidores estrangeiros.

Os partidos da oposição mostraram também a sua preocupação com a consequência do encerramento da unidade de Vila do Conde no emprego e na economia portuguesa. A Qimonda Portugal emprega perto de dois mil trabalhadores e é o maior exportador do tecido empresarial em território português, assegurando cinco por cento do Produto Interno Bruto português.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 02.02.09 6:43

Cientistas portugueses preparam Atlas da Flora Europeia

Cerca de 150 investigadores, incluindo quatro portugueses, estão a elaborar o primeiro Atlas da Flora de todo o continente europeu, cujo trabalho já permitiu mapear um terço das espécies.

A pesquisa foi iniciada há cerca de quatro décadas, mas os investigadores têm ainda muito trabalho pela frente, disse hoje à Lusa António Xavier Pereira Coutinho, coordenador da equipa portuguesa.

«Vai demorar ainda algum tempo, o Atlas deverá ficar concluído nunca antes de dez a 15 anos», afirmou o investigador do Departamento de Botânica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

Um Atlas da Flora da Europa é «importantíssimo, porque o que está em jogo é o equilíbrio dos ecossistemas, da Biosfera», considerou.

Quantas espécies de plantas existem na Europa, em que quantidades e em que condições se encontram, quantas estão em risco de extinção, são algumas das questões para as quais os cientistas procuram respostas.

Os resultados obtidos podem contribuir para explicar as alterações climáticas no planeta, já que «as espécies evoluem de acordo com o clima», sublinha o investigador.

A acção humana recente, nomeadamente no que se refere à construção civil e à poluição, bem como a pastorícia e os fogos florestais, estão a ameaçar várias espécies de plantas, «essenciais para o equilíbrio da biodiversidade, porque cada espécie tem um património genético irrepetível», alertou.

Neste momento, os cientistas estão a tratar as «Rosaceae», uma família importante a nível ecológico, e também económico, que inclui plantas ornamentais (como as roseiras) e alimentícias (como as pereiras, cerejeiras e morangueiros).

«Portugal possui uma riqueza bastante grande, mais de 3.200 espécies de plantas superiores, número superior ao do Reino Unido, por exemplo», disse António Pereira Coutinho.

O mapeamento da flora da Europa, onde existirão «muitas dezenas de milhares de espécies», é «um trabalho moroso, meticuloso e que exige conhecimento de campo».

Os dados recolhidos são posteriormente enviados para a Universidade de Helsínquia, onde é reunido todo o trabalho realizado pelos diferentes países.

A informação fornecida a Helsínquia serve também para o Comité Internacional (The Committee for Mapping the Flora of Europe, em colaboração com a Societas Biologica Fennica Vanamo) apontar medidas para, por exemplo, salvar espécies em perigo de extinção, sublinha António Pereira Coutinho.

O docente da FCTUC integra também a comissão que elabora o Livro Vermelho da Flora Portuguesa, onde se procede à catalogação das espécies ameaçadas no país.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 03.02.09 15:16

Exercício de risco sísmico realiza-se em Portugal em Maio



A Protecção Civil vai realizar entre 05 e 07 de Maio um exercício internacional de risco sísmico, no âmbito da Força de Intervenção Rápida Europeia/FIRE 5, que integra serviços de socorro de Portugal, Espanha, França, Itália e Grécia.

Representantes da FIRE 5 vão reunir-se quinta-feira em Carnaxide, Oeiras, para analisar os aspectos preparatórios desse exercício internacional de risco sísmico que se realizará em Portugal, indicou hoje a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) em comunicado.

Contactada pela Agência Lusa, para fornecer mais informações sobre esse exercício internacional, a ANPC respondeu não haver, por enquanto, mais elementos para divulgação.

Durante a reunião de quinta-feira será também apresentado o balanço das actividades realizadas em 2008 pela Fire 5, com destaque para as acções de formação, trocas de peritos e um exercício de resposta a incêndios florestais.

De acordo com os organizadores da reunião do Comité de Gestão da Iniciativa FIRE 5, será ainda discutido a adesão de um novo membro.

O FIRE 5 é uma força de intervenção rápida cujos pressupostos assentam na "cooperação reforçada na área da Protecção Civil entre os países parceiros", na "activação de recursos nacionais segundo regras definidas pelos Mecanismo Europeu de Protecção Civil" e nas "possibilidades de intervenção noutros países que não integrem o grupo".

O FIRE 5 pretende, também, "potenciar conhecimentos, capacidades e meios existentes, nomeadamente em caso de necessidade de resposta a uma situação de emergência, dentro ou fora da União Europeia".

Visa, igualmente, "desenvolver um programa de formação comum", intervir "prioritariamente nos riscos mais comuns, tais como incêndios florestais, sismos e inundações", e "desenvolver uma abordagem modular no que toca às acções de resposta".

Esta força de intervenção teve origem em 2006, quando foi formalmente anunciada aos restantes membros da União Europeia (UE), numa reunião de directores-gerais de Protecção Civil da UE realizada em Graz, na Áustria.

Em 2007, a Grécia juntou-se ao FIRE 4, depois dos incêndios florestais que assolaram o país, tendo essa adesão sido formalizada em Fevereiro de 2008, passando a iniciativa a designar-se FIRE 5.

Desde 2007, as actividades do FIRE 5 estão integradas num projecto europeu destinado a fomentar a cooperação transfronteiriça na luta contra catástrofes naturais.

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 04.02.09 10:34

«Portugal não está livre da ameaça terrorista»


O secretário-executivo do Observatório de Segurança sustentou que «Portugal não está livre da ameaça terrorista» por ter fronteira com Espanha e sublinhou que «a perigosidade está pior» face à ameaça de grupos paquistaneses, suspeitos de ligação à Al-Qaeda.

«Recentemente, mais de uma dezena de islamistas radicais paquistaneses foram detidos em Espanha. Este fenómeno paquistanês, com indivíduos empenhados na preparação de ataques terroristas, chegou agora a Espanha, depois de descobertas conexões no Reino Unido. Portugal tem de estar atento», disse hoje José Manuel Anes à Agência Lusa.

A localização de Portugal, os fluxos magrebinos e as movimentações de paquistaneses suspeitos de ligação à Al-Qaeda são temas a ser abordados por José Manuel Anes na conferência do organismo europeu Terrorismo Internacional, Segurança e Estado de Direito, quinta e sexta-feira, em Bruxelas.

O criminalista advogou que «é preciso monitorizar os fluxos magrebinos e essas movimentações de paquistaneses sem colocar em causa aqueles que procuram a Europa para trabalhar» e acentuou a necessidade de se encontrarem medidas contra-terroristas «de uma forma global».

O secretário-executivo do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT), José Manuel Anes, que referiu que «as penetrações exteriores procuram apoio logístico ou financeiro e a falsificação de documentos«, defendeu que «a nível europeu» deve existir «uma grande articulação entre os serviços de informação e as polícias».

Na conferência do Terrorismo Internacional, Segurança e Estado de Direito, organismo criado em 2006 no âmbito da Comissão Europeia com o objectivo de estudar o terrorismo contemporâneo, vão ser apresentadas as conclusões de um estudo de dois anos assente em três vectores: acções contra-terrorismo, prevenção do terrorismo e políticas policiais e sociais.

A reunião na sede da Comissão Europeia, na capital belga, vai reunir especialistas europeus, constando do programa os painéis «Análise e Percepção da Ameaça nos Estudos do Terrorismo», «Avaliação do Impacto do Terrorismo e do Contra-terrorismo«, «Media e Terrorismo», «Declínio do Terrorismo», «Radicalização e Desradicalização», «Segurança e Ética do Contra-terrorismo« e «Contra-terrorismo em Prática«.

O Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT) é uma associação sem fins lucrativos fundada em 2004, tendo como objectivos, principalmente, «a sensibilização - associando sempre a Segurança aos valores da Democracia, da Liberdade e do Estado de Direito - do público, relativamente aos temas de Segurança em geral».

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Re: Jornal Nacional

Mensagem por goleador em 05.02.09 12:10

Dívidas aos trabalhadores ultrapassam 191 milhões


As dívidas aos trabalhadores abrangidos por encerramentos e falências de empresas ascendiam, no final de Dezembro, a mais de 191 milhões de euros, afectando mais de 20 mil trabalhadores e envolvendo 714 empresas. Fonte da União dos Sindicatos de Lisboa disse ao DN que em "alguns casos os processos arrastam-se nos tribunais por mais de 20 anos, havendo mesmo casos em que os trabalhadores já falecerem e a luta pelo pagamento de indemnizações e salários em atraso passa para os filhos.

Os dados recolhidos pela CGTP-IN contabilizaram apenas 14 distritos, faltando números dos Açores, Beja, Bragança, Faro, Portalegre e Vila Real, pelo que, adverte a central sindical, "os números serão mais elevados". Os processos avolumam-se na justiça, sobretudo no que respeita os salários em atraso. O Porto é o distrito mais afectado , com mais de 71,3 milhões de euros em dívida para com trabalhadores afectados pelos encerramentos e falências, seguindo-se Lisboa com mais de 55 milhões de euros e Coimbra com 26,2 milhões. Os sectores com maior número de trabalhadores credores são a indústria têxtil, a construção, o vestuário e a cerâmica. O sector têxtil regista mais de 66 milhões de euros de dívida aos trabalhadores despedidos, seguindo-se o vestuário, com 20 milhões de euros de dívida. A metalurgia regista mais de 19 milhões de euros em dívidas, enquanto a cerâmica e o comércio somam mais de 12 milhões de euros. As dívidas aos trabalhadores no sector da construção ascendem a mais de dez milhões.

A agravar esta situação acrescem os processos que foram arquivados por insuficiência ou inexistência de bens das empresas falidas para pagar aos trabalhadores, valor que só no distrito de Lisboa ronda os 4,6 milhões de euros.

Os números recolhidos pela CGTP-IN voltaram ontem a estar em destaque com a jornada de luta levada a cabo pelos sindicatos do concelho de Vila Franca de Xira, que denunciaram a existência de dívidas aos trabalhadores das empresas que encerraram na região superiores a 6,4 milhões de euros, envolvendo mais de três mil trabalhadores. O montante em dívida estava fixado em 4,8 milhões há poucos meses, disse a mesma fonte da União dos Sindicatos, revelando o agravamento da crise.

A Avimetal é a empresa como maior montante em dívida - mais de 1,2 mil milhões de euros.

De acordo com os dados recolhidos pelos sindicatos, em cada dez trabalhadores três são precários. O levantamento das empresas dá conta que muitas estão a aplicar o lay-off como solução para os problemas que enfrentam. A Manuel Conceição Graça, no sector metalúrgico, e reconhecida na área automóvel, não está a renovar os contratos com os trabalhadores temporários e recorreu ao lay-off, suspendendo os contratos de trabalho por seis meses.

A central sindical alerta que os números vão aumentar com os encerramentos que se perspectivam e o recurso ao lay-off , em que dois terços dos salários são pagos pelo Estado.

DN
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por goleador em 06.02.09 12:28

Homem abusa sexualmente de jovem deficiente

Um homem foi indiciado pela prática do crime de abuso sexual de pessoa incapaz de resistência.

A directoria da Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa deteve um homem de 53 anos por indício de abuso sexual de uma jovem de 16 anos portadora de deficiência mental. A vítima é familiar próxima do detido.

Os factos que deram origem à presente investigação, praticados na zona de Reguengos de Monsaraz, foram denunciados recentemente por uma familiar próxima da vítima.

O detido vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção tidas por adequadas.



eu cortava o pescoço a este animal
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por goleador em 08.02.09 5:06

Aluna foi espancada pelos colegas


Pura violência. Uma menina de 10 anos teve que receber tratamento depois de ter sido espancada. Agressão foi praticada na própria escola e os agressores apontados pela garota são quatro alunos, seus colegas. A GNR investiga o caso.

As autoridades foram chamadas pelos responsáveis da própria instituição, a Escola Básica Integrada do Monte da Caparica, em Almada, depois de mais de uma hora de agressões e humilhações sofridas pela garota, aluna do 5.º ano, que terá sido arrancada do bar por uma das colegas e arrastada para uma ribanceira junto ao pavilhão, onde acabou por ser repetidamente agredida. Nenhum funcionário ou professor se apercebeu do que se estava a passar.

"Puseram-me um pé em cima da cabeça e meteram-me lama na boca", contou a menina, Ana Milene Magalhães, ao JN, agora em recuperação física, mas psicologicamente marcada pelas agressões. "Tenho medo de voltar à escola, não quero!". As agressões tiveram lugar à hora de almoço, quando Ana se encontrava no bar. "Apareceu a (...) e puxou-me para fora. Dizia que o (...) queria falar comigo". Mas quando chegou lá fora foi puxada e levada por quatro colegas de turma, três raparigas e um rapaz, para uma ribanceira. Ali foi empurrada várias vezes caindo pela ribanceira e sendo obrigada a subir outras tantas e de cada vez que subia era agredida. "Numa das vezes, puseram-me um pé em cima da cara e meteram-me lama pela boca dentro".

Ana conta que "eu chorava e pedia-lhes que parassem", mas só passado mais de uma hora isso aconteceu.

Já passava das 14 horas quando Ana regressou a casa, um apartamento na Rua dos Moinhos, no Monte da Caparica. "A minha filha estava acompanhada por dois alunos", conta a mãe, Rute Marina ao JN. "Trazia a roupa toda cheia de lama, sangue na boca e a cara esfolada".

Dali, a menina foi levada em ambulância pelos bombeiros da Trafaria para o Hospital Garcia de Horta, onde o relatório médico diz o seguinte: "Criança de 10 anos, sexo feminino, vítima de agressão física por parte de quatro colegas da escola, todos com 11 anos. Hematoma facial esquerdo, dor abdominal e dorsolombar difusa, escoriações em ambas as palmas das mãos e lombares".

O processo foi enviado para a GNR, que começará agora a investigar o caso.

JN
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Re: Jornal Nacional

Mensagem por Johny89 em 09.02.09 5:20

Cavaco Silva defende dinamização do sector exportador


O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, defendeu hoje a dinamização do sector exportador português, enfatizando o papel que os emigrante podem desempenhar na resolução das dificuldades que Portugal atravessa.

«A exportação de bens e serviços por parte de Portugal é praticamente a única via que nós dispomos para conseguir combater o crescimento explosivo da dívida externa e, ao mesmo tempo, defender o emprego dos trabalhadores portugueses», defendeu Cavaco Silva.

Considerando a dinamização do sector exportador como a «chave da solução», o chefe de Estado alertou para a falta de compreensão de alguns analistas para o problema dos bancos terem «poucos fundos» para emprestar às empresas.

«A razão está no desequilíbrio das nossas contas externas e na dificuldade em conseguir o respectivo financiamento», sublinhou Cavaco Silva, que falava aos jornalistas no final de uma visita à XIV Edição do Salão Internacional do Vinho, Pescado e Agro-Alimentar, que foi hoje inaugurado no pavilhão Atlântico, em Lisboa.

Por isso, acrescentou, a maioria dos economistas reconhece que a «chave da solução» está na dinamização dos sectores exportadores e não na produção e bens e serviços que não são comercializados no exterior.

Cavaco Silva enfatizou ainda o papel que pode ser desempenhados pelos emigrantes na resolução dos problemas portugueses, nomeadamente no contributo que podem dar para facilitar a entrada dos produtos nacionais no estrangeiro.

Contudo, continuou, é também importante ter presente que «quanto menores forem as remessas de emigrantes para Portugal, e quanto menor for o seu investimento no país, menos crédito terão os bancos para conceder às empresas».

«Há uma relação hoje clara entre o contributo que os emigrantes podem dar para o nosso país e as dificuldades que nós enfrentamos», defendeu.

Por isso, insistiu o Presidente da República sem o sector exportador português «não temos a mínima hipótese, nem este ano, nem no próximo ano, de voltarmo-nos a aproximar do nível de desenvolvimento dos países da União Europeia».

Questionado se a políticas desenvolvidas ao longo dos últimos anos têm favorecido o crescimento das exportações portuguesas para o estrangeiro, o chefe de Estado escusou-se a falar de «políticas concretas», mas reiterou a necessidade de reforçar «cada vez mais» os laços entre os emigrantes e Portugal.

«Só assim haverá negócios em língua portuguesa», disse, voltando a defender que sem a ligação entre os emigrantes portugueses e o seu país, «teremos alguma dificuldade de enfrentar o futuro».

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